19 de dezembro de 2014

Pimentel (PT), governador eleito de Minas. Pode ser cassado por abuso do poder econômico na campanha. A campanha de DILMA esteve estreitamente ligada a dele em MG. E agora, como fica isso, os votos recebidos por Dilma em MG permanecem incólumes?

Essa semana, por ocasião da diplomação da re-presidente Dilma Roussef, que segundo o TSE venceu as eleições honestamente, mas com ressalvas. Ou seja, foi mais ou menos honesta, se é que existe isso. Contudo, em uma eleição desse tipo, não pode-se esquecer que as candidaturas são estreitamente ligadas. Candidatos a  Sem contar as irregularidades na própria campanha, o TSE deveria levam em consideração na análise da campanha presidencial, as campanhas de todos os políticos coligados. Em Minas, por exemplo, onde o PT se gaba de ter vencido Aécio, o Ministério Publico já apurou que ocorreu falcatruas na campanha realizada pelo candidato do PT, que venceu.
Ora, o candidato a governador também não vinculou sua imagem a de Dilma Roussef, e também não fez campanha para ela. Pode-se ver em farto material eleitoral a fotografia de Dilma ao lado de Pimentel. Portanto, se houve fraude e o governador eleito, Fernando Pimentel, pode ser cassado, por que os votos para Dilma deveriam permanecer intocados?
Os “atos” políticos em que Dilma Roussef compareceu em prol da candidatura dos dois, foram custeados de que maneira?
Vejam aí um exemplo de que Pimentel fazia sua campanha ligada de forma bastante estreita à campanha de Dilma Roussef.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a ação foi realizada com o argumento de que “a campanha de Fernando Pimentel e Antônio Andrade foi ilicitamente impulsionada por inaceitável abuso de poder econômico”, evidenciado “pela superação do limite de gastos e por adoção de um método dúbio de realização de despesas”. 

16 de dezembro de 2014

O exército de hoje é o mesmo de ontem, disse um general há poucos dias. Será mesmo.

Estátuas de Generais derrubadas, Já começou. O exército de hoje é o mesmo de ontem, disse um general há poucos dias. Será mesmo.
Busto de General foi Derrubado.

A prefeitura de Taquari, município a 101 quilômetros de Porto Alegre, mandou derrubar  nesta terça-feira (16) o busto em homenagem ao marechal Costa e Silva, que foi presidente do país durante o regime militar (1964-1985).

13 de dezembro de 2014

Hoje Jean Willys cometeu crime usando a imagem de Bolsonaro. Isso não é ódio?


Jean utilizou um desenho que coloca Bolsonaro dentro da suástica. Criar desenhos ou utilizar a suástica é crime previsto no código penal. Se fosse o contrário Bolsonaro apareceria no Jornal Nacional.
O deputado Jean está tomando uma verdadeira surra nos comentários de seu próprio facebook. A maioria das pessoas apóia Bolsonaro e acha uma palhaçada o estardalhaço que é feito em cima do último episódio envolvendo Jair Bolsonaro. Vejam só abaixo.


Art 20 § 1º Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo. Pena: reclusão de dois a cinco anos e multa.(Lei nº 9.459, de 15/05/97)

Revista Sociedade Militar

7 de dezembro de 2014

Intervencionistas

Lobão os chama de cretinos de extrema direita, Reinaldo Azevedo, da Veja, diz que são aliados do PT e estúpidos. Felipe Moura, também da Veja, diz que são sabotadores infiltrados. A esquerda não é tão mansa, chamam os intervencionistas de fascistas, nazistas, loucos e coisas piores.
Normalmente as acusações que partem de esquerdistas, ainda que quase sempre deturpadas, se baseiam em alguma deixa de direitistas.

Exemplos.
Uma manifestação de indignação não é momento de brincadeirinhas, palhaçada ou qualquer ludicidade. Quem vai para as ruas em pleno sábado o faz por que acredita que pode mudar algo no país ao manifestar seu repúdio. Como pode-se então tolerar gente fantasiada de militar prestando continências para fotógrafos? Como não chamá-los de loucos? Isso é ceder território para o inimigo.


O senhor X, que é presidente de um dos diretórios de um partido que se diz de direita, ainda em fase de legalização, tem páginas no facebook com nomes sugestivos, como Grupo de Operações, onde pede doações para alugar carros de som e transportar representantes das Forças Armadas (As FA se fizeram representar na Paulista !).

X usa as redes sociais para defender veementemente a intervenção militar, e espalha várias postagens instigando o uso da violência. O Ele usa frases como: “Morte aos comunistas, morte a Jean Willys, intervenção já, liberdade ou morte”.  Em vídeo publicado no youtube, X diz que tem informantes dentro das Forças Armadas, coronéis, segundo ele, que lhe dão a entender que os militares simpatizam com os pedidos de intervenção e só aguardam a oportunidade. X também diz que devemos declarar guerra contra países vizinhos e inclusive tomar seu território. Quando se dirige a esquerdistas ou a qualquer um que discorde de sua fissura por derrubar a esquerda por meio das armas, X é rigoroso, e usa e abusa de termos chulos. X é um dos que justificam a acusações de radicalismo e extrema direita dirigidas aos intervencionistas. Isso é ceder território para o inimigo. Com gente dessa estirpe em seus quadros, a direita não precisa de inimigos. Veja abaixo:




Sabemos que há muita gente que acredita que os militares podem intervir no país e retirar políticos corruptos de seus cargos, não matando-os da maneira que é sugerida acima, mas julgando-os de forma legal. Muitos dos intervencionistas citam os anos 70 como os melhores anos de suas vidas. Um período de paz, crescimento etc. Mas, já se passaram 50 anos, a esquerda não está preparando uma revolução armada, como foi o caso no passado. Eles ocuparam o poder de forma democrática, então a resposta tem de ser também democrática.
Querem mudar as coisas? Invistam seu tempo e dinheiro nisso. Quem é capaz de fazer doações para a criação de instituições e partidos de direita? No Brasil poucos tem coragem de meter a mão no bolso para alavancar suas aspirações de um futuro melhor. Façam outdoors esclarecendo a população, paguem comerciais de TV denunciando táticas grancistas, comprem livros sérios e distribuam para amigos etc. E lembrem-se, uma mudança do jeito que se pretende não acontece instantaneamente, é um processo lento.
As alegações de intervencionistas supostamente se baseiam na CF1988. Mas, não é e nunca será função constitucional das Forças Armadas virar a mesa, quebrar a ordem democrática. É justamente o contrário. Dizer que isso foi feito na Tailândia e que, portanto, caberia ainda agir de forma similar aqui, em pleno séc. XXI. É um grande equívoco. Na Tailândia a Primeira Ministra foi julgada e condenada, sem a intromissão dos militares. Os militares interviram,  apesar dos pedidos da população, bem depois. Apenas para garantir a normalidade no país.
Aécio convocou a população, mas não apareceu. Sim, é verdade. Mas já era de se esperar. Qualquer um que tem acompanhado esse movimento podia prever que na manifestação desse sábado haveria confusão. Lobão resolveu ainda ir, mesmo meio desconfiado. Parece que se arrependeu bastante.
Deve-se a todo custo buscar uma oposição racional, sem extremismos de qualquer tipo. Há sim amparo legal para um processo de impeachment, e se for constatado que Dilma ou qualquer outro político ainda em exercício de mandato, participou de esquemas de corrupção, a população pode pleitear sim sua deposição. Instituições como polícias e Forças Armadas estão presentes para dissuadir qualquer um que cogite descumprir a lei. O Brasil não chegou, e esperamos que não chegue, a um estado em que há necessidade de quebrar a ordem democrática, grande prova disso é a liberdade para estar nas ruas se manifestando e pedindo qualquer coisa que se deseje.



Como já dissemos aqui. Qualquer um tem o direito de pedir o que quiser. Ainda vivemos em um país livre. Podemos dizer que repudiamos o PT pedindo um anjo justiceiro com espada de fogo, marcianos, Enry Christi e o que mais nossa imaginação inventar. Todos entenderão que, mesmo divagando entre o possível e o impossível, estamos insatisfeitos com o governo atual. Mas, nunca podemos instigar a violência, atrapalhar manifestações alheias com nossos megafones e carros de som, ou usar de qualquer outro subterfúgio para atrasar um processo democrático que está em franco crescimento.
Um aviso. A história recente mostra que a sociedade que vai para as ruas não depende de carros de som e de organizadores para alcançar seus objetivos. A presença de vários caminhões de som e até megafones, não mostra organização ou coesão. Ao contrário, mostra que há várias pessoas tentando manipular a sociedade, e conseqüentemente, suas demandas.

Esperamos que a confusão que aconteceu ontem seja a última lição, e que os diversos grupos que saíram da rede para as ruas entrem em um acordo.