20 de setembro de 2014

Militares admitem TORTURA. Faltam só as DESCULPAS para o ORGASMO completo.

Documento do Ministério da Defesa confirma o quanto o organismo é sensível às pressões por feitas por meio de abaixo-assinados, manifestos e outras choradeiras dos esquerdistas que querem porque querem que os militares peçam desculpas aos militantes de esquerda que desejavam implantar o comunismo no Brasil.


Há pouco tempo a esquerda aproveitou um documento em que o General Enzo determinava que todas as respostas dadas à Comissão da Verdade ou outras instituições que investigavam crimes ocorridos no passado deveriam passar pelo crivo do Comando do Exército. Fez-se o maior estardalhaço em torno disso e vários sites, inclusive o queridinho 247, pediram a cabeça do Comandante do Exército.

Celso Amorim disse: “... desde já, considero oportuno esclarecer que tenciono consignar, em minha manifestação à CNV, que o ordenamento normativo reconheceu a responsabilidade do Estado pela morte e desaparecimento de pessoas durante o regime militar, bem como pelos atos de exceção praticados no período de 18 de setembro de 1946 a 05 de outubro de 1988. 3. Nesta perspectiva, o Estado Brasileiro, do qual este Ministério faz parte, por meio das autoridades legalmente instituídas para esse fim, já reconheceu a existência das lamentáveis violações de direitos humanos ocorridas no passado e assumiu sua responsabilidade pelo cometimento desses atos... observo que as conclusões dos ofícios dos Comandos Militares não se contrapõem a esse reconhecimento”

Amorim termina seu ofício à Comissão da Verdade com a promessa de que continuará colaborando para o que chama de “reconciliação nacional”. O Ministro da Defesa diz: “Aproveito a oportunidade para reiterar a disposição deste Ministério e das Forças de continuar contribuindo com essa Comissão para a efetivação do direito à memória e à verdade e a promoção da reconciliação nacional.”
Não há informação alguma que confirme que não estamos reconciliados. Na verdade nunca a sociedade brasileira esteve em algum tipo de guerra civil generalizada. O que ocorreu foi uma ação sistematizada do exército para destruir pequenos focos terroristas que pretendiam lançar o país no caos, com a esperança de que parte da sociedade se unisse às suas fileiras. Contudo, a sociedade preferiu a democracia.

19 de setembro de 2014

“Normalcy bias” – Você sabe que a tragédia vem, mas permanece imóvel.

“Normalcy bias” – Você sabe que a tragédia vem, mas permanece imóvel.
O governo atual fez com que o Brasil literalmente retornasse 20 anos na história. A Petrobrás nunca deu tanto prejuízo, a Eletrobrás nunca deu tanto prejuízo. A Petrobrás atualmente é a empresa mais endividada do planeta, com uma dívida na ordem de 300 bilhões de reais.
A inflação atual supera todos os limites estabelecidos pelo governo, e nós sabemos que isso tende a piorar. A política econômica intervencionista do PT não tem conseguido reduzir a taxa de desemprego no país. Nem os índices esquisitos usados pelos institutos, como a contagem de desempregados que somente leva em consideração aqueles que efetivamente saem em busca de emprego, esquecendo os que ficam em casa, porque já desistiram, conseguem maquiar o que vemos nas ruas.
É quase impossível que em 2015 não tenhamos racionamento de energia no Brasil, e de água. Mas como? Perguntamos. Afinal o Brasil tem as maiores reservas de água do planeta! Simples, falta de planejamento e o dedo do estado nos setores energéticos é o que descontrola tudo.
Se não fosse o governo segurar alguns preços, como o custo da energia e combustível, a inflação certamente já teria ultrapassado os 10%. Mas segurar preços não adianta, isso tem que acontecer naturalmente. Não dá pra vacilar em economia. As políticas econômicas têm de ser ortodoxas, o estado tem que prover infra-estrutura, tem que haver segurança para o investidor, livre concorrência, impostos baixos etc. Isso mantém os preços estáveis, como acontece nos países mais adiantados, como EUA e Inglaterra, onde o governo não bota o dedo onde não é chamado.
Acabado o ano eleitoral, o governo não terá mais como intervir nos preços, o que faz de forma irresponsável, apenas para manter o status e conseguir a reeleição de DILMA. O país, que já está em recessão, muito provavelmente entrará em um período de hiperinflação. Quando o trabalhador receber o salário terá de correr para o mercado afim de comprar antes da próxima remarcação de preços, que será diária.
Vivemos sob a égide de um governo altamente corrupto. Vários ministros foram afastados, vários membros do PT foram presos; novos escândalos, como o da Petrobrás, aparecem a cada dia e a sociedade finge acreditar que a cúpula do governo NÃO SABIA DE NADA.
O que está acontecendo com o brasileiro? Será que nesses 12 últimos anos fomos condicionados a não mais condenar aqueles que praticam ilicitudes? Por que DILMA ainda permanece à frente nas pesquisas mesmo sabendo-se de seu caráter e de tudo o que ocorreu de escandaloso nos últimos meses?
E daí que vem o título desse texto. Dá-se o nome de “Normalcy bias ao estado interessante em que algumas pessoas ficam antes de grandes tragédias. Percebem as evidências, até analisam fatos e chegam a conclusão que a tragédia virá, mas um sentimento de “só acontece com os outros” faz com que permaneçam inertes e muitos acabem morrendo ou perdendo entes queridos. Há muita possibilidade SIM de ocorrer no Brasil o que já ocorre na Venezuela.
O mercado não é como a população. Ele não acredita em governos corruptos e incompetentes. Nos últimos meses temos visto que sempre que Dilma sobe nas pesquisas, as ações despencam. O sinal é claro. _O governo do PT, se continuar, vai quebrar o país. E empresários não ficam em países quebrados, e os que ficam não investem.
__Ótimo! Diriam alguns, que se autodenominam de esquerda. __Detestamos mesmo os capitalistas. Ok. Mas se os capitalistas forem embora como manteremos o nível de emprego necessário para suprir o crescimento populacional? E teremos que comprar as coisas produzidas em outros países. Mas como fazer isso sem dinheiro? Pois, sem emprego não há dinheiro etc.
Quando a crise chegar. E vai chegar, se o PT continuar no poder. O governo não vai se preocupar em te proteger, em colocar água em sua casa ou alimento na mesa da população. Estarão preocupados em salvar a própria pele e de seus “companheiros”. Aumentarão impostos, congelarão salários, expropriarão poupanças etc. Aqueles que se agruparem em torno dos “movimentos sociais” aparentemente terão relativa proteção do governo. Você é um desses? Sem terra, sem teto, sem qualquer coisa? Se não for cuide de se precaver.
Aécio Neves está em terceiro lugar nas pesquisas. Alguns dizem que é o candidato “menos pior” dos três principais. Infelizmente, tecnicamente ele não tem mais possibilidade de vencer as eleições. A não ser que cais outro avião, ou coisa do tipo. Resta-nos então MARINA Silva. Única real possibilidade de vencermos o PT e de pelo menos iniciarmos o ano de 2015 com alguma esperança de reverter essa situação.
É necessário retornar ao objetivo inicial de nossa empreitada. Conseguimos o que muitos duvidavam. Colocamos a re-eleição de Dilma em cheque. Desfaça-se de todo seu orgulho e volte-se para a única possibilidade possível.
É Obvio que não morremos de amores por Marina Silva. Passa ainda longe da candidata ideal para governar o BRASIL. Mas é a candidata IDEAL para derrotar DILMA ROUSSEF, e teremos pelo menos mais um pouco de tempo para reverter o quadro.
Robson A.D.Silva – Em Revista Sociedade Militar.
20141127888881. 19/09/2014.


14 de setembro de 2014

Direto ao assunto. Por que votamos em MARINA? e Por que votamos em AÉCIO?








Direto ao assunto. Por que votamos em MARINA e Por que votamos em AÉCIO.
Senhores colaboradores e leitores que nos acompanham ao longo desses poucos anos em que, junto com a sociedade esclarecida desse país conseguimos montar uma verdadeira rede de oposição. Com toda a certeza conseguimos movimentar a sociedade, usando técnicas diferentes das usadas por nossos inimigos, que são os inimigos da democracia e da construção de uma sociedade limpa e realmente justa.
A nossa oposição é fundamentada em pilares sólidos, entre eles o principal é a verdade. Temos sido criticados por alguns leitores sempre que expomos posições que divergem das suas. Mas não é por isso que comparecem a esse humilde veículo de comunicação. Somos um site pequeno, uma revista online pequenina diante de Veja, carta Capital, 27/7, em primeiro lugar porque não apelamos para adulação arregimentar leitores assíduos e em segundo lugar por não ser um veículo com fins lucrativos. O que recolhemos em forma de doações mal dá para custear o servidor que mantém o site.




Aécio e Marina.
Por enquanto Dilma Roussef está fora do Planalto, estamos numa situação melhor nessa guerra, mas há possibilidade do PT virar o jogo. Por isso é importante que estejamos atentos ao que vem abaixo.
Todos nós, desse grande grupo que cada vez mais cresce e deseja um futuro melhor para o Brasil, tínhamos como objetivo principal retirar o PT do governo. Acabando com o continuísmo criamos que poderíamos quebrar o contínuo “aparelhamento” do estado, para que não chegasse a um ponto em que não houvesse mais possibilidade de retorno. Mas, com a morte de Roberto Campos surgiram novas variáveis em nosso norte.

Pedimos aos leitores que estejam atentos ao que será dito, é a opinião da Revista Sociedade Militar.
Uma parcela considerável da sociedade de direita, conservadores, centro-direita e os que se denominam “não-esquerda”,  até mais do que a chamada aposição feita por pouquíssimos políticos que rejeitam esse governo, tem se focado em eleger Aécio Neves. Têm esse direito, e compreendemos sua motivação e até a empolgação ante a possibilidade de ver Dilma fora do cenário político, aliado a presença de um presidente oriundo de um partido que carrega o status de ter implantado o Plano Real.
 Outra parcela considerável dessa sociedade de direita, conservadores, centro-direita e os que se denominam “não-esquerda”, apóia Marina Silva para ocupar o cargo que agora é de Dilma Roussef. Eles vêem em Marina a materialização da meritocracia, já que ela veio de baixo até que alcançou, por méritos próprios, um lugar de destaque. Eles também enxergam em Marina Silva coragem, coragem por ter abandonado o Partido dos Trabalhadores para defender ideais próprios e hoje, para tentar equalizar uma proposta de políticas sociais progressistas com a única possibilidade de manter um país funcionando, que é manter uma política econômica ortodoxa e com pouco intervencionismo do estado. A proposta de Marina de dar independência relativa ao Banco Central marcou essa sua posição, e não há mais possibilidade de que agora volte atrás,  e muito menos no governo, se for eleita.
Ocorre que, com a iminente possibilidade de Dilma ser derrotada, nós mesmos, que compomos essa ampla e poderosa frente anti-PT, lutando agora por objetivos distintos daqueles estipulados no início, corremos o risco de colocar tudo a perder.
Com nossas denúncias, propostas, manifestos, abaixo-assinados e cartazes, postados insistentemente nas redes sociais e listas de e-mails, conseguimos realmente mostrar a grande número de pessoas que o PT deveria ser rejeitado. Alguns escolheram Marina e outros Aécio, alguns poucos foram para os candidatos chamados de pequeninos. Não podemos, a essa altura da guerra que travamos, apontar nossas armas para Marina, ou para Aécio, fazendo isso corremos o risco de fazer com que os eleitores que conquistamos retornem seu voto para Dilma Roussef. Devemos fazer o possível para manter esses eleitores onde estão, se conseguirmos pelo menos isso poderemos comemorar uma vitória, pois teremos alcançado nosso objetivo inicial que era retirar o PT do governo.
Já ouviram falar de guerra relâmpago? É uma tática usada pelos alemães na segunda guerra mundial, eles focavam todas as suas armas no sentido de "perfurar" as linhas inimigas e criar um ponto de ruptura. Todo "atrito" secundário com as forças inimigas era evitado. Se havia uma interrupção lateral era cercada e evitada sem o uso de muitas tropas, nesse caso atacava-se principalmente a comunicação e deixava-se para destruir o foco mais tarde. O exército como um todo permanecia concentrado no objetivo principal até que conseguisse entrar no campo inimigo com os blindados, se seguia a infantaria e a batalha era vencida.
Temos que manter nossa guerra relâmpago. Evitemos questões secundárias. Vamos acabar com o continuísmo petista. Depois cuidamos das outras coisas. É por isso que não perdemos tempo, aqui na Revista Sociedade Militar, em atacar Marina ou Aécio, permanecemos perseguindo nosso objetivo principal, que é mostrar Àqueles que ainda não decidiram, que o PT é a pior opção para o BRASIL.
Robson A. D. Silva – http://sociedademilitar.com.br

Revista Sociedade Militar

12 de setembro de 2014

Revista FORBES cita Dilma e cinco motivos para não REELEGER a candidata do PT.

Revista FORBES cita Dilma e cinco motivos para não REELEGER a candidata do PT.
Segundo a FORBES, nos últimos 20 anos, o Brasil passou por uma enorme transformação social e econômica, que culminou com o país ter tirado dezenas de milhões de pessoas da pobreza extrema, alcançando o sétimo lugar entre as maiores economias do mundo. As principais transformações começaram durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que foi eleito em 1994, e leva o crédito de ter derrotado a hiperinflação no Brasil.
O colunista da famosa revista norte-americana dá cinco motivos relevantes para que a população não mantenha Dilma no Planalto. Veja abaixo.
1 – O Brasil não cresceu como poderia e deveria durante o governo Dilma
Segundo o colunista, o último momento bom para o Brasil foi em 2010, quando a economia cresceiu 7.5%, com o Brasil sendo um dos maiores exportadores de produtos manufaturados e agrícolas, além de minério de ferro. Daí pra frente foi só o caos.  “É a primeira vez em cinco anos que a economia retraiu”, escreveu o colunista. “Até o fim de seu mandato neste ano, o crescimento esperado do Brasil debaixo do comando de Rousseff é de dois pontos percentuais a menos do que o crescimento médio da América Latina entre 2010 e 2014. É a primeira vez em 20 anos que o Brasil é deixado para trás comendo a poeira de seus vizinhos.”
2 – Maior empresa do País, a Petrobras está sendo seriamente danificada
Em 1997, a Petrobras ganhou uma nova força quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acabou com o monopólio estatal e abriu o capital da empresa para investimento privado, diz Antunes. Dez anos depois, a petroleiro descobriu o pré-sal, o que seria uma prova de que “Deus é realmente brasileiro”, citando uma afirmação do ex-presidente Lula. Sob o governo petista, a estatal tem enfrentado diversos escândalos. Além das investigações, o valor de mercado da companhia caiu de US$ 190 bilhões para US$ 119 bilhões em quatro anos. O colunista também critica o fato de a Petrobras ser utilizada para controlar a inflação, segurando reajustes nos preços de combustíveis e agregados
3 - Abordagem de Dilma para manter a inflação alta a fim de manter empregos é questionável - Um consenso dos analistas é que inflação e desemprego baixo funcionam quando há crescimento econômico, diz o colunista. No Brasil, a inflação tem piorado pelo fato de que nos últimos anos os salários têm aumentado em um ritmo constante, enquanto o lucro das empresas tem decrescido muito.
“Para Dilma Rousseff, a solução seria elevar os juros, apertar a política fiscal e permitir que os preços se ajustem, acelerando a inflação antes que a situação se normalize. Isso não é uma tarefa fácil, já que o consumo representa a maior parte da economia do País - 63%.” Antunes acredita, no entanto, que Dilma não tomará essas medidas, já que seria atípico para um “governo populista”.
4 - Dívida Pública do Brasil continua crescendo. Antunes diz que, apesar de a dívida pública do País ser relativamente baixa – cerca de 35% do PIB -, esse percentual tem crescido. “O orçamento federal está constantemente em déficit, e Dilma Rousseff se comprometeu a cumprir uma meta de superávit primário de 1,9% do PIB neste ano e 2% no próximo ano”, se reeleita.
Antunes ressalta que, nos primeiros seis meses do ano, o superávit primário atingiu o menor valor da história, R$ 29,4 bilhões,
5 – Dilma não promoveu as reformas necessárias para tornar a vida das pessoas, especialmente dos pobres, melhor. O PT se autoproclama como o partido que tem a missão de defender os pobres e os socialmente excluídos. As reformas necessárias para isso, no entanto, não têm acontecido no governo Dilma, afirma o colunista. Ele diz que o Brasil, além de não estar mais crescendo como deveria, reduziu sua distribuição de renda.

11 de setembro de 2014

Dinheiro repassado pelo governo incentiva apoio ao Hamas. Veja alguns dos repasses do GOVERNO. Você vai ficar mais indignado do que já está.





O PCO, Partido da Causa Operária, com  menos de três mil filiados, recebeu em 2013 a quantia de R$ 580.308,73. Em 2012 recebeu R$ 625.916,17, É Isso mesmo, mais de 1 milhão em dois anos. O PCO tem como eterno candidato à Presidente do Brasil o senhor Rui Pimenta.
Esse ano o PCO já recebeu pouco mais de 350 mil reais.
Em 2010 Rui Pimenta se candidatou para presidente da República, declarou ter gastado R$ 6.348,00 em sua campanha eleitoral, quando obteve 12 mil votos. Número insuficiente para eleger um vereador na maioria das grandes cidades do país.
Que lógica há numa legislação que permite que o dinheiro que sai do bolso do cidadão que paga impostos sustente esse tipo de coisa.

O partido da Causa Operária tem sido usado como plataforma para pregar o ódio contra policiais, incentivar a polarização da sociedade e até o apoio incondicional aos terroristas do Hamas.
Definitivamente esse país tem que mudar.

7 de setembro de 2014

recado









Norte americano especialista em Inteligência diz que QUEDA DE AVIÃO TEVE O Dedo da CIA. Artigo publicado em site de oficial do Exército Brasileiro confirma teoria. Criação do banco do BRICS teria enfurecido Washington e Wall Street.


Teorias conspiratórias? Pode ser que sim, mas levando em conta a importância dos veículos e autores dos textos, não poderíamos deixar de publicar. A avaliação fica a cargo dos leitores. Verdade seja dita, há algum tempo que se diz que Dilma contrariou “forças ocultas” multinacionais que conduziriam o quotidiano do planeta de acordo com seus interesses comerciais. Uma olhadela nas cotações das bolsas basta para ver que a possibilidade de derrota de Dilma fez com que investidores estrangeiros investissem mais no Brasil. Recentemente jornais europeus anunciaram em euforia que a próxima presidente do Brasil pode ser da chamada “terceira via”.

Repórter americano especializado em inteligência levantas questões interessantes.
Wayne Madsen foi oficial da Marinha americana, tendo trabalhado na NSA.
No último 30 de agosto foi publicado um artigo de sua autoria em uma revista online de inteligência. No artigo Madsen acusa a CIA de estar por traz do assassinato de Roberto Campos, segundo ele a re-eleição de Dilma contraria o interesse do capital financeiro internacional. Madsen, sem citar provas, diz no seu artigo que Marina Silva é um fantoche de Jorge Soros, o patriarca das campanhas de liberação das drogas no planeta terra.  Ele disse ainda que a morte de Campos seria parte da estratégia de Obama para tirar de cena presidentes progressistas. Ao que parece o repórter acha Dilma é progressista. Interessante notas também no texto de Madsen um linguajar peculiar, que pode revelar certo partidarismo, ele abusa de termos como imperialismo “norte-americano” e “terceira-via”
Vejam abaixo seu artigo publicado na revista online Strategic Culture Foundation.
Atenção, a tradução é nossa, e livre.
O acidente aeronáutico que matou o candidato brasileiro Eduardo Campos, que estava em segundo lugar, atrás do atual presidente Dilma Roussef, tem prejudicado gravemente as chances de Dilma ser re-eleita. O sucessor de Campos, a ex-líder do Partido Verde, Marina Silva, um fantoche de George Soros, agora tem uma boa chance de derrubar Rousseff em uma eleição de segundo turno. A Derrota de Dilma seria uma vitória para as atividades secretas do governo Obama que visam eliminar da cena presidentes progressistas da América Latina.
Uma revisão da história pós-Segunda Guerra Mundial revela que de todas as maneiras usadas pelos serviços de inteligência para eliminar as ameaças políticas e econômicas, o assassinato por acidente de avião é classificado em segundo lugar, à frente de acidentes automobilísticos e envenenamento, e só depois do uso de armas de fogo e munições, como modus operandi favorito da Agência Central de Inteligência para assassinatos políticos.
Os assassinatos aéreos de Secretário-Geral das Nações Unidas Dag Hammarskjöld, presidente de Ruanda, Juvenal Habyarimana, presidente do Burundi Cyprien Ntaryamira, Português primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro, presidente do Paquistão, Muhammad Zia Ul-Haq, primeiro-ministro indiano Sanjay Gandhi, o ex-senador pelo Texas John Tower, e o senador de Minnesota, Paul Wellstone têm em comum as marcas do envolvimento de uma ou mais agências de inteligência dos EUA, sempre visando pôr fim à carreiras políticas que ameaçavam os fundamentos do imperialismo norte-americano.

A América Latina, em particular, tem sido marcada por acidentes aéreos que mataram dois líderes que estavam determinados a se afastar da influência política americana, o presidente Jaime Roldós Aguilera, do Equador e o presidente Omar Torrijos do Panamá. Ambos os líderes morreram em 1981, com Roldós morrendo poucos meses antes de Torrijos. John Perkins, o autor de «Confessions of an Economic Hitman» e ex-membro da comunidade de inteligência dos EUA, apontou os EUA, como autor de ambos os assassinatos em acidente de avião.
Este histórico de envolvimento dos EUA em assassinatos aéreos torna a 13 de agosto, queda da aeronave Cessna Citation 560XLS em Santos, Brasil, que matou o candidato presidencial do  Partido Socialista Brasileiro, seus assessores, e a tripulação, muito mais suspeito. O momento do acidente, que ocorreu durante uma campanha eleitoral que favorecia uma vitória fácil para Dilma Rousseff, tem levantado questões significativas entre pesquisadores brasileiros e público em geral. 
Desde o sei lançamento em 1996, o modelo Cessna Citation 560XLS tem desfrutado de um histórico perfeito em matéria de segurança. A morte repentina de Roberto Campos inverteu a campanha presidencial brasileira de uma forma que pode beneficiar os EUA e a agenda de longo prazo da Agência Central de Inteligência para a América Latina.
Questões perturbadoras estão sendo levantadas sobre a propriedade da aeronave que carrega o número de cauda PR-AFA. Registros obscuros do avião, de proprietários e de registro, juntamente com a falta da gravação de voz do cockpit, graças a uma avaria aparente no gravador de voz da cabine do avião, tem levado um grande número de brasileiros a desejar saber se o avião foi sabotado pelos Estados Unidos. Ao invés de ter a gravação das conversas da tripulação de vôo de Campos, o gravador só tinha as gravações de voz de um vôo anterior.
O avião estava voando em rota de Rio de Janeiro - Santos Dumont para o Aeroporto de Guarujá, quando caiu em uma área residencial de Santos.
O avião era operado pela AF Andrade Empreendimentos e Participações, que tem sede em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, mas arrendado da Cessna Finance Export Corporation, uma divisão da Textron, uma empresa freqüentemente contratada pelas agencias de defesa e inteligência dos EUA. 
A Cessna é uma divisão da Textron. O gravador de voz com defeito foi fabricado por outra empresa ligada ao sistema americano de defesa e inteligência, a L-3 Communications. Os negócios da AF Andrade estão centrados em uma destilaria. Um porta-voz da AF Andrade disse que a aeronave, caríssima, não tinha sido vistoriada recentemente, e salientou que não tinha um registro perfeito de sua manutenção.
O National Transportation Safety Board dos Estados Unidos (NTSB) enviou uma equipe ao Brasil para investigar o acidente de avião. No entanto, o desempenho do NTSB sobre tais falhas como TWA 800 e 587 da American Airlines não é reconhecido, a agência só se destaca no acobertamento de ações criminosas.
Campos foi substituído na chapa por Marina Silva, que é uma queridinha da globalização Soros-financiada e movimentos da “sociedade civil”. Marina Silva, que é um adepto pró-Israel das Assembléias de Deus, é muito mais pró-negócios e pró-americano do que Dilma Rousseff do Partido dos trabalhadores brasileiros, de esquerda. Recentemente, Dilma Rousseff, junto com seus colegas líderes dos BRICS. Rússia, Índia, China e África do Sul, criou um novo banco de desenvolvimento que desafia a supremacia do Banco Mundial. A criação do banco enfureceu Washington e Wall Street.
Marina Silva pode estar gozando mais do que de um simples voto de simpatia do povo, recentemente confirmado nas pesquisas contra Dilma Rousseff. A presidente brasileira é vista por Washington como um adversário, especialmente depois que detalhes foram divulgados por Edward Snowden da enorme vigilância da Agência de Segurança Nacional sobre a presidente do Brasil. 
Se Rousseff for lançada em um segundo turno com Marina Silva, Aécio Neves, do Partido Social Democrata conservador afirmou que apoiaria Marina Silva, e ele vem em terceiro lugar. A aritmética política poder significar problemas para Dilma Rousseff, que provavelmente teria facilmente vencido se não tivesse ocorrido o avanço de Marina Silva para a cabeça da chapa do Partido Socialista. O vice-presidente de Marina Silva nessa corrida presidencial é Beto Albuquerque, cuja simpatia com termos como «sociedade civil» e proteção dos direitos humanos indica um pensamento condizente com Soros «educação».
O resultado favorável para Marina Silva como resultado da possível assassinato aérea de Campos e seus assessores traz muitas suspeitas sobre o papel da CIA na queda do avião, especialmente depois que impressões digitais da CIA foram descobertos em assassinatos aéreos presidenciais de Torrijos e Roldós em 1981. Em fevereiro passado o helicóptero presidencial normalmente usado pelo presidente do Equador, Rafael Correa, um forte opositor das políticas de Washington e um grande aliado de Dilma Rousseff, caiu nas montanhas em um vôo de Guayaquil a Quito. O Piloto pessoal de Correa foi morto no acidente. Correa, que estava se dirigindo a um comício de campanha, no momento do acidente, ressaltou que não estava programado para estar no voo. No entanto, a suspeita de sabotagem da CIA não pode ser suprimida entre a população equatoriana. 
Marina Silva está sendo apontado como candidata da «Terceira Via». Terceira Via é um movimento internacional que tem sido usado por políticos corporativos, muitos deles financiados por Soros.  Políticos mais notáveis ​​como terceiras vias incluem Bill Clinton, Tony Blair, da Alemanha, Gerhard Schroeder, do Canadá Justin Trudeau, Francês Prtesident François Hollande, o primeiro-ministro francês Manuel Valls, o primeiro-ministro italiano Matteo Renzi e ex-primeiro-ministro Romeo Prodi, de Portugal, José Sócrates, Israel Ehud Barak, e vários funcionários doa Socialistas Brasileiros, verdes e social-democratas, incluindo Marina Silva, Aécio Neves, o falecido Eduardo Campos, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No entanto, quando se torna vantajoso assassinar um a fim de promover o outro, não há nenhum problema para eliminar alguém como Campos, a fim de abrir caminho para um político mais popular (e controlado) como Marina Silva, especialmente quando os interesses de Israel e Wall Street estão em jogo.
O Cessna levando o primeiro-ministro Português Sá Carneiro, que caiu enquanto o primeiro- ministro estava voando para um comício de reeleição em Porto, destruiu as perspectivas futuras da esquerda da Aliança Democrática, porque o legalista Sá Carneiro que o sucedeu não tinha o seu carisma. Eventualmente, Mario Soares, da Terceira Via e pró-NATO, um «SINO», tornou-se primeiro-ministro e conduziu Portugal no caminho da «terceira via» subserviência a uma Europa unida e globalizada.O embaixador de Portugal na época da morte de Sá Carneiro era o agente da CIA Frank Carlucci, cujas impressões digitais foram achadas em 1961 no assassinato do ex-primeiro-ministro Patrice Lumumba, no Congo. Carlucci se tornou vice-diretor da CIA, e Conselheiro de Segurança Nacional e o secretário de Defesa no governo do presidente Ronald Reagan. Carlucci também é o presidente emérito do Grupo Carlyle CIA-unidos. A morte suspeita de Campos no Brasil parece ser uma cópia carbono de expedição rápida da CIA de Sá Carneiro, com Dilma Rousseff sendo derrotada na ação e Marina Silva e seus apoiadores globalistas como os grande beneficiários.
Original em inglês em: http://www.strategic-culture.org/news/2014/08/30/all-factors-point-cia-aerially-assassinating-brazilian-presidential-candidate.html
Tradução livre de Sociedade Militar. http://sociedademilitar.com.br





6 de setembro de 2014

ENTREVISTAS com candidatos para o legislativo 2014 - Revista SOCIEDADE MILITAR. Candidato a Deputado Distrital no Distrito Federal Major Arnoldo. Número 2511.

ENTREVISTAS com candidatos para o legislativo 2014 - Revista SOCIEDADE MILITAR. Candidato a Deputado Distrital no Distrito Federal Major Arnoldo. Número 2511.

Na entrevista realizada pela Revista Online Sociedade Militar pode-se perceber no Major Arnoldo um candidato lúcido, bem preparado e ciente de suas possibilidades como Deputado Distrital. Percebe-se também sua preocupação com o futuro do país. A entrevista nos leva a crer que há, da parte dele, uma preocupação especial com a educação, com um trabalho na base. Conheça um pouco mais desse candidato, que é militar da ATIVA, mas não se furta em também discorrer sobre a situação salarial dos militares das Forças Armadas. Entrevista muito interessante e elucidativa.

“... a criminalidade é muito  mais uma decorrência da falência do modelo educacional do que um problema de polícia propriamente dito...“, “Lamentavelmente, nós, militares das Forças Armadas, vivemos um verdadeiro descaso no que tange às políticas salariais...”

Série "CONHEÇA realmente seus CANDIDATOS e SUAS PROPOSTAS". A partir dessa semana iniciaremos a publicação de uma série de entrevistas com candidatos para cargos no legislativo federal e estadual que se apresentam como representantes do nosso público.

Entrevista com o Candidato a DEPUTADO DISTRITAL Major Arnoldo. Número 2511

Revista Sociedade Militar. Na mensagem convite para essa entrevista apresentamos a V.S.a o público que freqüenta o site Revista Sociedade Militar. Como dissemos, mais de 86% das pessoas que acessam o site e fanpage se define como de direita e 40% desejam que a família esteja em primeiro lugar nos projetos políticos de seus representantes (veja aqui).

Em seu programa de governo, divulgado em (link), o senhor toca bastante em assuntos relacionados com família, infância, educação etc. Qual será a prioridade de seu mandato? Há alguma coisa que o senhor consideraria como urgente?
Candidato Major Arnoldo - Seria irresponsável da minha parte se não assumisse essa bandeira como se fosse uma missão militar, e sabemos: missão dada, missão cumprida.
Na verdade não se trata de uma prioridade do meu mandato. Trata-se de uma prioridade nacional, que deve ser abordada seriamente pelas unidades da federação brasileira. Vivemos diversas conseqüências da ineficácia das políticas educacionais. Uma conseqüência que atualmente atinge a todas as camadas da sociedade é o caos que vivemos na segurança pública. A criança de hoje, o adolescente de hoje, o jovem de hoje, será o pai, o chefe de família do futuro. Assim, sinto-me convicto de que é nesse ponto em que se deve trabalhar o fortalecimento da família e, por conseqüência, da sociedade, já que a família é a célula mater da sociedade.
Eu acredito piamente, por exemplo, que a criminalidade está intrinsecamente relacionada com a má qualidade da educação ministrada para as nossas crianças, nossos adolescentes e nossos jovens. Eu creio que, se o estado prover educação adequada na primeira infância, conseguirá livrar o adolescente do assédio da criminalidade. Nesse contexto, é sabido que a primeira infância é a base para todas as fases da vida de um cidadão. Esse cuidado envolve não somente prover a sociedade com uma estrutura física adequada e recursos humanos capacitados, mas também prover mecanismos que assegure a manutenção dessa educação inicial durante as fases subseqüentes da vida dos cidadãos. Local de jovem é na escola. Uma escola que não se limite ao ensino acadêmico, mas que ministre princípios e valores que forjam uma sociedade justa, digna, composta por cidadãos competitivos e, que, busque identificar habilidades e vocações individuais dos alunos, direcionando-os e assessorando-os na formação de uma carreira profissional. A escola deve desenvolver o sentido de dever, a prática com compromissos, a responsabilidade com resultados, horários e com o cumprimento de obrigações. Por isso, defendo que uma escola deve valer-se de todos os mecanismos possíveis para educar e formar os cidadãos do futuro. O jovem precisa estar envolvido com algo que lhe faça pensar muitas vezes, quando for assediado pelo crime. Lamentavelmente, nas comunidades carentes, os jovens percebem o ato de ir e vir à escola como algo crucial. O ambiente escolar tem que ser um ambiente agradável, que associe teoria e prática com atividades físicas e esportivas. O jovem precisa se sentir atraído pela escola. Eu estou convicto de que a criminalidade só será reduzida a níveis aceitáveis se investirmos nas nossas crianças, nos nossos jovens. Lógico que políticas dessa natureza levam mais tempo para surtir resultados práticos, mas surtem resultados duradouros. Nesse sentido, uma política de rigorosa inibição e contenção da criminalidade deve ser aplicada imediatamente, mas como um remédio para amenizar a doença, porque a cura só ocorrerá em tempo maior e como decorrência de ações preventivas. Uma criança bem educada é menos vulnerável a criminalidade, constituirá uma família mais saudável e, família saudável, sociedade saudável. Família feliz, sociedade feliz. Aprendi muito cedo que a família é a célula mater da sociedade.
Outro aspecto que deve ser observado, no que tange à formação dos cidadãos do futuro, é que nem sempre uma pessoa está vocacionada ao ensino superior. É fácil verificar que muitos cidadãos são bem sucedidos em atividades profissionais que não exigem uma formação universitária. Fazer o que está vocacionado, reflete-se na prestação de serviços ou na elaboração de produtos de qualidade, além de trazer satisfação profissional e pessoal, por conseguir prover a própria subsistência e da família, a partir de uma profissão digna. Por isso, a escola deve buscar identificar e fomentar habilidades extraordinárias e vocacionais dos alunos.
A atividade educacional é estratégica para o fortalecimento da família, da sociedade e do país. Algo que para mim é inaceitável é o fato de o professor, em geral, receber salários absurdamente pequenos. Vivemos em um país em que um policial, apesar de ser mal remunerado, ganha salário maior do que os professores de base. A atividade policial é importante. O exercício dessa atividade traz riscos para o policial e sua família, portando deve ser bem remunerada. Mas como já dito, a criminalidade é muito  mais uma decorrência da falência do modelo educacional do que um problema de polícia propriamente dito. Todavia, a atividade educacional é basilar para a nação. A carreira de professor deve ser uma Carreira Típica de Estado, em função do seu valor estratégico para o país. Boa remuneração e garantias, reciclagens periódicas, visitas técnicas em países cuja educação seja modelo, são algumas propostas de melhorias. Isso precisa mudar drasticamente no DF e no Brasil. Essa, certamente, será uma frente de batalha que vou abrir e liderar.

Revista Sociedade Militar. Militares da reserva, esposas e dependentes realizaram algumas manifestações pedindo reajuste salarial. Nessas manifestações e em outros momentos, alguns fizeram declarações em que diziam que o governo federal ignora os militares, se aproveitando do regime diferenciado a que estes estão submetidos, o que inclui a proibição de realizar greve ou paralisações de caráter reivindicatório. Outros dizem ainda que a isso de soma uma espécie de revanchismo, já que vários membros do alto escalão federal nos últimos anos, inclusive a Presidente, foram sancionados nos anos 70 e 80 pelo governo então chefiado pelos militares.

A Forças Armadas estão diretamente subordinados ao executivo, inclusive o processo legislativo, no que diz respeito a reajuste de salários, não pode ser iniciado por deputados ou senadores, por força do artigo 61, que dá exclusividade ao governo federal para isso.

Muitos candidatos, principalmente militares ou da família militar, dizem que reconhecem que há certo “enfraquecimento” das Forças Armadas. Obviamente esse enfraquecimento inclui o mencionado abatimento moral causado por dívidas e poder aquisitivo cada vez mais baixo. Atualmente um piloto de caça, que tem a responsabilidade de conduzir uma arma que custa milhões de dólares, com poder de fogo capaz de destruir centenas de pessoas, ou seja um homem da mais alta confiança, com capacidade para passar na maioria dos concursos e assediado para ocupar cargos em várias empresas, recebe menos do que um condutor de elevador do Senado.

3 - Levando em consideração tudo isso, inclusive o citado artigo 61:
a)      O senhor concorda que existe esse abatimento moral causado pela perda de poder aquisitivo?
Candidato Major Arnoldo - Na verdade, o que a minha experiência pode testemunhar, não é um abatimento moral na tropa em função de salários baixos. Os salários são baixos e geram uma insatisfação muito grande. Salário, para ser digno, tem que ser minimamente capaz de propiciar a família condições mínimas de vida e possibilitar uma preparação para a vida inativa. Adquirir um imóvel que lhe possa prover o devido descanso, educar os filhos adequadamente para que estes possam construir família apoiadas e socialmente produtivas. Lamentavelmente, nós, militares das Forças Armadas, vivemos um verdadeiro descaso no que tange às políticas salariais. Não vejo exatamente um abatimento moral, mas vejo a tristeza estampada na face de muitos colegas de profissão que priorizam suas famílias e se sentem obrigados a migrar para outras áreas de atuação. Vi e vejo muitos militares migrarem para outras carreiras públicas e privadas em todo território nacional, em função dos baixos salários.
No que tange ao provável aproveitamento das condições legais que regem a profissão militar para negar políticas salariais adequadas, concordo. Na verdade, nossos políticos são essencialmente oportunistas, além de serem dados às práticas políticas de reeleição, fortalecimento partidário e de manutenção de poder. Nesse sentido, o fato de o militar estar impedido de se mobilizar politicamente, representa uma situação de comodidade, de economia de esforços para a classe política. Sabemos que os nossos políticos são pouco produtivos e só produzem em cima de interesses pessoais ou sob pressão de segmentos da sociedade que, por vezes, interessam ao político.
Lembro que, assistindo uma aula sobre relações internacionais, o professor, que era um diplomata de carreira, proferiu: “nas relações internacionais o que prevalece são os interesses. Quando os interesses são negados, o que vale é o talão de cheque e a dimensão das Forças Armadas”. Ou seja, recursos, riquezas, capacidade financeira e Força Armada de qualidade. Isso representa a verdadeira soberania de uma nação. Significa, também, dizer que cuidar das Forças Armadas, em um país descente, não cabe necessariamente a militares ou a políticos militares, mas sim ao poder político constituído. Entretanto, no Brasil, não temos bons políticos. Sinto-me triste de ter que fazer essa afirmação. Por isso, necessitamos nos fazer representar politicamente. Nesse contexto, vale ressaltar a grande parcela de responsabilidade que nós militares das Forças Armadas temos, no que tange ao descaso salarial, entre outros. Sabemos que a lei prevê a negação à filiação partidária e à prática de atividades políticas por militares da ativa das Forças Armadas, mas não lhes nega o exercício da cidadania. Sabemos, também, que militar não tem cultura de envolver-se com atividade política. Há anos vemos militares das Forças Armadas candidatarem-se a pleitos nas esferas locais e nacionais sem lograr êxito. A condição apolítica do militar associada a itinerância da atividade, leva ao fato de que uma grande parte dos militares não possuem títulos registrados nos locais onde estão morando, porque lá vão morar temporariamente. Tudo isso leva a falta de representatividade e o conseqüente enfraquecimento dessa importante classe profissional.
No que tange ao revanchismo acredito que as retaliações políticas de esquerda relacionando as Forças Armadas com supostas ilegalidades praticadas no passado, bem como a política salarial aplicada às Forças Armadas, é muito mais resultado de oportunismo do que mesmo revanchismo. Mas não está descartada essa possibilidade.
Revista Sociedade Militar - O senhor acha que como deputado distrital poderá de alguma forma influir positivamente para a recuperação salarial dos militares?
Candidato Major Arnoldo - Diretamente não, lamentavelmente. Entretanto, qualquer parlamentar local pode fazer ecoar e articular junto à sociedade civil e militar local, no sentido de mobilizar para cobrar respostas. Além disso, pode ainda o parlamentar distrital articular politicamente junto aos deputados federais e senadores do seu partido e da sua base aliada, no sentido de que seja gerada demandas parlamentares de interesse das Forças Armadas, das famílias civil e militar das Forças Armadas.
Revista Sociedade Militar - Algumas pessoas acreditam que, numa sociedade sadia, o dinheiro sempre é transferido mediante algum serviço que um cidadão prestou a outro, ou seja, a remuneração é atrelada a alguma forma de produção. Se o dinheiro é recebido sem ocorrer alguma produção, ele não gerou e nem gera riqueza, configurando apenas doação ou esmola.  Basicamente por isso se critica tanto os programas assistencialistas “perpétuos”. 

Em seu programa de governo o senhor menciona sobre “Criar mecanismos de estímulo que incentive os beneficiários do programa Brasil Sem Miséria a inscreverem-se nos cursos oferecidos”. 

- O senhor então concorda com a colocação acima?  

Candidato Major Arnoldo - Certamente. Todavia, na sociedade em que vivemos, negligenciada à décadas por interesses pessoais de políticos oportunistas, existe um grande número de famílias sem qualquer capacidade competitiva. Isso é uma realidade. Esse pessoal precisa ser recuperado e inserido na sociedade como ente produtivo e competitivo, que vai lutar pelo seu espaço. A inserção não pode ser baseada simplesmente em doação. A família deve ser ajudada em um primeiro momento e, na seqüência, capacitada a prover a própria subsistência. Imagine um filho que vê em seu pai um ser dependente e improdutivo que vai ao governo todo fim de mês buscar uma ajuda. Comparativamente, imagine um filho que ver seu pai trabalhar arduamente todo o mês para garantir o bem estar da família e a cada fim de mês recebe uma remuneração pelo trabalho que realizou. São exemplos o que arrasta. Lembremos disso.
Pelo que pude observar, os programas de assistência social desenvolvidos pelo governo ou continuados pelo governo, em geral, são bons, porém muito mal administrados. Falta gestão. Eu mesmo nas minhas andanças pelas cidades satélites do DF verifiquei várias situações de famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social e perderam o Bolsa Família, por exemplo.
Um outro grave problema da aplicação desses programas, reside no fato de que o governo só executa a parte relacionada com o auxilio financeiro. Existe uma parte desses programas que estão voltados para a contrapartida que o beneficiado deve ao estado. Ocorre que essa parte do programa não é simpática, não gera votos e, como já respondido em parte de pergunta anterior, nossos políticos são políticos de reeleição e, nesse caso, o voto é muito importante, é fundamental. O número de inscritos nos cursos do PRONATEC é muito pequeno comparado ao número de beneficiados pelo programa Brasil Sem Miséria e desses inscritos uma parcela muito grande desiste. Veja bem, ao parlamentar cabe legislar, portanto, quando temos parlamentares de má qualidade, as leis, normalmente, são viciadas por interesses. Por incrível que pareça, a legislação que trata sobre esse tema, permite essa flexibilidade. As poucas contrapartidas que existem não geram nenhum efeito positivo. Podemos citar como exemplo a freqüência escolar como regra para a manutenção do Bolsa Família. Ou seja, um aluno pode ser medíocre ou reprovado, mas se estiver presente não perde o auxilio. Precisamos de mais seriedade na aplicação desses programas, precisamos acabar com essa política de compra de votos. Uma política dessa natureza é fundamental para o fortalecimento da família e, família é célula mater da sociedade. Família saudável, sociedade saudável.

Revista Sociedade Militar -  Quais seriam esses incentivos?

Candidato Major Arnoldo - A primeira característica que se deve atribuir a um processo de capacitação, é a sua aplicabilidade. Nesse sentido, acredito que os cursos profissionalizantes do PRONATEC devem ser voltados à realidade e necessidade de cada região administrativa, visando à inserção dos alunos no mercado de trabalho, fortalecendo, assim, os vínculos com a comunidade local e ampliando a rede de produção. Nesse contexto, os moradores das áreas rurais precisão de atenção especial, em função do nível de escolaridade e faixa etária. Já estive em comunidades assentadas que só possuem a terra e nada mais. Iniciei recentemente a implantação de um modelo produtivo de hortaliças. Dali sairá a renda para a manutenção daquela família e os recursos para o melhoramento tecnológico e ampliação do modelo implantado. Vamos verificar a eficácia do modelo e implantar nas outras propriedades daquele local. Uma atitude que me chamou a atenção, foi o fato de o morador da propriedade onde vai ser implantado o modelo, por iniciativa própria, sugerir vários mecanismos de economia de recursos, inclusive, sugerir que a aquisição de alguns meios materiais que ajudariam no manejo, mas que custariam caro, fossem adquiridos com a renda da propriedade. É assim que militar trabalha, envolvendo as pessoas com a solução apresentada, fazendo-os parte do processo, como causa e efeito. Aquele senhor com certeza é um cidadão de bem que necessita de uma oportunidade, de um apoio, que deveria ser providenciado pelo estado. Mas até oportunidade tem que ser concedida com responsabilidade.


Revista Sociedade Militar - Algo a acrescentar?

Candidato Major Arnoldo - Sim. Primeiro que não podemos mais aceitar que política seja “coisa para pessoas de má índole”. Temos que acabar de uma vez por todas com essa “estorinha” de que política não é coisa para gente séria, para gente de bem. Política é e sempre foi uma atividade importantíssima para a sociedade, motivo pelo qual deve ser exercida por gente de bem, capacitada e envolvida com o crescimento do país. Segundo, é que não precisaríamos de representantes militares se vivêssemos em uma sociedade educada em um país liderado por políticos responsáveis. Mas diante da situação em que se encontra a política brasileira, temos que nos fazer representar. Nesse sentido, convido a toda a sociedade civil do nosso país, todos os militares da ativa, da reserva, reformados e, todos os membros das famílias civis que atuam nas Forças Armadas, a fazer parte dessa mudança de postura, regularizando seus títulos, ainda que morem em uma localidade por curto espaço de tempo e, que, se envolva com a política de seus estados, exercendo sua cidadania, participando na escolha e se colocando a disposição da sociedade como uma opção de representação. Temos que mudar essa postura política nacional. Devemos isso aos nossos filhos, a nossa família, ao nosso país.
Aqui no Distrito Federal temos um colégio eleitoral vinculado às Forças Armadas capaz de eleger vários deputados distritais e pelo menos um deputado federal. Falta-nos organização e mais cuidado com o assédio dos partidos políticos. Atualmente, estamos mesmo é servindo de degrau para que os partidos alcancem os coeficientes eleitorais e elejam seus candidatos de preferência, aqueles que vão manter o status quo político. Mais uma vez evidencia-se o caráter eleitoreiro, de fortalecimento partidário e manutenção de poder. Temos que nos organizar. Devemos nos organizar, sob pena de nunca conseguirmos a tão necessária representação política. Que Deus nos abençoe e nos ajude nessa árdua, porém nobre missão.
Fim da entrevista realizada com o Candidato Major Arnoldo, Candidato a Deputado Distrital no Distrito Federal, número 2511.


O candidato Major Arnoldo é oficial de carreira da Força Aérea Brasileira (FAB), em serviço ativo, com 26 anos de efetivos serviços prestados. Tem 43 anos é casado, pai de dois filhos, um de 18 e outro de 11 anos de idade. Durante os 26 anos de carreira fez dois cursos de formação militar e um de pós-formação militar, além de um bacharelado e três pós-graduações: Curso de Formação de Sargentos Especialistas da Aeronáutica (CFS), Curso de Formação de Oficiais Especialistas (CFOE), Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAP), um Bacharelado em Ciências Contábeis (UFPE), uma pós-graduação em geoprocessamento (UNB), uma pós-graduação em Relações Internacionais com ênfase em Comércio Exterior (UNICEUB) e uma pós-graduação em Gestão Pública (UFF). Ao afastar-se para concorrer ao pleito de Deputado Distrital interrompeu o Concurso Preparatório ao Curso de Comando e Estado-Maior.
A carreira como Oficial foi, até a presente data, cumprida em Brasília, em órgãos de grande comando: no Ministério da Defesa (MD), no Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR) e no Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA). Nesse período, exerceu, ainda, a função de coordenador do Curso de Formação de Oficiais Especialistas (CFOE FOT), onde atua como instrutor deste o ano de 2002. Participou de várias missões nacionais e multinacionais, representado o Brasil, o Ministério da Defesa e a Força Aérea Brasileira. Participou, ainda, de aproximadamente trinta operações e exercícios militares conjuntos, ora por ocasião dos planejamentos nos níveis operacionais e táticos, ora na execução das ações planejadas, compondo seções de Estado-Maiores dos Comandos Conjuntos ou da Força Aérea Componente.

  1. Desde 2006 até hoje, exercendo diversas funções no COMGAR e no COMDABRA, voltadas para o planejamento de operações e exercícios conjuntos, combinados e singulares;
  2. Representante do Ministério da Defesa na Comissão de Cartografia Militar – COMCARMIL, Brasília, 2002/2006;
  3. Representante do Ministério da Defesa na Comissão de Meteorologia Militar – COMETEMIL, Brasília, 2002/2006;
  4. Observador Militar do Projeto Científico denominado TROCCIBRAS realizado pelo Instituto de Pesquisas Meteorológicas – IPMet da Universidade de São Paulo – UNESP e Deutsches Zentrum Für Luft-und Raumfahrt – DLR, da Alemanha, Araçatuba, 2005;
  5. Representante do Ministério da Defesa junto ao Grupo de Trabalho Estação de Recebimento de Dados Orbitais – GT ERDO, do Gabinete de Segurança Institucional– GSI e Comitê Executivo da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional – CREDEN, Brasília, 2005;
  6. Observador Militar do componente de aerolevantamento do Experimento envolvendo o lançamento de balões estratosféricos, realizado pela Agencia Espacial Brasileira– AEB e o Centro Nacional de Estudos Espaciais – CNES da França, Timom, 2005;
  7. Observador Militar do componente de aerolevantamento do Experimento envolvendo o lançamento de balões estratosféricos, realizado pela Agencia Espacial Brasileira– AEB e o Centro Nacional de Estudos Espaciais – CNES da França, Timom, 2004;
  8. Representante do Ministério da Defesa junto à equipe do Ajuste Complementar entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América, para elaborar o Acordo de Cooperação Técnica e Científica entre o Brasil e os Estados Unidos da América, na área de pesquisa cientifica ambiental no Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia –LBA, Brasília, 2003;
  9. Suplente do Representante do Ministério da Defesa Junto a Comissão Nacional de Cartografia – CONCAR, Brasília, 2000/2002.

Atuou, por último, nas Operações subsidiárias e complementares Ágatas 1 a 7, Papa Francisco, Copa das Confederações e Mundial 2014, em que operaram conjuntamente Forças Armadas, policias militares, polícias civis e polícia federal, além de agências como ABIN, ANAC entre outras.
Antes de se candidatar, o Major Arnoldo estava servindo no Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), de onde foi afastado, a pedido, para concorrer ao pleito de Deputado Distrital pelo Distrito Federal;

Revista Sociedade Militar. 

GENERAL manifesta apoio a MARINA SILVA, reclama os esquerdistas do 247. Será mesmo verdade?.


GENERAL manifesta apoio a MARINA SILVA, reclama os esquerdistas do 247. Será mesmo verdade?.
Hoje o jornal 247, como sempre com suas margens forradas de comerciais de instituições ligadas ao governo, como Caixa Econômica e Petrobras, resolveu atacar mais uma vez a candidata Marina Silva. No seu artigo de capa o 247 faz uma tremenda confusão pois resolveu usar o clube militar para atacar a candidata. O articulista parece acreditar que, dizendo que o Clube dos Oficiais apóia a presidenciável Marina, a sociedade verá Marina com maus olhos. Como se os militares fossem maus vistos pela sociedade e sua opiniões fossem consideradas como equivocadas. Sabemos que na verdade é o contrário, cada vez mais os militares fazem crescer sua reputação de sensatos, recebendo o apoio da população e permanecendo entre as categorias mais admiradas.
Das duas uma, ou o articulista da revista online não sabe interpretar um artigo simples, em linguagem corriqueira ou realmente tentou distorcer o texto de autoria do General Clovis Purper Bandeira.
Quem teve o trabalho de ler o material publicado no site do Clube Militar pôde perceber que Marina é ali criticada diversas vezes, veja um pequeno extrato.
“Sua figura messiânica, suas declarações vagas, suas promessas iniciais muito generosas, mas fora do alcance do cofre nacional, acenam com uma “nova política” misteriosa, mistura de propostas esquerdistas e ambientalistas, entre as quais maior participação direta, governar com pessoas e não com partidos, participação direta popular no governo, por meio de plebiscitos e consultas populares (cheiro de bolivarianismo), criação de conselhos do povo (cheiro dos sovietes petistas), orçamento participativo etc.”
“Cálculos preliminares orçam suas promessas – entre as quais 10% do orçamento para a saúde, outros 10% para a educação, aumento da bolsa esmola, do efetivo da Polícia Federal – em quase 100 bilhões de reais por ano, cuja origem não é esclarecida.”
Na verdade se o Clube Militar descesse do muro e tomasse realmente partido a favor de um candidato, este seria enormemente beneficiado. Pois, por mais que a imprensa tente omitir isso, grande parte da sociedade permanece em expectativa, aguardando que as categorias tidas como mais sensatas manifestem sua opinião.
Ao final do texto o general deixa implícito que o que o Clube deseja é que DILMA saia o mais rápido possível do governo, independente de quem seja o próximo ocupante do cargo mais importante do país.
Faz-se o possível para retirar o mal que aí está, já que não há candidato ideal. Marina Silva tem seus posicionamentos estranhos, é verdade. Porém, do outro lada está Aécio, que tem ao seu lado um vice que foi motorista de Carlos Mariguela, tendo participado ativamente de ações que visavam implantar uma ditadura comunista no país e membro do PCdoB por muito tempo, tendo-se depois filiado ao PMDB.
 O general termina seu texto com? “A desilusão popular procura o novo. As mudanças podem ser para melhor ou para pior, desde que interrompam a malfadada corruptocracia instalada no poder pelo lulopetismo. Como está não pode continuar. Há expectativa de que novos rumos e novos governantes tragam melhores dias e maior esperança para os eleitores desiludidos.”
Robson A.D.Silva – http://sociedademilitar.com.br