30 de setembro de 2014

Luzardo diz: “o Alto Comando das FFAA perdeu o poder de negociar junto ao Executivo “ Série Conheça seus CANDIDATOS - Entrevista com IVONE LUZARDO.

Luzardo diz: “o Alto Comando das FFAA perdeu o poder de negociar junto ao Executivo “ Série Conheça seus CANDIDATOS - Entrevista com IVONE LUZARDO.

Em meio a uma árdua campanha, a Candidata Ivone Luzardo nos cedeu um pouco de seu tempo e responde alguns questionamentos relevantes e de grande interesse não só para a família militar brasileira.

Revista Sociedade militar - Candidata Ivone, é sabido que a senhora organizou e participou ativamente de um grande número de movimentos em prol dos salários dos militares. Alguns desses repercutiram bastante, como o que ocorreu em Copacabana. De todos esses atos, alguns maiores, outros menores, há algum que a senhora consideraria como MEMORÁVEL? Pode dizer por quê?

Ivone Luzardo – Antes de tudo, gostaria de agradecer a oportunidade nesta que vem se tornando a mídia mais expressiva no que diz respeito aos assuntos de interesses dos militares. Tentarei ser objetiva a fim de tornar a tarefa do leitor a mais agradável possível.

O panelaço memorável certamente aconteceu em 2005, quando estávamos acampadas na Esplanada dos Ministérios há quase dois meses e o governo Lula sempre negando nossa ínfima reposição salarial. Todas as mulheres entraram em um ônibus que veio de Anápolis para participar do PANELAÇO DA BATALHA NAVAL DO RIACHUELO. Pela manhã, protestamos em frente ao Grupamento dos Fuzileiros Navais e após o almoço invadimos o Palácio do Planalto. Fizemos um “Cavalo de Tróia”. Entramos com um ônibus cheio de mulheres. Pegamos os seguranças desprevenidos. Só ouvimos quando um deles gritou: “Socorro!!! As mulheres dos militares invadiram o Planalto!!!” Foi um alvoroço muito grande. Nenhum deles conseguiu nos conter. Lembro quando a Goretti, conselheira fiscal da UNEMFA, pegou uma panela e encheu com a água suja do espelho d’água existente no Palácio do Planalto,molhando os seguranças que tentavam nos impedir. Foi nesse dia que se abriu, pela primeira vez, a faixa do IMPEACHMENT endereçada ao Lula e  seus mensaleiros. Estávamos profundamente indignadas por estarmos acampadas por mais de dois meses, reivindicando reposição salarial para nossos maridos e osjornais noticiando o governo Lula distribuindo “mensalão”. Acabamos por impedir, também, a troca da bandeira.Não deixamos a solenidade acontecer!!!
Importa ressaltar que esse acampamento, com duração aproximada de 70 dias na frente do Congresso Nacional, foi o movimento que trouxe maiores reflexos para a nossa classe. Posso dizer que o aumento de 2005 foi sensibilizado pela atuação daquelas famílias que ficaram, junto comigo, em condições hostis, por todo aquele tempo. Aquele movimento teve repercussão nacional e internacional. Foi difícil, mas necessário. Pioneiro nesse tipo de manifestação, acabou sendo imitado por outras classes. Já faz quase dez anos. Quando me lembro destes momentos, me inspiro para continuar o que sempre fiz para deferir justiça a quem só tem deveres e muitos os direitos negados – nossos heróis militares. Quem conhece minha história, e não estória, sabe que não estou nessa como oportunista, o que nos remete a ficarmos mais atentos quanto à qualidade de alguns candidatos que surgem nesta época. Não suporto ver os militares enganados!

Revista Sociedade militar – Candidata Ivone Luzardo, nos últimos meses a senhora esteve presente em várias reuniões realizadas entre a família militar e membros do Ministério da Defesa. Em uma dessas reuniões o senhor Ari, alto funcionário do Ministério da Defesa, disse que iria ao Planejamento e que após isso a família militar receberia respostas concretas sobre várias questões colocadas. Lembramos que na citada reunião a senhora chegou a dizer que havia militares no limite. Suas palavras, entre outras, foram: "A que ponto deixaram chegar os militares. Se isso não é revanchismo é o que?". Poucos dias depois a senhora postou um vídeo em que cobrava do Ministério da Defesa as respostas prometidas. Questão: A família militar, ou pelo menos os líderes ali presentes, receberam alguma resposta?

Ivone Luzardo – Veja (risos), quando aquele pessoal me vê parece que vão ter um problema de saúde. Objetivamente, sim! Contudo, a resposta só veio porque fui atrás do Sr Ari Matos, no dia 30 de abril de 2014, para ter uma posição. Mas o que me irritou profundamente neste contexto foi que o MD teve mais de quatro anos para articular e deixou pra fazê-lo no último momento, quando não havia mais tempo hábil. É sempre assim. Mas eles não perdem por esperar. A resposta virá nas urnas contra esse governo revanchista. O principal assunto na mesa foi pagamento da diferença remuneratória dos 28,86%. Depois de uma verdadeira via crucis foi enviado para o Ministério do Planejamento uma solicitação para inclusão do referido pagamento aos militares em 2015. Não contente, fui atrás da Ministra Miriam Belchior (MPOG) que me deu a notícia de que a LOA 2015 já estava fechada. Em outras palavras, os militares ficarão mais um ano a ver navios. Se não retomarmos os trabalhos, ano que vem, ficaremos mais outro ano e mais outro .... Olha, aquele pessoal (cargos de indicação do PT) não tem interesse nem profissionalismo (atributos tipicamente militares) para resolver nossas questões. Nem querem! Só no Ministério da Defesa esse assunto ficou parado por vários anos. Enrolação mesmo! Vejam, é extremamente necessário pressionar politicamente nossos interesses. Já tomei muito chá de cadeira e não na cara para ter um simples acesso às autoridades. Agora, como Deputada, a coisa ficará diferente. Vocês percebem como nós, militares, temos que ter representantes? Como simples presidente de associação já os deixei de cabelo em pé, imaginem depois?

Revista Sociedade militar – Candidata, no nosso ponto de vista os dois últimos anos foram incomuns. A família militar parece que está cada vez mais politizada. Entre alguns momentos memoráveis, citamos: O grande abaixo assinado encabeçado pelos sites Montedo, Sociedade Militar e Portal Militar, que reuniu algumas centenas de milhares de assinaturas no site do Senado e repercutiu na grande mídia, a Genial Manifestação em Copacabana, encabeçada pela associação que a senhora preside, a UNENFA e o confronto entre os representantes das associações e membros do Ministério da Defesa, já citado na pergunta acima. Não poderíamos deixar de mencionar, algo de enorme significância, a enorme movimentação nas redes sociais. Só a senhora tem mais de 5 mil seguidores em sua rede, isso é incrível. A Revista Sociedade Militar tem mais de 10 mil colaboradores na Fanpage e obtém, só na Revista Online, em média de 350 mil visualizações de artigos mensalmente. Outros sites como Montedo.com também tem um público gigantesco, e cada vez mais exigente, o que mostra que as coisas estão mudando. A família militar está cada vez mais ativa, politizada e ávida por informações detalhadas sobre o que ocorre na política.

Questões: - O que a senhora acha dessas mudanças, de disso tudo que está acontecendo?

Ivone Luzardo – Olha, isso é ótimo! Em minha opinião, esse hiato ocorreu porque o Alto Comando das FFAA perdeu o poder de negociar junto ao Executivo e fez questão de afastar os militares da política por muito anos, o único viés que pode nos dar respostas satisfatórias aos pleitos almejados.  Não condeno! Mas também não aceito tanta inércia. Cada momento da história exigiu uma ação. No nosso DNA está a disciplina e acreditar em nossos comandantes é sinal de espírito de corpo, atributos que fazem a diferença em nosso favor. O que ocorre é que temos que jogar o jogo e nos enquadrar as novas conjecturas. Ou seja, temos que ter representação política! Vide o exemplo acima. Acredito em nossa capacidade de organização. Acredito, agora que saímos da inércia, vamos fazer a diferença. Tenho muito orgulho de ser pioneira nisso tudo. Tenho planos grandes. Ponto pacífico é a criação do nosso partido com diretórios em todos os Estados. Outro ponto é a valorização da mídia que tem nossos princípios, que fale para o nosso público, o que tem ganhado corpo na nossa querida Revista Sociedade Militar e outras citadas nessa entrevista. Acredito que podemos dar os rumos certos para esse país!

- A senhora acredita que esse é o momento, que em 2014 iniciaremos a formação de nossa bancada parlamentar?

Ivone Luzardo – Certamente já demos um grande passo, mas insisto: temos que nos organizar! Não podemos dividir votação e não entrar ninguém. É concentrar meios no ataque principal!

Revista Sociedade militar – Candidata, é sabido que deputados federais e senadores não podem propor reajustes salariais para os militares. Por força de lei isso é prerrogativa do Executivo, o que concorre para tornar o deputado federal uma nulidade no que diz respeito à maior carência dos membros das Forças Armadas. Se não for audacioso e articulador o parlamentar corre o risco de ser um mero expectador que não pode ajudar a categoria que o elegeu. Nesse quesito entende-se que a quantidade de deputados, federais, estaduais e distritais, fará grande diferença, pois somente assim haverá possibilidade de pressionar o executivo, inclusive com o uso da força política para a mobilização da sociedade militar nos estados e Distrito Federal.

A senhora inegavelmente é uma das grandes articuladoras da família militar. Candidata, percebe-se muito interesse dos militares e familiares em participar ativamente desse pleito. A senhora acredita que nos próximos anos, com a presença de políticos militares nos estados e em Brasília, a situação dos militares vai mudar para melhor?

Ivone Luzardo – Sim, por tudo que foi dito anteriormente. É muito diferente você ter uma manifestação sem apoio de figuras do legislativo. Veja a audiência que conseguimos no Ministério da Defesa. Se não fosse o apoio do senador Paulo Paim, que promoveu duas audiências públicas, permitindo ecoar nosso grito de socorro, não teríamos efetividades nas discursões de nossos pleitos. Lembrando aqui de um detalhe dito pelo próprio Senador, de que o Dr. Ari Matos, só iria nos receber porque ele, o Senador, se faria presente. Isso me indigna muito! Eu não estou aqui para pedir favor a ninguém. Eles têm obrigação de fazer porque são pagos pra isso e com o dinheiro dos nossos pesados impostos. O Deputado Izalci Lucas, aqui do Distrito Federal, somou significativamente conosco ao propor a criação de uma Subcomissão Especial, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional,que tem como objetivo acompanhar a política salarial dos militares da ativa e da reserva.Porém, é preciso fortalecer essa comissão com um número expressivo de deputados e senadores.Para tanto, há sim necessidade de construirmos um grande projeto rumo a 2018. Iniciaremos agora como Deputada Distrital que requer um número menor de votos. Executaremos um excelente mandato com ética e muita transparência para, em 2016, já apoiarmos às candidaturas dos nossosrepresentantes.Futuramente, em 2018,teremos uma bancada mais forte. Com os parlamentares militares a ajuda será efetiva. Não terá tom de favor e sim de obrigação. Cabe dizer que temos muitas áreas para trabalhar, tais como: auxílio moradia, aumento na cubagem de transferência, reajuste do salário família (digno), incentivo na multiplicação e investimento nos Colégios Militares e muitos outros que contribuem para o salário indireto. O salário indireto (benefícios de toda ordem) são muito mais fácil de emplacar. Trabalho esse que prosseguirá lado a lado com a reposição das perdas salariais.
                                          
Revista Sociedade militar – Candidata, quais serão suas principais bandeiras?

Ivone Luzardo – Acabei adiantando algumas na pergunta anterior, mas, fora as descritas anteriormente, são:

1)Articular e defender os interesses dos profissionais Militares das Forças Armadas/Auxiliares junto ao Congresso e outros órgãos públicos, tais como:
 -recuperação de perdas salariais;
 -tratativas da MP 2215-10;
 -o pagamento integral da diferença remuneratória dos 28.86%;
 -a reestruturação do plano de carreira;
 -a defesa das pensionistas de militares cujos processos se encontram tramitando no TCU sem a devida celeridade; e muitos outros.

2)Efetivar a Bancada Militar no Congresso Nacional em 2018, apoiando candidaturas em 2016 e 2018 de Militares e familiares comprometidos.

3) colocar em prática o projeto “Segurança ao Cidadão = Respeito e Valorização Profissional aos Militares das Forças Armadas/Auxiliares do Brasil”.

4) e outras na área de atuação do Deputado Distrital aqui no DF, tais como: Valorização das carreiras no setor de segurança do DF: PM, Bombeiro e Polícia Civil, efetivar o Projeto: “Eu quero morar no DF” que promoverá a venda de menor fração de terras públicas, com infraestrutura e preços populares, e muitos outros.
Além das bandeiras acima descritas tenho compromisso com a economicidade da gestão pública, a ampliação e melhoria do sistema de saúde e a redução de carga tributária distrital.


Revista Sociedade militar – Candidata,  Em um de seus cartazes se lê: “A mulher do Panelaço, princípios e valores inegociáveis”. Quais são esses princípios e valores?

Ivone Luzardo – Eu represento os militares e seus princípios e valores. Eles são inegociáveis. Não foi atoa que me apaixonei por essa classe. A retidão do caráter, a correção de atitudes, o interesse coletivo acima do individual, o compromisso com a verdade, a lealdade, a transparência e o Brasil acima de tudo por fim, são os princípios e valores que nos diferem da classe política atual. Por isso, queremos apresentar uma nova política.

Revista Sociedade militar – Candidata, esteja a vontade para fazem mais alguma colocação.

Ivone Luzardo – Nesse meio você tem que estar sempre lembrando quem você representa. Eu represento o esteio desta nação. Represento quem segurou firme os caminhos brasileiros quando, na nossa história, algo decisivo poderia nos levar para o abismo. Quando, na independência, várias revoltas queriam pulverizar a unidade brasileira, Caxias assegurou a integridade nacional. Quando na Guerra do Paraguai iríamos perder importante parte da região Sul, as FFAA agiram com destemor. Quando, na criação da República, outras tantas revoltas quiseram fatiar o território brasileiro, lá estávamos também. Quando quiseram instaurar, a força, o falido regime Comunista, impedimos de igual maneira. Quando os compromissos internacionais puseram à prova a credibilidade brasileira (Missões de Paz, pacificação de comunidades para os grandes eventos, os grandes eventos propriamente ditos), foram os militares que tiveram a frente.  Eu represento a classe que mesmo sendo achincalhada por alguns setores da sociedade sempre serviu e sempre servirá, verdadeiramente, ao BRASIL sem nem mesmo Dele esperar compreensão. Deus quando criou este país deve ter dito: “Vou te dar um guardião e eles se chamarão MILITARES”!

MILITARES, eu conheço os seus feitos e as suas histórias, sei o que passam, bem como suas famílias, não de ouvir falar. Mas de sentir e de vivenciar. Sinto o mesmo remoer ao ouvir as fétidas e repugnantes vozes da Comissão da Palhaçada (verdade) ao acusarem nossos heróis de salvarem esta nação. Estou e sempre estive com vocês sem nunca auferir lucro em meu ativismo! Fiz tudo com muito amor e idealismo e espero que vocês estejam comigo também no próximo dia 5 de outubro para mais um grande panelaço!

Até breve! IVONE LUZARDO 54700.

28 de setembro de 2014

GOLPE MILITAR! Um pelotão inteiro de Militares pode ocupar o Congresso.






GOLPE MILITAR! Um pelotão inteiro de Militares pode ocupar o Congresso.

Essa semana é decisiva para a definição da bancada que habitará o Congresso nos próximos quatro anos. A sociedade brasileira nunca esteve tão polarizada e as redes sociais merecem destaque nos últimos meses, foram os responsáveis pela divulgação de uma gama enorme de informações sonegadas pelos grandes veículos de comunicação. Os militares foram colocados em evidência pelo próprio governo atual, já que foram literalmente “metralhados” pelas chamadas comissões da verdade. Contudo, isso surtiu um efeito contrário, já que os soldados acabaram na verdade consagrados em diversas pesquisas como membros das instituições mais confiáveis do país, e foram defendidos por uma grande parcela da sociedade que considera que as Forças Armadas impediram que o Brasil se tornasse um país comunista.  
A partir dessa popularidade conquistada pelos feitos do passado e pelo comportamento que até hoje permanece exemplar, os militares e familiares partiram pra cima da disputa eleitoral. Como dizem, eles querem ENDIREITAR o país. Nesse pleito serão mais de 60 candidatos oriundos das Forças Armadas. Entre eles há 3 Generais, dezenas de coronéis, subtenentes, sargentos e familiares.
Lembramos que há pouco tempo alguns diziam que “militar não se mete em política”. Isso é algo paradoxal, destoa da realidade atual. A profissão militar possibilita aos soldados um conhecimento amplo e estratégico de nosso país. Aliando isso ao juramento de defender a pátria mesmo com o custo da própria vida, se torna uma obrigação participar do processo político, seja se candidatando, ou colaborando para que sejam eleitas pessoas lícitas e dignas de representar a sociedade no Congresso e Legislativos estaduais. No momento em que vivemos não ah espaço para abstenção ou neutralidade.
Para tristeza da esquerda a sociedade de DIREITA tem apostado suas fichas nesses nomes. Estivemos presentes em um evento do Partido Militar ocorrido ontem (27/09) no Rio de Janeiro, e foi interessante constatar que havia muitos civis, inclusive compondo a mesa. O evento foi presidido por Gerson Paulo, presidente do PMB – RJ e contou com a presença de um general, um bispo, professores, coronéis etc.
Verdade seja dita, se pelos menos a metade dos candidatos militares forem eleitos pode haver uma sensível mudança na condução não só das negociações de assuntos ligados aos militares, mas também de questões como DESARMAMENTO, MAIORIDADE PENAL, MERITOCRACIA, LEI DE ANISTIA etc.
General e vários candidatos MILITARES participam de CONFERÊNCIA do Partido Militar no Rio de Janeiro.
Revista Sociedade Militar






   Um evento nesse sábado (27/09/2014) no Clube de Sargentos da Marinha reuniu mais de 400 pessoas no Bairro da Penha , Rio de Janeiro. Os candidatos, apoiadores e colaboradores do Partido Militar Brasileiro se reuniram para uma conferência. Foi também distribuido material de campanha para uso nessa última semana antes do pleito.
     Logo na abertura o Presidente do Partido Militar, Gerson Paulo, disse que o PMB oferece uma nova proposta política para reconstruir o BRASIL. Ele ressaltou que não recebem financiamento de nenhum político profissional ou empresário, e que tudo o que tem se realizado na campanha sai do bolso de pessoas simples e comprometidas com a construção de um futuro melhor. Gerson disse: “Nós vamos oxigenar o cenário político brasileiro”.
  O partido, como sempre faz, iniciou o evento com a oração do Pai Nosso e o cântico do Hino Nacional Brasileiro. Mostrando o comprometimento com princípios cristãos e patriotismo.
   Chamou também bastante a atenção o discurso do humorista Castrinho, que é candidato a Deputado Estadual pelo PRB (RJ - Castrinho 10110). Castrinho  surpreendeu algumas pessoas, que não conheciam sua face séria e política, ele mostrou possuir uma posição firme contra o comportamento do governo federal.  Castrinho fez uma piada sobre homossexualismo e a confusão que isso causa na mente das crianças, e deixou bem claro que acredita que o Partido dos Trabalhadores tem jogado contra os interesses do nosso país. O humorista disse que o Brasil tem portos deficientes, mas Cuba tem um porto de última geração, construído com o nosso dinheiro. Veja o vídeo abaixo.
   O presidente do PRTB do Rio de Janeiro deixou bem claro que o partido anda de mãos dadas com o PMB, e que estará auxiliando na sua regularização. Jimmy Pereira disse que acha importante que o PMB esteja pronto para entrar efetivamente na disputa o mais rápido possível, e que eleja vereadores no próximo pleito, com vistas a construir uma bancada maior no Congresso já em 2018.
  O partido Militar é um partido jovem. Gerson Paulo (2838), o presidente está na casa dos 40 e já é mestre em direito. Os outros principais candidatos, Bruno Nascimento (5100) e Sargento Feliciano (28016), são ainda mais jovens. Eles têm coragem, disposição, são preparados e tem um potencial incrivel. Sua campanha, mesmo sem grandes colaboradores, foi realizada de forma brilhante e inovadora. Em poucos meses eles conseguiram centenas de milhares de compartilhamentos em seus textos e vídeos nas redes sociais, onde concentraram seus esforços. O Sargento Feliciano, que é candidato a deputado estadual, conseguiu em seus vídeos a incrível incrivel marca de 145 mil visualizações em seu canal no Youtube. Bruno nascimento tem um canal no Facebook com mais de 88 mil seguidores e Gerson Paulo tem dezenas de vídeos postados em redes sociais que alcançam centenas de pessoas todos os dias.
Consideramos que seja praticamente certo que esse ano os militares iniciarão a formação de sua bancada militar nos Congresso e nos estados da federação.
   O General Abreu, que compareceu como convidado ao evento, é candidato a vice-governador do Rio de Janeiro e tirou várias fotografias com os candidatos Gerson PauloBruno Nascimento e Sargento Feliciano. O Militar, agora na reserva, fez questão de dizer que seu pai foi CABO e se mostrou bastante simpático à consolidação do Partido Militar, se referindo a este como "nosso Partido Militar".
    A certeza que obtivemos após ter assistido ao interessante evento é de que os militares das Forças Armadas finalmente conseguiram se organizar politicamente. E que isso, muito mais cedo do que se espera, deve gerar mudanças bem significativas em questões como remuneração, jornada de trabalho e planos de carreira. Outra questão relevante a observar é que essa movimentação toda não partiu das "camadas superiores" das Forças Armadas - tradicionalmente mais resistentes às mudanças - ela se iniciou nos círculos de subalternos. Diferente do que aconteceu ha algumas décadas, os subalternos que hoje estão à frente dessa organização política, defendem a hierárquia e disciplina, são avessos a qualquer tipo de radicalismo, são adeptos da democracia, da meritocracia e defendem com unhas e dentes a propriedade privada. 
   Entre os militares que se apresentam como canditados para esse pleito a esmagadora maioria é composta de gente muito bem preparada, muitos são pós graduados, mestres e até doutores. 

27 de setembro de 2014



General discursa em evento do Partido Militar no Rio.
Um evento no Clube de Sargentos da Marinha reuniu cerca de 400 pessoas nesse sábado no Bairro da Penha , Rio de Janeiro.
Algo interessante chamou bastante a atenção, a presença de candidatos de vários partidos diferentes, PRTB, PHS e PRB.  Logo na abertura o Presidente do Partido Militar disse que o PMB oferece uma novo proposta política, ele ressaltou que não recebem financiamento de nenhum político profissional ou empresário, e que tudo e que tem se feito na campanha sai do bolso de pessoas simples e comprometidas com a construção de um futuro melhor. Gerson disse: “Nós vamos oxigenar o cenário político brasileiro”.
O partido, como sempre faz, iniciou o evento com a oração do Pai Nosso e o Hino Nacional Brasileiro. Mostrando o comprometimento com princípios cristãos e o patriotismo.
Chamou também bastante a atenção o discurso do humorista Castrinho, que é candidato a Deputado Estadual pelo PRB (RJ - Castrinho 10110). Castrinho  surpreendeu algumas pessoas, que não conheciam sua face séria e política, ele mostrou possuir uma posição firme contra o comportamento do governo federal.  Castrinho fez uma piada sobre homossexualismo e deixou bem claro que acredita que o Partido dos Trabalhadores tem jogado contra os interesses do Brasil. Ele disse que o Brasil tem portos deficientes, mas Cuba tem um porto de última geração, construído com o nosso dinheiro. Veja o vídeo abaixo.
O presidente do PRTB do Rio de Janeiro deixou bem claro que o partido anda de mãos dadas com o PMB, e que estará auxiliando na sua regularização. Jimmy Pereira também disse que acha importante que o PMB eleja também vereadores no próximo pleito, com vistas a construir uma bancada maior no Congresso em 2018.
O General Abreu cumprimentou os candidatos Gerson Paulo, Bruno Nascimento e Sargento Feliciano, fez questão de dizer que seu pai foi CABO e se mostrou bastante simpático à regularização do Partido Militar, se referindo a este como "nosso Partido Militar". 

24 de setembro de 2014

Se o COMANDO é CORRUPTO a TROPA está correndo risco. Estado maior no RIO recebe 15 mil de cada quartel.



   Ontem os militares do Rio de janeiro, de todas as forças, se sensibilizaram com a situação revelada por um praça. Em delação premiada o militar revelou que cada unidade da polícia militar era obrigada a contribuir com uma espécie de “caixinha”, que ia pra o estado maior da Polícia Militar carioca. Qualquer militar é capaz de entender a situação complicada que vive um subordinado quando seus superiores são corruptos.
  Uma ação realizada pela Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança (Seseg), junto do Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco), prendeu, no dia 15 de setembro, 25 pessoas, sendo 24 policiais militares denunciados por integrarem um esquema de arrecadação de propinas no comércio e no transporte irregular na região de atuação do 14º BPM (Bangu). Foram presos 24 militares, entre eles estão cinco oficiais, incluindo o chefe do Comando de Operações Especiais (COE), coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira, e o subcomandante do COE, major Edson Alexandre Pinto de Góes. Todos já foram exonerados dos cargos.
Mais do que discutir aqui a questão do absurdo de existirem membros da cúpula da segurança pública envolvidos em falcatruas, discutiremos as implicações sociais / hierárquicas / disciplinares que existem em esquemas como esse.
Um militar de baixa patente, como um tenente ou um soldado, que acabaram de sair das academias, se vê totalmente “sem chão” quando descobre que o próprio comando está ligado à falcatruas, coleta de propinas, liberação de criminosos mediante suborno etc. Em uma situação desse tipo passa pela cabeça várias coisas. O jovem militar, honesto, vivendo ainda um sonho de ajudar a sociedade, primeiro pensa em delatar o esquema. Quando conversa com um colega de turma, lotado em outro quartel, descobre que lá também ocorrem coisas parecidas. Outro colega lhe diz que o Estado Maior da polícia sabe de tudo e é o maior beneficiado com os esquemas criminosos.  Alguém disse que membros do governo também sabem! Outro disse que todo mundo faz!
O militar de baixa patente pensa: E AGORA? O QUE FAZER? VAI DELATAR PRA QUEM? Serei morto!!! Dependo de superiores para ser promovido, e minha carreira, como fica? Serei visto como DELATOR o resto de minha vida!!! 
O comandante de OPERAÇÕES ESPECIAIS está envolvido, alguém acha que existe sigilo para um homem com esse poder? Mesmo que ele fosse exonerado, expulso, preso... Poderia sempre haver um amigo de turma disposto a se vingar do delator, agora chamado de X9, alcagueta, dedo-duro... Safado!
Se o Estado Maior é quem recebe o dinheiro, pode ser que até membros do governo estejam envolvidos. O militar geralmente decide que é melhor permanecer quieto, afinal ele teme por sua própria vida, e pela vida de sua família. Contudo, na medida em que não delata o que acontece, passa a ser cúmplice.
O regulamento é bem claro, quem não denunciar erros de subordinados é passível de punição. Depois de alguns anos de caserna supõe-se que, vivendo uma situação como a denunciada pelo policial carioca, que durou anos, qualquer militar estará envolvido até o pescoço, se não por ação, o será por omissão.
No caso de superiores a coisa piora. O regulamento diz que antes de qualquer acusação contra superiores hierárquicos deve-se pedir permissão aos mesmos para fazê-lo. Pois é, se não denunciar o subordinado incorre em crime, se o fizer arrisca a carreira e o próprio pescoço.
O militar chegou a dizer que os policiais que mais arrecadavam passavam a fazer parte do círculo de confiança do comando. Entende-se aí que quem não arrecadava não era confiável. sabe-se lá se não eram esses que iam para as piores e mais perigosas missões, que tiravam mais serviços e outras "sanções" por não colaborar com o esquema.
Depois de descoberto um esquema desse tipo todas as punições deveriam ser revistas, sabe-se lá se não foram por perseguição da cúpula comprometida com a arrecadaçao de dinheiro para o comando.
Isso é BRASIL. Os primeiros a ser punidos na questão das falcatruas ocorridas no Rio de Janeiro deveriam ser os governantes, por jogar a tropa nas mãos de pessoas inescrupulosas. Quem escolhe os comandantes é o EXECUTIVO. Portanto, puna-se o executivo.
Robson A.D.Siva – Sociólogo. Escreve para Revista Sociedade Militar.

20 de setembro de 2014

Militares admitem TORTURA. Faltam só as DESCULPAS para o ORGASMO completo.

Documento do Ministério da Defesa confirma o quanto o organismo é sensível às pressões por feitas por meio de abaixo-assinados, manifestos e outras choradeiras dos esquerdistas que querem porque querem que os militares peçam desculpas aos militantes de esquerda que desejavam implantar o comunismo no Brasil.






Há pouco tempo a esquerda aproveitou um documento em que o General Enzo determinava que todas as respostas dadas à Comissão da Verdade ou outras instituições que investigavam crimes ocorridos no passado deveriam passar pelo crivo do Comando do Exército. Fez-se o maior estardalhaço em torno disso e vários sites, inclusive o queridinho 247, pediram a cabeça do Comandante do Exército.

Celso Amorim disse: “... desde já, considero oportuno esclarecer que tenciono consignar, em minha manifestação à CNV, que o ordenamento normativo reconheceu a responsabilidade do Estado pela morte e desaparecimento de pessoas durante o regime militar, bem como pelos atos de exceção praticados no período de 18 de setembro de 1946 a 05 de outubro de 1988. 3. Nesta perspectiva, o Estado Brasileiro, do qual este Ministério faz parte, por meio das autoridades legalmente instituídas para esse fim, já reconheceu a existência das lamentáveis violações de direitos humanos ocorridas no passado e assumiu sua responsabilidade pelo cometimento desses atos... observo que as conclusões dos ofícios dos Comandos Militares não se contrapõem a esse reconhecimento”

Amorim termina seu ofício à Comissão da Verdade com a promessa de que continuará colaborando para o que chama de “reconciliação nacional”. O Ministro da Defesa diz: “Aproveito a oportunidade para reiterar a disposição deste Ministério e das Forças de continuar contribuindo com essa Comissão para a efetivação do direito à memória e à verdade e a promoção da reconciliação nacional.”
Não há informação alguma que confirme que não estamos reconciliados. Na verdade nunca a sociedade brasileira esteve em algum tipo de guerra civil generalizada. O que ocorreu foi uma ação sistematizada do exército para destruir pequenos focos terroristas que pretendiam lançar o país no caos, com a esperança de que parte da sociedade se unisse às suas fileiras. Contudo, a sociedade preferiu a democracia.