22 de novembro de 2014

Sim, desejamos muito uma oposição corajosa e militante. Mas, não podemos nos fazer de mocos. Manifestações para dia 29 ou para o dia 6? Em defesa do Brasil ou dos próprios egos?

Sim, desejamos muito uma oposição corajosa e militante. Mas, não podemos nos fazer de mocos. Manifestações para dia 29 ou para o dia 6? Em defesa do Brasil ou dos próprios egos?


21 de novembro de 2014

Rio vive estado de guerra. Marginais oferecem recompensa pela morte de policiais.


Se não fosse a ação dos militares das Forças Armadas o Rio de Janeiro seria um lugar praticamente sem segurança. O efetivo da policia militar não tem sido suficiente para dar conta da crescente onda de criminalidade. Quem trafega pela avenida Brasil somente se sente relativamente seguro por conta da presença constante dos militares do Exército e Marinha.

Não há salário que retribua o serviço que a policia militar e membros das Forças Armadas têm realizado no Rio. Os militares arriscam sua vida em serviço e fora de serviço.

Essa semana os jornais cariocas publicaram uma nota que para nós é gravíssima. Providências imediatas deveriam ser tomadas. A facção criminosa que age na Vila Cruzeiro oferece uma recompensa de vinte mil reais para quem assassinar um sargento que tem cumprido com precisão o ser dever na Unidade de Polícia Pacificadora local.

O militar não se intimidou e continua realizando seu serviço. O comando da Polícia Militar reforçou as equipes que trabalham com o militar, que terá seu nome preservado.

19 de novembro de 2014

Bolsonaros encurralados? Todas as evidências indicam que Partido Progressista é cúmplice do PT no PETROLÃO.


Para os investigadores da operação Lava Jato, o depoimento mais importante dos prestados pelos executivos de empresas é o do vice-presidente da Mendes Júnior, Sérgio Mendes. Ele admitiu que pagou R$ 8 milhões em quatro parcelas, entre julho e setembro de 2011, após, segundo ele, sofrer extorsão para que não houvesse rompimento de contratos com a petrolífera brasileira.

Os investigadores tem cada vez mais reforçada a suspeita de que os desvios tinham como destino o caixa 2 de partidos da base aliada do governo, especialmente PT, PMDB e PP.

Recentemente o deputado Jair Bolsonaro apresentou seu nome à executiva de seu partido, o PP, para que fosse endossada sua candidatura para Presidente da República. O PP, em decisão polêmica, não aceitou, e resolveu permanecer aliado do Partido dos Trabalhadores nas eleições passadas. A decisão gerou bastante discussão entre a executiva nacional e membros do partido.

Jair Bolsonaro permaneceu como candidato a Deputado Federal, sendo o mais votado do Rio de Janeiro. Só a quantidade de votos que recebeu no Rio o colocaria na sexta posição na disputa presidencial. Outrossim, Jair Bolsonaro receberia votação expressiva em outros estados da federação. Entendemos que se o PP endossasse sua candidatura, Bolsonaro receberia cerca de 5 milhões de votos, e ficaria em quarto lugar na disputa eleitoral, bem a frente de Luciana Genro.

Flavio Bolsonaro, também do Rio de Janeiro, foi candidato a deputado estadual pelo PP. Foi eleito com pouco mais de 160 mil votos.

Os dois políticos acima citados são críticos ferozes do Partido dos Trabalhadores. Se já não cabiam mais na base aliada do governo há algum tempo, imaginamos que agora sua situação fica mais complicada ainda. Seus eleitores são, antes de tudo, definitivamente contra o PT e seu “projeto” para o Brasil. Pra piorar as coisas, Jair Bolsonaro, com sua expressiva votação, acabou arrastando de carona Fernando Jordão, da coligação. Ou seja, mais um para ajudar o PT na consecução de seus planos para o Brasil.

Grande parte dos eleitores de Jair Bolsonaro que freqüentam as páginas da Revista Sociedade Militar deixam claro que está mais do que na hora desses políticos pularem fora do Partido Progressista. Os Bolsonaros fazem parte do grupo selecto que consideramos como bastiões da defesa de pilares fundamentais para a construção de um grande Brasil, que são: liberdade, honestidade, patriotismo, família e meritocracia.

Infelizmente, nesse caso, a legislação eleitoral funciona como um tipo de algema, a mudança de partido só é permitida nos seguintes casos (Resolução 22.610 do TSE):  1) incorporação ou fusão de partido; 2) criação de novo partido; 3) mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; e 4) grave discriminação pessoal. 

Por outro lado, para felicidade de seus eleitores e de grande parte da sociedade de direita, conservadores, liberais e/ou anti-esquerda, o deputado Jair Bolsonaro declarou recentemente que pretende concorrer para a presidência do país em 2018. Pelo Partido Progressista, aliado de Dilma e Lula, essa possibilidade é praticamente nula. Como poderia então ser feito?
“Eu pretendo disputar como presidente da República. Se o meu partido não sinalizar para isso, eu vejo para onde eu posso ir. A direita tem cara, tem voto, tem vergonha na cara”

Uma pausa. No final de 2013 estivemos cobrindo um evento realizado no Rio de Janeiro. Foi um congresso do Partido Militar Brasileiro. Bolsonaro estava presente e em sua fala destacou a necessidade da honestidade na política. O Deputado disse ainda, em tom de aconselhamento aos membros do novo partido, que a independência política/financeira que possui, lhe proporciona a oportunidade de perseguir seus objetivos sem nenhum tipo de dívida a pagar com financiadores de campanha, o que chamou de “rabo preso”. Naquele dia passamos a cogitar se o Partido Militar não estava incluído nos planos futuros de Jair Bolsonaro.

O partido militar está ainda por ser regularizado. Mas, em fase adiantada de coletas de assinaturas, a sigla apresenta-se como única opção plausível para os planos já anunciados de Jair Bolsonaro, já que a legislação abre uma “janela” para mudança de partido no caso de este ser recém criado. Acredita-se que acompanhariam Bolsonaro seus filhos e mais alguns políticos. Não há dúvida de que  Augusto Rosa, presidente do PMB e eleito deputado federal por São Paulo também deve mudar de partido assim que o PMB for regularizado.

Outros que muito provavelmente migrariam para o PMB seriam Eduardo Bolsonaro, eleito por São Paulo e o astronauta Marcos Pontes, que teve votação expressiva, mas não foi eleito. Se acertarmos em nossas previsões o PMB deve nascer já como um partido forte, com pelo menos três deputados federais e um estadual. O Partido Militar tem tudo para preencher uma lacuna obvia dentro da política brasileira, um partido realmente de oposição contra tudo o que de mau tem sido feto contra o Brasil.

O país vive um momento complicado. A direita tem comparecido às ruas para exigir a apuração dos recentes casos de corrupção e já aproxima-se o fim do ano, época em que os ânimos se esfriam um pouco. Acreditamos que logo no início do ano que vem alguma notícia interessante nesse sentido deve ser veiculada, pois sabemos que o Partido Militar precisa adiantar seu processo de coletas de apoiamentos para que possa participar das eleições de 2016, e nada melhor para isso do que o empenho de grandes nomes da política, como os citados acima.
Robson A.D. Silva – Revista Sociedade Militar.


12 de novembro de 2014

Militares e a Intervenção na Tailândia. “Façamos igual”, dizem alguns. Entenda isso.


Em comum com o Brasil: O partido no poder se chamava partido  PT (Pheu Thai). A chefe de governo era uma mulher que governava sob orientação de um ex-governante, considerado uma espécie de símbolo do partido. Acusações de corrupção e favorecimentos deram forneciam combustível à crise política.

Muitos oposicionistas do Brasil tem justificado seus pedidos de intervenção militar com base no que aconteceu recentemente na Tailândia. É verdade que há similaridades. Vejamos o que ocorreu por lá, de forma simplificada, é claro:
 A princípio observa-se que a Primeira Ministra da Tailândia, que a imprensa alardeia que foi afastada pelo “golpe militar”, na verdade foi condenada na justiça comum e demitida do cargo. Os militares aguardaram até 22 de maio, depois que todas as possibilidades legais fossem esgotadas.
Os militares suspenderam a Constituição e apresentaram o seu roteiro para retirar a Tailândia da crise política generalizada. Logo após a intervenção, anunciaram que pelo menos 155 políticos estão proibidos de deixar o país, entre eles a ex- Primeira Ministra Yingluck Shinawatra. Por uma infeliz coincidência o partido deposto na Tailândia era o Partido Pheu Thai, que pode ser abreviado por PT, ou PPT. O partido é majoritariamente apoiado pela população mais humilde.
Desde 1930 as Forças Armadas da Tailândia atentaram pelo menos 18 vezes contra os governos constituídos.
Em 2013 cem mil pessoas foram as ruas. Diferente do que ocorreu aqui, a sociedade se manifestou especificamente contra o governo. Na época os jornais destacavam também que, a massa nas ruas era heterogênea, sendo que parte significativa  dos manifestantes era formada por pessoas com mais de 40 anos.
Uma das frases gritadas era:  “Eles têm que se ir embora, Não quero mais a família Shinawatra aqui. Têm que deixar o país
Shinawatra é o sobrenome da ministra deposta e de seu irmão exilado, que ainda tem o controle do PPT.
Algum tempo depois do início das manifestações populares, o principal partido de oposição se uniu aos manifestantes. "A primeira-ministra não tem o direito de presidir negociações, já que ela é o centro dos problemas. A primeira-ministra deve renunciar para que a sociedade encontre uma solução para o país", declarou o líder da oposição em novembro de 2013.
A crise se agravou depois que a Primeira Ministra Yingluck Shinawatra, deposta foi acusada de governar sob as ordens de seu irmão Thaksin Shinawatra, condenado por corrupção a dois anos de prisão, e  atualmente foragido do país. Mas que permanece ainda como uma espécie de ícone do partido. A chefe de governo tentou também impor uma anistia a todos os políticos condenados ou afastados por ações militares em anos anteriores.
A Primeira Ministra foi LEGALMENTE julgada e condenada por nomear um cunhado, também ligado ao SEU IRMÃO foragido. Foram também condenados e demitidos outros 9 ministros. Após a condenação a crise política aumentou, manifestações e embates se agigantaram nas ruas. As forças armadas decretaram toque de recolher e dois dias depois assumiram o controle do país.
Portanto, a ação MILITAR não veio do nada, não caiu do céu. A população foi para as ruas e forçou a adoção de medidas legais, como o julgamento da líder governista. Os militares aguardaram até que todas as possibilidades legais fossem esgotadas. Por ultimo, o exército chegou a convocar representantes dos partidos, na tentativa de promover uma re-conciliação, mas isso não deu certo.

Robson A.D.Silva – Cientista Social – Revista Sociedade Militar.

10 de novembro de 2014

Generais da rede e a nova batalha travada.
Desde as vésperas do cinqüentenário da contra-revolução de 31 de março de 1964 que as redes sociais brasileiras deixaram de ser um antro de fofocas sobre namoricos e moda, para se tornar o principal ponto de discussão e formação de tendências políticas do país. Alguns diriam que isso ocorreu no rastro do que chamou-se, precipitadamente, de primavera árabe. Outros não.
Depois que a CNV iniciou o andamento no projeto esquerdista de reescrever a história recente do país, tentando de todas as maneiras tornar heróis em vilões e vice versa, percebeu-se uma mudança interessante no ethos militar. Há algum tempo a maioria dos militares, salvo alguns poucos protagonistas de grandes momentos da historia, passava toda sua vida na obscuridade. Serviam o seu país na ativa e depois de transferidos para a reserva guardavam para si todo o conhecimento adquirido nas escolas militares e anos de experiência pelos vários rincões do país. Nesse início de século XXI observa-se algo interessante,  muitos militares da reserva, oficiais, sargentos etc., depois de transferidos para a reserva, tem mostrado intensa produção intelectual, e mais do que sair da obscuridade, tem se tornado protagonistas e “gurus” da nova oposição que se levanta no país.
Usando a internet como principal canal de comunicação eles têm se tornando líderes de contingentes bem maiores do que aqueles que comandaram durante seu período na ativa.
Os militares que foram para a reserva nos últimos anos, assistiram, como jovens adultos, a criação e desenvolvimento da grande rede e tem sabido aliar seu natural pendor estratégico com as ferramentas de largo alcance que a rede mundial oferece.
O general Paulo Chagas, atual presidente do Ternuma (Grupo Terrorismo Nunca Mais), é um caso clássico do que chamaremos aqui de general da rede. Enquanto na ativa, como não poderia ser diferente, o general era pouco conhecido dos civis. Porém, já na reserva um dos primeiros textos do general, “distribuído” em 2011 por Ricardo Setti, foi lido por milhares de pessoas. O texto versava sobre a aplicação de tropas federais no combate ao narcotráfico no Rio de Janeiro. O General disse bem claramente que as forças armadas não poderiam ser usadas como paliativo, como “solução” provisória. Para ele era necessário subjugar completamente o inimigo, como se faz em uma guerra. Para que não houvesse chance alguma de rearticulação dessas forças de oposição.
Veja: Se fazer a guerra é uma decisão e uma ação essencialmente política e considerando apenas a natureza hipócrita, interesseira e covarde dos políticos brasileiros, esta guerra está perdida! A ação da polícia e do Exército no Rio de Janeiro não é “pacificadora”, porquanto não consegue impor-se aos bandidos, e sim “negociadora”, porque terá sempre que ceder algo antes de obter, em parte, o que precisa conquistar! (...)   há que se identificar com clareza e precisão os objetivos a serem conquistados e os meios a serem empregados para fazê-lo, aí incluídos os equipamentos e as estratégias convenientes para vencer e estabelecer a paz em bases definitivas e claramente dominadas pelo vencedor... Para negociar a paz, ou “pacificar” em bases sólidas, definitivas, é preciso, antes de mais nada, subjugar, derrotar e, se necessário, destruir o inimigo e destituir do poder todos os seus aliados, aí incluídos os dirigentes políticos, covardes, enganadores e oportunistas que, mais cedo ou mais tarde, criarão condições para desmoralizar ou corromper as forças vitoriosas! (...)
O General estava certo. Três anos depois percebe-se que a “pacificação” não deu certo. Muito pelo contrário, o efeito foi devastador. A criminalidade se descentralizou, se ampliou, se estabelecendo em locais do Rio antes vistos como tranqüilos, como Niterói e Cabo Frio.
De lá pra cá Paulo Chagas se tornou bastante conhecido na internet, principalmente por quem se interessa por política, direita, comunismo e Comissão da Verdade. O militar tem em sua rede social mais de 4 mil seguidores assíduos. Um dos seus textos mais polêmicos foi batizado de Na causa da democracia, quem está dispensado?. Só na Revista Sociedade Militar o material foi compartilhado por 18 mil leitores. Pela média da rede, cerca de 200 seguidores por pessoa, o texto chegou a pelo menos 3 milhões e 600 mil pessoas. O material pode ser considerado uma espécie de “best seller” da rede brasileira. O texto foi criticado por alguns, mais sensíveis, como conspiracionista. Disseram que foi um incitamento a um novo GOLPE MILITAR. 
Veja um extrato do texto: A opinião pública está dispersa, contudo não é difícil identificar o que rejeita. Também não é fácil definir com quem está e o que quer. Falta-lhe um "norte confiável". As pessoas de bem, informadas, estão com medo do futuro, acuadas até para reagir e para manifestarem-se pacificamente. Não basta, portanto, pedir uma atitude dos militares, é preciso que os civis esclarecidos e convencidos do perigo ostentem massivamente suas posições e opiniões e que contribuam para magnetizar a agulha que definirá o novo rumo a ser tomado.
O que se observa é que a maneira concisa e clara de escrever, aliada a um conteúdo que preenche perfeitamente o vácuo teórico que há na sociedade que aos poucos se re-organiza com o objetivo de endireitar os rumos do país, acaba por conquistar seguidores e realmente formar opinião e tendências que muitos seguem, ou tomam como base para ações.
Outro que tem se destacado como um grande “general da rede” é o general Marco Felício, que elaborou o documento chamado Alerta à Nação. Eles que venham, por aqui não passarão, que apesar de boicotado pela grande mídia, incomoda bastante o governo e comandantes militares, na medida em que acusa a Presidente da República de revanchista.  Veja: ... manifesto supracitado que reconhece na aprovação da “Comissão da Verdade”  ato inconseqüente de revanchismo explícito e de afronta à lei da Anistia com o beneplácito, inaceitável, do atual governo.
O documento de Marco Felício foi endossado por centenas de oficiais generais, e outros tantos militares da reserva das forças armadas, polícias e bombeiros. O manifesto também foi assinado por civis. Seria de se esperar que o documento fosse encarado como algo extremamente importante, na medida em que os oficiais generais da reserva, que tem liberdade para se expressar , normalmente funcionam como porta-vozes da opinião da tropa na ativa.
Marco Felício se tornou um militar conhecido nacionalmente e arriscou se candidatar a deputado federal nas eleições de 2014, pelo estado de Minas Gerais, infelizmente não foi eleito.
Entre outros militares formadores de opinião que sabem utilizar a rede com maestria, destacamos o Coronel Gobbo e o General Heleno.
É indubitável que todos contribuem sensivelmente para formar uma massa crítica que propicia uma discussão mais produtiva das questões atuais.  
Uma nova batalha travada.
Como se não bastasse o árduo papel de orientador nessa árdua jornada para a construção de uma oposição verdadeiramente fundamentada, os teóricos da rede literalmente lutam agora, curiosamente, para aplacar os ânimos de um grupo que tem insistido em uma reação precipitada por parte dos militares contra uma espécie de “ditadura inrustida” que estaria em curso no país.
Tempo e esforço, que poderiam ser aplicados em ações no sentido de combater o projeto totalitário em curso, acabam por ser despendidos nessa pendengas que poderiam ser evitadas apenas com um pouco mais de maturidade.  
Paulo Chagas chegou a publicar mensagem em vídeo para desestimular esse grupo, que tem alguns componentes mais radicais, dignos de ser taxados como de extrema-direita ou mesmo fascistas. Esse talvez seja o outro lado da rede em formação, onde se faz apologia ao crime, à reação armada e à imposição de uma idéia que não é majoritária entre aqueles que se opõem ao atual re-governo. Se entre a esquerda há radicais, capazes de atear fogo em automóveis e depredar patrimônio alheio, entre a direita, ainda incipiente, já percebe-se arroubos do mesmo extremismo. Estes acabam por fornecer combustível para ataques mortais da esquerda. Cabe sim aos formadores de opinião aparar essas arestas ainda na gênese. Para atestar a veracidade dessas colocações, vejam algumas imagens colhidas no twiter. Ocultamos o autor porque não vem ao caso expô-lo, qualquer um mais interessado nisso pode identificá-lo na busca de rede social digitando seus textos.





O general Paulo Chagas diz em sua mensagem de vídeo.
Julgo que estamos ainda longe desse tipo de ameaça, particularmente agora, quando após o último pleito eleitoral as forças liberais, a despeito de não terem vencido a disputa, deixaram muito claro par ao Brasil e para o mundo que tem capacidade e vontade para reverter o quadro político vigente. A rejeição e a contraposição ao projeto de poder total em curso no Brasil devem ser feitos pelo emprego prioritário dos argumentos e da exigência feita às autoridades e aos representantes da oposição no Congresso de que haja investigação e comprovação dos malfeitos que empobrecem a nação e que querem submetê-la aos propósitos do Foro de São Paulo, inspirados no modelo castrador, incompetente e ultrapassado pelo qual a família Castro distribui a pobreza e aprisiona a liberdade ma ilha de Cuba. Nenhuma ditadura serve para o Brasil. Vivemos portanto, empenhados pela preservação dos princípios liberais da democracia brasileira, de forma a impedir que aqui se instale o regime obscuro que já se instalou em alguns de nossos vizinhos.
Olavo de Carvalho, Lobão e Reinaldo Azevedo são outros que tem dedicado algum tempo em aparar esses arroubos de autoritarismo que já surgem em meio à sociedade que se levantou para mudar o curso dos acontecimentos.
Veja aqui o texto CONSEQUENCIAS DE UMA INTERVENÇÃO MILITAR.

Robson A.D.Silva.