11 de junho de 2014

Militares maltratados garantem segurança nos Grandes eventos.
Essa semana uma capa do Jornal o DIA, do Rio de Janeiro, dá uma idéia da situação vivida pelos militares brasileiros que garantem a segurança para que a FIFA, isenta de impostos, arrecada milhões às custas da sociedade brasileira, ao mesmo tempo em que políticos como a Presidente Dilma, aproveitam os eventos para se gabar em horário nobre.

A fotografia abaixo mostra vários policiais dormindo ao relento, enquanto os políticos em suas viagens a serviço dormem em hotéis cinco estrelas os policiais do batalhão de grande eventos, que tem pelo menos 100 militares de efetivo serviço por dia, tem um alojamento com acomodações tão desconfortáveis e quentes que muitos, para escapar do calor, têm de tentar dormir do lado de fora para descansar entre os turnos. Se chover acaba o descanso.


Atenção sociedade, olhe para seus militares, eles sofrem calados.

9 de junho de 2014

Exército cada vez mais hostilizado nas favelas cariocas. Militares acabam com festa.





Com o passar do tempo e o acúmulo de ações contra meliantes das comunidades ocupadas, ao invés de crescer a confiança e reconhecimento por parte da população, parece que ocorre o contrário e há cada vez mais registros de hostilidade contra militares. Na madrugada passada, marginais, que a imprensa insiste em chamar de moradores, residentes na comunidade Nova Holanda, na Maré, entraram em confronto com militares. Não ha registro de militares feridos e ninguém foi preso.
Conforme nota emitida pela Força de Pacificação, o confronto se deu nas imediações do Brizolão Elis Regina. Uma tropa que fazia patrulha nas redondezas teria sido hostilizada por “grande número de populares que arremessaram sobre a tropa pedaços de pau e de tijolos, pedras, garrafas artefatos explosivos, conhecidos popularmente por ‘cabeção de nego’”, informou a denúncia por escrito.
Segundo a Força de Pacificação, criminosos posicionados em cima de lajes também fizeram disparos com armas de fogo contra os militares, que revidaram com tiros de calibre 12 milímetros. Os militares também atiraram para o alto.
Ainda segundo a nota, acontecia uma festa na comunidade, cujos freqüentadores deram início ao tumulto. Por volta das 4h, foi determinado pela Força de Pacificação o fim do evento para evitar novos confrontos.


8 de junho de 2014

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URNAS ELETRÔNICAS. Não é mais insensato acreditar que pode haver fraude.

URNAS ELETRÔNICAS. Não é mais insensato acreditar que pode haver fraude.
Há muito tempo que o “novo” sistema de apuração, por meio das urnas eletrônicas, tem sido contestado. Muitos comentários em redes sociais levantam uma questão: Se o sistema é tão avançado e eficaz, por que EUA e Japão não o utilizam? Os norte americanos não abrem mão de um sistema que permita a recontagem dos votos e como a lá a voz da sociedade tem mais força, até agora as urnas usadas são as manuais.
Alguém pode duvidar que os Americanos não poderiam desenvolver um sistema igual ou melhor do que o nosso? Por que então não o fazem?
Eleitores que contestam a urna eletrônica comumente são taxados de retrógrados ou mesmo de conspiracionistas. Contudo, seria paranóia mesmo desconfiar das urnas? Vivendo sob a égide de um governo que já teve vários ministros afastados por corrupção, um chefe de casa civil e vários deputados da base aliada condenados e presos, e outros tantos sob suspeita, é possível acreditar na honestidade do sistema mais importante da chamada democracia brasileira? Os maiores roubos de nosso país foram realizados por gente ligada à política. Já tivemos um presidente afastado e nesse momento a honestidade da própria Presidente Dilma é contestada, no caso da refinaria adquirida pela Petrobras.
A urna é que define os rumos que tomarão o país, na urna é que os cidadãos depositam sua esperança de mudança. Nesse momento milhões de brasileiros tem a URNA ELETRÔNICA sob suspeita, basta uma simples pesquisa de rua para atestar isso. Temos recebidos aqui na Revista Sociedade Militar vários e-mails de pessoas que se mostram desanimadas em se engajar politicamente por não acreditar que o sistema de apuração é honesto. Para essas pessoas não adiantaria fazer campanha para um determinado candidato por que os votos seriam “desviados” para aquele determinado pelo administrador do sistema.
Na semana passada o caso das urnas deixou de ser boato, deixou de ser conspiracionismo. Na medida em que uma instituição tão respeitada como o Ministério Público entra na briga e exige do TSE providências no sentido de fornecer provas de que o sistema de apuração é lícito, o caso é agora concreto.
O eleitor deseja a oportunidade de conferir o seu voto, não há impedimento algum de que seja impresso o voto após a digitação na urna. Após a impressão o eleitor faria a verificação e o depositaria em uma urna tradicional. Simples assim.
Isso daria inclusive a oportunidade de uma recontagem de votos, que seria feita de forma aleatória em vários locais do país, aumentando a confiabilidade do sistema.
Trecho do artigo publicado por Revista Sociedade militar: RELATÓRIO gerado pela equipe do Depart. de ciências da computação da UNB indica que a excessiva defesa da suposta inviolabilidade atrapalha qualquer crítica ao sistema usado pelo STE.
Essa página é freqüentada por gente bastante esclarecida. Deixe sua opinião por favor. Você acredita na lisura do sistema de apuração?

6 de junho de 2014

Costurar Vaginas foi uma “PERFOMANCE ACADÊMICA”. Dizem professores da Universidade Federal Fluminense.

Costurar Vaginas foi uma “PERFOMANCE ACADÊMICA”. Dizem professores da Universidade Federal Fluminense.

No já famoso evento ocorrido no campus da Universidade Federal Fluminense em Rio as Ostras, no final de maio, dentro do "II Seminário de Investigação e Criação do Grupo de Pesquisas UFF/CNPq: Cultura e Cidade Contemporânea: arte, política cultural e resistências", a “artista” Raissa, em sua “performance” bizarra, introduziu uma bandeira do Brasil em sua vagina, deixou que costurassem seu órgão genital e depois, não se sabe como, retirou a bandeira e ateou fogo. Eu e alguns leitores desse site, que também declararam não entender muito bem a PROFUNDIDADE da coisa (sem trocadilho), devemos ser uns bitolados, meros idiotas simplórios que não conseguiram ainda alcançar o nível de esclarecimento suficiente para entender o evento.


É simples de entender! Dizem. Em Rio das Ostras ocorrem muitos estupros, então ela veio e costurou a Vagina com a ajuda de outras meninas também nuas, ou semi-nuas, numa simulação de ritual macabro e masoquismo. Ah ta, depois disso ninguém estupra mais em Rio das Ostras! Queimar a bandeira deve também ajudar de alguma forma, devem pensar.  Os professores da Universidade até tentaram explicar, para eles foi uma mostra da autonomia docente e liberdade do pensamento crítico. 
Veja abaixo.
Nosso curso estuda as diversas manifestações de Cultura e Arte. Por isso, necessita ter plena liberdade para tratar de assuntos e performances relacionados aos temas pesquisados, sem constrangimentos. Portanto, o que está em jogo, de fato, é a autonomia docente e a garantia de plena liberdade de estudos e pensamento crítico na Universidade Pública. Por esta razão, trazemos este esclarecimento a público e nos dispomos a dirimir quaisquer dúvidas sobre os eventos acadêmicos ocorridos no nosso campus”.

Há informações de que pesquisadores participantes do seminário, tanto de graduação como de pós-graduação, são bolsistas do CNPq. É pior ou melhor saber disso?  Eles recebem dinheiro do estado para realizar tais eventos? Quem supervisiona isso tudo?

Os professores da UFF tem se manifestado essa semana contra o que chamam de “possíveis sanções à realização de trabalhos como o apresentado dentro do ambiente acadêmico”. É compreensível, eles tem medo da intromissão da sociedade em suas aulas, em seus horários de trabalho, na liberdade acadêmica como um todo. Não é preciso ter cursado uma faculdade para concluir que o que aconteceu naquela festa nada tem de científico, e que a coisa beira ao ridículo. Seria muito mais útil à preservação da autonomia acadêmica que declarassem em público que a Universidade vai cuidar de responsabilizar adequadamente alunos e professores que participaram do evento.


2 de junho de 2014

Ministra indicada por LULA e filiada ao PT assume presidência do tribunal maior dos MILITARES.


Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha é Filiada ao PT, do qual foi advogada, e amiga do casal Lula e Marisa. A Ministra também, entre outros cargos, foi assessora de José Dirceu, quando este era Chefe da Casa Civil.

Na época em que foi indicada alguns militares manifestaram sua insatisfação, o site a verdadesufocada publicou pequeno artigo com o título: "PT aparelha o STM".



Em entrevista recente a ministra mostrou que não morre de amores pelo que foi feito pelos militares quando assumiram o controle do país.

“Faço questão de salvar nossa memória para o bem e para o mal. Para mostrar as mazelas do regime ditatorial e também a importância que essa Justiça teve no combate aos abusos e às usurpações do Direito que foram cometidas nessa época. “

A ministra disse ainda que acredita ser pertinente uma discussão para possível revisão da legislação que garantiu o perdão aos militares que praticaram crimes de tortura.

Se a anistia for derrubada é possível que alguns militares sejam julgados pela justiça militar, em relação a isso ela disse:, dando a entender que acredita na validade de revogação da anistia para os militares, que:  “O que pesa mais? Os tratados internacionais ou um pacto feito em um determinado momento da história?”

A nova presidente do Superior Tribunal Militar é doutora em direito constitucional e já sinalizou que se tiver oportunidade vai aplicar todos os princípios de igualdade.

“É inconcebível, antiético, antidemocrático, inconstitucional você diferenciar cidadãos por conta da orientação sexual. Você vai impedir um homossexual de servir a Pátria, que é um dever que ele tem, e transformá-lo em um cidadão de terceira categoria?”, 

1 de junho de 2014

Clube MILITAR permanecerá como entidade apenas recreativa ou voltará a influir nos destinos do Brasil? O que podemos esperar daqui pra frente?


Essa semana recebemos por e-mail o resultado das eleições para a diretoria da instituição, que certamente expressam a posição da oficialidade do exército acerca do comportamento que esperam que a instituição assuma daqui por diante. O índice de abstenção foi altíssimo.

O Clube foi personagem essencial em vários momentos cruciais da política brasileira, por conta disso seu posicionamento político diante do cenário nacional, observado pelos principais analistas políticos, é tido como uma amostra do pensamento não só da reserva, mas também dos militares que estão na ativa.

Ha alguns meses o General Marco Felício, candidato à presidência da entidade (Chapa tradição, coesão e ação – 570 votos), publicou: A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam... ” e “A imposição de apuração de pretensas torturas em unidades militares, durante a Contra-Revolução de 64, solicitada pela famigerada Comissão da Verdade, dilacera as entranhas das Forças Armadas (FFAA) e mostra falta de sensibilidade e de firmeza dos comandantes das Forças no exercício das lideranças respectivas... Nas ruas, a estupefação é geral com a passividade dos comandantes militares das Forças diante de tais agressões.”

“O Clube Militar... Deve se opor, fortemente, à propagação de uma nova e mentirosa estória que desonra as Forças Armadas e transforma heróis em bandidos e bandidos em heróis, apoiando, de todas as formas, os militares que combateram a subversão comunista.”

Note-se que o General Marco Felício revela que acredita que os comandantes militares padecem de falta de firmeza e que a sociedade está estupefata com a atual passividade destes. O mesmo general é o autor do manifesto chamado “eles que venham, por aqui não passarão”, endossado por centenas de generais e oficiais das Forças Armadas.
O texto de Marco Felício, onde apresenta sua candidatura, revela ainda um quê de indignação com a passividade do Clube Militar diante da intromissão governamental, que determinou a “despublicação” de texto conjunto dos três clubes militares.

“O Clube Militar é uma associação civil, não subordinada a quem quer que seja, a não ser a sua Diretoria, eleita por seu quadro social... Há vários anos que esta face do Clube está oculta. ”

O Coronel Gobbo, também candidato, por outra chapa (Monte Castelo – 486 votos), publicou: “... É absolutamente indispensável que, no campo político, o Clube Militar reconsidere sua posição e se consagre decididamente à luta contra esse estado de coisas. A Diretoria que deve ser eleita neste ano tem que estar completamente consciente dessa necessidade, inteiramente ciente das responsabilidades e dos esforços implicados nessa decisão e perfeitamente preparada e competente para assumi-los. Os Comandantes das Forças Singulares estão exilados do poder. Cabe ao Clube Militar preencher esse vácuo e, no que estiver ao seu alcance, fazer aquilo que está fora do alcance deles. Deve combater e derrotar os esforços para desprestigiar as FFAA, como a comissão da calúnia, o acordo de solução amistosa, a revirada dos mortos em seus túmulos, a troca de nomes honrados e veneráveis por outros salpicados da lama da  traição à Pátria”.
No seu programa de ação Gobbo dizia: “Nosso propósito é transformar o Clube em um verdadeiro porta-voz dos militares, de terra, mar e ar, tornando nossas sedes de lazer cada vez mais agradáveis para frequentar e recolocando o Clube na posição de poderoso protagonista da vida política nacional...  o Clube Militar tem que ter condições para mostrar claramente à sociedade brasileira, em particular à nossa juventude, os perigos embutidos no canto de sereia desses arautos do apocalipse”.
Outra chapa (determinação – 360 votos), a do general Paulo Roberto Corrêa Assis, não apresentou postura tão agressiva quanto as anteriormente citadas. Contudo, tinha uma proposta que poder-se-ia chamar de inovadora, já que propunha uma solução política a médio prazo para as questões que afligem os militares. O Trecho mais interessante, dentro do foco tratado aqui, seria: “... Buscar aglutinação da família militar no sentido de eleger representação nos três níveis do Legislativo,  incentivando o direito cívico do voto através de uma mobilização pró-eleições a níveis Municipal, Estadual e Federal”.
A chapa vencedora, Consolidar e Modernizar, chefiada pelo General Pimentel, aparentemente apoiada pela atual diretoria, recebeu 1023 votos, praticamente o dobro do que recebeu a chapa que ficou em segundo lugar.  No texto de apresentação da chapa não percebe-se a ousadia e indignação notadas nas outras chapas, particularmente as do General Marco Felício e a do Coronel Gobbo. O texto se inicia de forma bastante moderada, com um viés que trata o clube como uma agremiação social e recreativa, sem ênfase à participação política, o que parece ser a aspiração da maioria dos sócios.
“Realizar pesquisas, no Rio de Janeiro e em outras localidades, para levantar anseios, aspirações e tendências do Quadro Social e do Quadro de Funcionários.”
A palavra “acompanhar” precede quase todos os itens, mostrando uma disposição política mais moderada que as outras chapas.
Alguns trechos:
- Acompanhar os grandes acontecimentos no País e o momento político nacional, expressando as posições do Clube, sempre que isso for recomendável. - Acompanhar o trâmite da representação interposta pelos Clubes Militares junto ao Ministério Público Federal contra a parcial e revanchista Comissão Nacional da Verdade. - Criar um fórum permanente de debates sobre temas de interesse nacional, regional ou das Forças Armadas, com segmentos representativos da sociedade, com ênfase aos relacionados com a Amazônia;

Concluindo. Para aqueles que esperavam que na próxima gestão o Clube Militar voltasse a ser ator influente no cenário político nacional, o resultado das eleições pode ter sido como um banho de água fria. Ao que tudo indica, o Clube Militar tende a permanecer, como diria o general Valmir Azevedo. 

Palco de...
‘tertúlias quiméricas e desfiles de moda, Lá, se podem disputar torneios de xadrez, jogos de pingue – pongue, natação, promover bailes, encontros literários, e outras amenidades para manter os sócios, em geral da reserva, numa redoma telúrica. É um similar dos jardins dos duendes e das sílfides.



31 de maio de 2014

Protesto na Avenida Paulista pede INTERVENÇÃO MILITAR.

Protesto na Avenida Paulista pede INTERVENÇÃO MILITAR e fim da corrupção.

Manifestantes se reuniram em frente ao MASP e caminharam pela avenida Paulista pedindo Intervenção dos militares das forças armadas.  Lembrando um ato ocorrido ha algumas semanas, quando manifestantes exaltaram o comunismo e queimaram uma bandeira do Brasil, os manifestantes desse sábado (31/05) queimaram bandeiras que lembram o comunismo.

Segundo a polícia militar foram cerca de 50 pessoas que marcaram o evento por meio das dedes sociais.




24 de maio de 2014

Notícia de SARGENTO PRESO chega aos JORNAIS depois de viralizar nas redes da DIREITA.

Notícia de SARGENTO PRESO chega aos JORNAIS depois de viralizar nas redes da DIREITA.

Sargento foi visitado por membro da OAB que desejava informações detalhadas sobre o caso.

O representantes da OAB na 1ª Circunscrição Judiciária Militar, Augustinho Campos, disse que visitou o sargento. “Queremos saber se ele recebeu uma punição por dois atos, o da ponte e o do monumento”, questionou. Amigo de Vinícius, o advogado Eugênio Pacelli explicou que o sargento não protestou contra o Exército e sim a favor: “Ele requereu apenas salário digno.”


16 de maio de 2014

“Mercenários” brasileiros no Yemem - 1.300 dólares por dia.

Mercenários” brasileiros no Yemem - 1.300 dólares por dia.



Para se integrar em um exército de insurgentes as exigências não são muitas, ter experiência de apenas um ano em uma força militar ou policial do ocidente pode bastar. 70% dos membros da AL-Qaeda no Yemem são estrangeiros.

No final do mê passado uma ofensiva contra membros da Al-Qaeda no Yemem deixou diversos mortos, entre eles pelo menos dois brasileiros. Entre os mortos estão também alemães e franceses, segundo informações do governo local. Desde o ano passado há informações de que a Al-Qaeda paga cerca de 1.300 dólares por dia para ex-militares que se alistam em suas fileiras. Ha informações de que somente na Síria existem mais de 5.000 estrangeiros combatendo contra as forças oficiais.


Um relatório feito ainda em 2012 ressaltou o risco de que os combatentes estrangeiros representam para seus países de origem, já que depois de retornarem podem chegar com conhecimento e treinamento diferenciado, e principalmente, com uma ideologia que os torne perigosos, propensos a realizar atividades terroristas. O relatório evita tocar em questões religiosas, tendência adotada pelas principais instituições de inteligência em suas declarações públicas. Contudo, sabemos que a maioria dos terroristas da atualidade são radicais islâmicos.

A Europa tem visto um aumento no número de seus cidadãos que entram na Síria como "jihadistas". Grã-Bretanha, Irlanda e França estão entre os países da UE têm o maior número de militantes na Síria, o relatório na época não mencionava a presença de sul-americanos.
O governo do Yemem relata que cerca de 70% dos guerrilheiros no país são estrangeiros. O presidente Abdu Rabbu disse que há brasileiros no exército Jihadista.

Veja aqui. http://sociedademilitar.com.br/index.php/joomla-overview/393-ex-militares-tem-atuado-como-mercenarios-nas-fileiras-da-al-qaeda.html

12 de maio de 2014

Linchamentos, justiçamentos... O partido do governo incentiva a “justiça” com as próprias mãos. Joaquim Barbosa ameaçado!


O Brasil vive uma onda de “justiçamentos”. Pessoas que, geralmente em grupo, procuram resolver com os próprios recursos as questões que lhes afligem. Assumem um papel que deveria ser reclamado pelo Estado. Contudo, isso não acontece por acaso, não vem “do nada”, como dizem por aí. Vem de ações e omissões seguidas de um governo composto em grande parte por pessoas que no passado se acharam no direito também de fazer a tal “justiça” com as próprias mãos. E que têm como aliados políticos grupos que ainda procedem dessa maneira.

O PT, da Presidente Dilma, José Dirceu e Genoíno, tradicionalmente idolatra criminosos condenados e presos, como os que ocupam o presídio da Papuda. A situação é tão absurda que um de seus conselheiros resolveu essa semana, segundo reportagem da Veja, ameaçar de morte o Ministro-chefe do Supremo Tribunal Federal, “caso aconteça alguma coisa com José Genoíno.

Veja a mensagem atribuída a Sérvolo Aymoré, membro - pasmem – da Comissão de ética do PT.

"Contra Joaquim Barbosa toda violência é permitida, porque não se trata de um ser humano, mas de um monstro e de uma aberração moral das mais pavorosas... Joaquim Barbosa deve ser morto. Ponto Final. Estou ameaçando a um monstro que é uma ameaça ao meu país. Barbosa é um monstro e como monstro deve ser tratado”.

O PT é indissociável do planalto. Portanto, as atitudes, ou “não atitudes”, do partido serão sempre entendidas como consoantes com o pensamento da Presidente. A instituição deveria pelo menos emitir uma nota repudiando tal declaração, ou a presidente deveria, no mínimo, dizer em rede nacional que discorda de tais posições.

Mas, o PT já avisou que não vai se manifestar.

Hoje (12/05/2014) pela manhã dezenas de ônibus foram atravessados em ruas e avenidas do centro de São Paulo. Algumas dezenas de rodoviários, de uma única empresa, querem reajuste salarial. Eles acham que é justo receberem um salário melhor, e fazendo também a própria justiça, descumprindo a lei, impedem o direito de ir e vir de centenas de milhares de pessoas. Emergências médicas, aulas, serviços essenciais, tudo isso é prejudicado por conta de mais grupo que segue a onda de “fazer justiça social” que assola o país.

Há algumas semanas dezenas de moradores de uma favela no Guarujá, fazendo também a sua própria justiça, assassinaram uma dona de casa porque a mesma tinha os cabelos loiros e havia dado uma banana para uma criança. Para eles isso era a prova de que era uma suposta bruxa que sequestrava crianças para rituais de magia negra.

É bastante obvio que todas essas questões estão ligadas. A sociedade é sustentada por um emaranhado de instituições sociais, direitos, regras, costumes etc. A própria fé de que a lei é igual para todos, e de que vai ser cumprida, faz parte disso tudo. Esse conjunto é chamado de estrutura social.

Quando existe certeza de que a lei pode ser relativizada ha uma rachadura grave na estrutura.

Um texto encontrado no site do MST é uma pequena amostra desse interesse por forçar uma relativização da lei. O articulista tenta desestimular o cumprimento da lei dizendo que o Brasil está criminalizando a luta por justiça social. O texto acusa, pasmem, o Judiciário de tentar cumprir a lei.

Assim, a onda de violência e criminalização que os movimentos sociais enfrentam ultimamente, tendo setores do Poder Judiciário e o aparato policial como instrumentos executores dessa política... Para justificar a repressão agora, setores do Judiciário afirmam — contando com o apoio e reforço da mídia — que os movimentos sociais do campo, especialmente o MST, colocam em risco o Estado Democrático de Direito.



Na medida em que se recebe com beijos e afagos no gabinete presidencial pessoas que com suas próprias mãos vandalizam e invadem propriedade alheia, esta se enviando para todos os brasileiros que possuem alguma demanda o seguinte recado: Não temos condições de prover as soluções para todos os problemas, mas somos um governo de revolucionários, acreditamos que a sociedade unida pode fazer a verdadeira justiça social. Por isso, nós apoiaremos e protegeremos aqueles que cometem crimes em nome dos interesses da coletividade. Se vocês acham que aquela terra é improdutiva, invadam. Isso vai apressar a burocracia para a expropriação. Se vocês não têm casa, invadam edifícios, isso vai acelerar a implementação de políticas habitacionais. Se vocês querem a apuração mais rápida de algum crime, queimem ônibus, isso vai acelerar a solução... Se vocês querem justiça social, seja em que situação, tomem a iniciativa e a façam, o governo vai lhes apoiar.

Não foi o comentário de Rachel Sheherazade, como dizem alguns, que incentivou o linchamento do Guarujá. O que incentivou o linchamento no Guarujá, assim como a surra em um menor no Rio, são as omissões e conivência de membros do governo, que tem compactuado com as diversas ações ilegais que ocorrem sistematicamente todos os dias, gerando na sociedade a impressão de que aquilo que se faz em grupo é parte da implantação de uma espécie de “justiça social”.

Nenhuma lei pode ser burlada, nenhum crime pode ser relevado, seja realizado em grupo ou individualmente. Todas as infrações devem ser apuradas e as punições divulgadas para dissuadir potenciais infratores. Somente quando a sociedade ver nas autoridades a disposição em aplicar a lei rigorosamente em relação a TODAS as infrações que chegam ao seu conhecimento, independente de partidos e movimentos dos quais façam parte os suspeitos, a criminalidade, os vandalismo e os justiçamentos que tem ocorrido vão diminuir.