14 de outubro de 2014

PT, PSDB e a questão dos aliados.


A candidata Dilma Roussef sofre uma carência interessante nessa campanha. Não há um grande nome do PT que possa estar ao seu lado nos palanques e mesmo na TV. A presidente tem que posar sozinha já que os “astros” do Partido dos Trabalhadores, que outrora desfilavam como se fossem heróis da democracia, são agora reconhecidos apenas como criminosos condenados.
Alguns estão presos, em celas ou em prisão domiciliar, e outros, como o próprio ex-presidente  LULA, que não foi responsabilizado, mas foi quem colocou José Dirceu e outros em altos postos da administração pública, estão tão associados a ladroagem que ocorreu nos últimos anos que sua presença ao lado de Dilma traria mais prejuízo do que lucro. A própria candidata - presidente não consegue escapar das suspeitas sobre a má gestão negociação de refinarias durante sua gestão como Presidente do Conselho da Petrobrás.  
Aécio Neves, por outro lado, tem certa fartura de grandes nomes. Entre eles poderíamos citar Fernando Henrique Cardoso e a Própria Marina Silva. Nenhum dos dois tem sequer acusação de corrupção pairando sobre suas cabeças.
Alguns dizem que Marina deve comparecer aos debates acompanhando Aécio Neves. Quem será que Dilma Roussef vai levar?

Jornal Miami Herald diz que vitória de Aécio colocaria em risco o neopopulismo de Venezuela, Bolívia e Argentina. Jornal diz também que governo do PT facilita o tráfico de cocaína.




Aécio Neves, um economista para presidente do Brasil. Aécio é mais jovem e carismático, capaz de derrotar Roussef no segundo turno das eleições em 26 de outubro  Pelo menos dois pesquisadores dão a Neves, o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira, quase 10  pontos percentuais de vantagem .
Ele vai cair! Essa diferença pode ser substancialmente reduzida, e até mesmo desaparecer, como os ataques do Partido dos Trabalhadores de Rousseff devem se intensificar e com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderando o pelotão de fuzilamento. Neves hoje tem a vantagem de quatro dias de glória, após os surpreendentes resultados do primeiro turno, então ele vai ter que se defender e também atacar, se quiser prevalecer no dia da eleição.
Por que a popularidade de Dilma caiu? Por causa de uma combinação de três fatores:
1- A economia. O país está entrando em uma recessão. O aparelho produtivo não está crescendo, e as exportações estão em queda por causa do desaquecimento da economia chinesa. Tudo era uma miragem. O Brasil não estava fazendo bem o seu trabalho; os chineses estavam. Assim que a China reduziu seu crescimento por um ou dois pontos, o crescimento do Brasil estagnou. Com um PIB anual de pouco mais de 12.100 dólares per capita, o país estava criando menos riqueza por habitante do que seis outras nações latino-americanas, incluindo a vizinha Argentina, Uruguai e Chile. É verdade, em volume, o Brasil tem oitava maior economia do mundo, mas a sua per capita ocupa a posição 105 e seu crescimento 137. A produtividade do Brasil é de 50% da do México e 18% da dos Estados Unidos. Isso é devido ao protecionismo e à enorme burocracia. O país ocupa o 100 º no Índice de Liberdade Econômica, entre Gabão e Benin.
2 - Corrupção. A percepção geral é de que os governos do Partido dos Trabalhadores tem sido o mais corrupto da história recente do Brasil. Segundo a Transparência Internacional, quando Lula assumiu o Brasil estava no lugar 69 em todo o mundo. A pesquisa mais recente mostra-o no lugar 72. O mais recente escândalo envolve a (ex-) prestigiosa Petrobrás, empresa de petróleo e gás do governo. Ela é um esgoto de corrupção. De acordo com as revelações de ex-executivo da Petrobrás Paulo Roberto Costa, a empresa deu ao partido de Dilma 3% de todos os contratos celebrados.
3 - Terceiro-mundismo. Apesar da disparidade entre o sul desenvolvidos e os pobres do nordeste, a Belíndia (a combinação de Bélgica e Índia) descrito pelo economista Edmar Lisboa, os brasileiros sempre tiveram uma “que” de ocidentais. O Brasil foi o único país latino-americano a lutar na Primeira Guerra Mundial contra os alemães e austríacos, embora modestamente. Assim, muitos brasileiros não gostam da relação do Partido dos Trabalhadores, hoje, com o Irã, Rússia, Cuba e Venezuela, bem como o patrocínio do Foro de São Paulo, uma espécie de internacional radical, anti-ocidental, anti-mercado e anti-EUA.
Mas há mais no campo internacional. Se Neves ganhar a eleição, sua vitória seria um sinal de alerta para os países do chamado socialismo do século 21 e um aviso claro de que a tendência ideológica estridente, neopopulista que arruinou a Venezuela está se degradando.
O tsunami também atingiria a Argentina nas eleições do próximo ano e ajudaria a acabar com a estrutura populista da presidente Cristina Fernández Kirchner. Idem para a Bolívia, onde o presidente Evo Morales vai perder um grande aliado que não se importava que a cocaína a partir de seu país entrasse no Brasil em toneladas.

13 de outubro de 2014

Aécio Neves já é o vencedor? Se depender das redes sociais SIM.

Aécio Neves já é o vencedor? Se depender das redes sociais SIM.

Os números anteveem um resultado sombrio para o Partido dos Trabalhadores. Aécio Neves dominou completamente as redes sociais e mantém um discurso sereno, apelando pouquíssimo para críticas ao governo atual.  Dilma Roussef, que preferiu uma campanha mais agressiva, deixando propostas de lado e gastando quase todo o tempo disponível na TV para atacar o candidato adversário e seu partido.
A estratégia de Dilma de assumir uma posição de heroína, de salvadora da pátria, de manter um discurso repleto de “eu fiz”, com frases como “eu tirei milhões da pobreza” ou “os brasileiros foram resgatados da miséria por LULA e Dilma”, parece não surtir mais efeito. Em uma de suas frases de praxe a candidata Dilma, usando números manipulados,  chega a dizer que havia 50 milhões de indigentes quando o PT assumiu o governo. Ora, ninguém gosta de ser chamado de indigente.
Um dos cartazes de DILMA diz que foi ela quem criou as condições para o Brasil combater a corrupção. Esse chega a soar como PIADA na medida em que o PT tentou inúmeras vezes impedir a CPI da Petrobrás e atrapalhar outras investigações em andamento.
Para explicar esse número rapidamente basta dizer que para ser definido como miserável na época de FHC era necessário ter renda menor que R$ 80. No governo do PT os números foram mudados, miserável passou a ser aquele que tem renda menor que R$ 70 (em 2014 esse número aumentou para R$ 77). A equipe de Dilma manipula dados. O que mudou na verdade foi apenas a definição de indigente, ou miserável.
Ao contrário do que tem ocorrido em relação à campanha de Dilma, a estratégia de Aécio Neves parece surtir melhor efeito. Aécio usa frases curtas, acusa pouco e mostra mais tranquilidade e preparo.  
A maioria dos brasileiros sabe muito bem que FHC deixou um país pronto para crescer nas mãos de LULA. Portanto, essa estratégia do PT de atacar FHC tem soado muito mal aos ouvidos do eleitor.
Nos últimos anos a maioria das grandes questões políticas tem sido significativamente influenciadas pelas redes sociais, e nesse quesito o candidato tucano parece ter maior êxito. Enquanto Dilma Roussef tem 1.4 milhões de seguidores no facebook, Aécio Neves tem quase o dobro, 2,5 milhões. Os seguidores de Aécio parecem também vencer no quesito participação, enquanto Aécio tem 4,5 milhões de pessoas alcançadas pelas postagens, Dilma tem menos da metade disso, cerca de 2,1 milhões de pessoas.
Esses resultados são inesperados para quem acompanhou a movimentação do Partido dos Trabalhadores há alguns meses, promovendo um grande encontro de blogueiros e web designers, justamente para realizar um grande adestramento sobre engajamento virtual e estabelecimento de estratégias conjuntas. A militância de Aécio Neves não foi organizada em nenhum congresso, as pessoas aparentemente se engajaram voluntariamente em sua campanha, sem nenhum tipo de remuneração.
Aécio Neves está atualmente em vantagem, mas não pode descansar. Seu desafio maior no momento é conquistar os eleitores mais afastados da grande rede.

10 de outubro de 2014

Massacre iminente na SÍRIA. Internacional, inteligência, conflitos.


Se a cidade de Kobani foe tomada pelo grupo Estado Islâmico há grande possibilidade de um grande massacre. Soldados e cidadãos turcos insistem em participar dos combates em defesa dos cidadãos de Kobani, mas autoridades da Turquia negam a permissão para que atravessem a fronteira sem ajuda internacional a cidade fica a mercê do grupo terrorista mais cruel dos últimos anos.
Um refugiado que conseguiu entrar na Turquia disse: “nos vimos com nossos próprios olhos como eles matam crianças, seqüestram mulheres e as vende no mercado... Que tipo de pessoa faz isso. E eles nos chamam de infiéis, eu quero que eles nos expliquem o que é um infiel”
Kobani consegui, por mais de dois anos, ser um pequeno oásis no pesadelo da guerra síria. Controlada pelas Unidades de Proteção Popular (YPG), a milícia do principal partido curdo da Síria, a cidade foi poupada ao conflito, acolhendo milhares de refugiados que ali encontraram refúgio – árabes, curdos, turcomanos. Agora o inferno é ali, à vista do mundo e dos seus habitantes que, aterrorizados pelo avanço do Estado Islâmico, se refugiaram na Turquia, mas que continuam a não querer afastar-se da fronteira na esperança, cada vez mais vã, de que Kobani não será tomada e eles poderão regressar a casa.
O mundo assiste quieto a escalada de violência perpetrada pelo Grupo Estado Islâmico, o mesmo que, segundo a presidente Dilma Roussef, deve ser tratado como se fosse um estado reconhecido internacionalmente, e não como o que realmente é, um exército terrorista que assassina pessoas e exibe seus corpos mutilados para amedrontar os inimigos.
Infelizmente não há indícios que nenhum país vai socorrer a cidade síria e já devemos nos preparar para as cenas de sadismo e terror que devem acontecer ali.
O perigo não para por aí, se a cidade de Kobani cair haverá mais 400 km de fronteira com a Turquia sob o controle do Estado Islâmico, o que poderá fazer com que a guerra assuma proporções incontroláveis.

9 de outubro de 2014

Ela não desiste nunca! Ivone Luzardo se encontra com Aécio Neves.


Ela foi candidata a deputada distrital com a intenção de representar a famílai militar em Brasília, ela explicou que com as prerrogativas de deputada teria muito mais acesso e ferramentas para levar aos governantes as questões relacionadas aos militares das Forças Armadas. 


A despeito de ser a pioneira na reivindicação de melhores condições para a família militar ele a recebeu apenas 2.499 votos. Contudo, não nos admiramos de ver que ainda está na luta com a mesma disposição.
Ivone Luzardo, de maneira estratégica, conseguiu um encontro com o candidato Aécio Neves e lhe explicou a situação vivida pelos militares das Forças Armadas. Luzardo deixou com o candidato um lista de reivindicações e a promessa de apoio da família militar.


fdilma

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Proteção de Tela Fora dillma







8 de outubro de 2014

Adesivo Fora Dillma vence na justiça e pode ser distribuído SIM.

Adesivo Fora Dillma vence na justiça e pode ser distribuído SIM.

Há alguns meses que a campanha Fora DiLLma tem crescido na rede e nas ruas.
Na rede e nas Ruas é uma frase que reflete exactamente o que têm feito vários grupos que além de divulgar por meio das redes sociais as falcatruas e desmandos da esquerda brasileira, se reúnem e vão para os grandes centros urbanos distribuir adesivos contra o PT e coletar doações para a confecção de mais adesivos para serem distribuídos gratuitamente.
O PT vem sentindo na pele a oposição planejada e executada com coragem e organização. Grupos ligados ao partido tentaram impedir por via judicial a venda e conseqüente distribuição do adesivo Fora Dillma. Contudo, o pedido foi negado pela justiça.
Em representação assinada pela presidenteDilma e sua coligação, os esquerdistas afirmam que os adesivos "expressam propaganda negativa, degradante e infamante em relação à candidata". As informações podem ser vistas no portal Eleição Transparente, da Associação Brasileira de Jornalismo (Abraji).


Dilma também reclamava de adesivos vendidos pela internet. Nos adesivos o nome Dilma está escrito com duas letras “L”, associando a atual presidente a Fernando Collor.
A ação foi contra o Google, que hospeda o blog, e o Facebook, que também tem um perfil anunciando o adesivo. Mas, como já dissemos, foi rejeitada pelo Tribunal Superior Eleitoral.
Lembramos que o Pesadelo de qualquer Político, um dos grupos que atua na distribuição desses adesivos já foi atacado e até colocado offline por grupos de esquerda. O grupo tem centenas de milhares de colaboradores e conseguiu retornar à internet depois de muito esforço e contactos com a administração do facebook.

1 de outubro de 2014

Dilma diz que há ISLAMOFOBIA. Ela disse que existe “Preconceito islamofóbico em países ocidentais”











Senhores, só em 2013 foram assassinados no planeta mais de 100 mil cristãos, católicos e evangélicos. Pergunto a vocês: Quando foi que ouviram isso na grande mídia, nos jornais impressos? No Brasil de hoje ninguém discrimina islamitas. Discriminamos sim, com razão, qualquer extremismo violento por parte de qualquer grupo, seja religioso ou político.
Todos sabemos que a maioria dos grandes atentados ocorridos nos últimos anos foram realizados por islamitas radicais, mas mesmo assim não discriminamos os praticantes da religião de Maomé.
Dilma Roussef, depois de dizer o que vimos acima, tem o desplante de fazer pior na semana passada. Ela condena o enfrentamento contra o grupo “Estado” Islâmico e diz que deve-se procurar o diálogo. Ora, o “estado” islâmico não é um estado, não representa uma nação. O simples fato de se procurar o diálogo com terroristas desse tipo já lhes concede o status de vencedores.
É mais um grupo que se insurge contra a ordem estabelecida e quer tomar o poder por meio da força. Será por isso que a esquerda tem simpatia pelo mesmo?

Para quem não sabe, os insurgentes islâmicos defendem até o assassinato do PAPA.
Nosso repúdio às declarações de Dilma Roussef. Nossa solidariedade às famílias de milhares de pessoas que tem sido assassinadas não só pelo “estado” islâmico, mas por membros de grupos, comunistas, islâmicos e de qualquer tipo que tenham a pretensão de tomar o poder ou impor a sua visão de mundo por meio da força.
O mínimo que podemos fazer para contribuir para que esses apoiadores de terroristas deixem o nosso governo é não votar no PT. E divulgar isso também é importante. Sim, se indigne. E depois faça a sua parte.
Se desejar veja um vídeo interessante sobre isso, há cenas fortes.

Robson A.D.Silva – http://sociedademilitar.com.br

30 de setembro de 2014

Luzardo diz: “o Alto Comando das FFAA perdeu o poder de negociar junto ao Executivo “ Série Conheça seus CANDIDATOS - Entrevista com IVONE LUZARDO.

Luzardo diz: “o Alto Comando das FFAA perdeu o poder de negociar junto ao Executivo “ Série Conheça seus CANDIDATOS - Entrevista com IVONE LUZARDO.

Em meio a uma árdua campanha, a Candidata Ivone Luzardo nos cedeu um pouco de seu tempo e responde alguns questionamentos relevantes e de grande interesse não só para a família militar brasileira.

Revista Sociedade militar - Candidata Ivone, é sabido que a senhora organizou e participou ativamente de um grande número de movimentos em prol dos salários dos militares. Alguns desses repercutiram bastante, como o que ocorreu em Copacabana. De todos esses atos, alguns maiores, outros menores, há algum que a senhora consideraria como MEMORÁVEL? Pode dizer por quê?

Ivone Luzardo – Antes de tudo, gostaria de agradecer a oportunidade nesta que vem se tornando a mídia mais expressiva no que diz respeito aos assuntos de interesses dos militares. Tentarei ser objetiva a fim de tornar a tarefa do leitor a mais agradável possível.

O panelaço memorável certamente aconteceu em 2005, quando estávamos acampadas na Esplanada dos Ministérios há quase dois meses e o governo Lula sempre negando nossa ínfima reposição salarial. Todas as mulheres entraram em um ônibus que veio de Anápolis para participar do PANELAÇO DA BATALHA NAVAL DO RIACHUELO. Pela manhã, protestamos em frente ao Grupamento dos Fuzileiros Navais e após o almoço invadimos o Palácio do Planalto. Fizemos um “Cavalo de Tróia”. Entramos com um ônibus cheio de mulheres. Pegamos os seguranças desprevenidos. Só ouvimos quando um deles gritou: “Socorro!!! As mulheres dos militares invadiram o Planalto!!!” Foi um alvoroço muito grande. Nenhum deles conseguiu nos conter. Lembro quando a Goretti, conselheira fiscal da UNEMFA, pegou uma panela e encheu com a água suja do espelho d’água existente no Palácio do Planalto,molhando os seguranças que tentavam nos impedir. Foi nesse dia que se abriu, pela primeira vez, a faixa do IMPEACHMENT endereçada ao Lula e  seus mensaleiros. Estávamos profundamente indignadas por estarmos acampadas por mais de dois meses, reivindicando reposição salarial para nossos maridos e osjornais noticiando o governo Lula distribuindo “mensalão”. Acabamos por impedir, também, a troca da bandeira.Não deixamos a solenidade acontecer!!!
Importa ressaltar que esse acampamento, com duração aproximada de 70 dias na frente do Congresso Nacional, foi o movimento que trouxe maiores reflexos para a nossa classe. Posso dizer que o aumento de 2005 foi sensibilizado pela atuação daquelas famílias que ficaram, junto comigo, em condições hostis, por todo aquele tempo. Aquele movimento teve repercussão nacional e internacional. Foi difícil, mas necessário. Pioneiro nesse tipo de manifestação, acabou sendo imitado por outras classes. Já faz quase dez anos. Quando me lembro destes momentos, me inspiro para continuar o que sempre fiz para deferir justiça a quem só tem deveres e muitos os direitos negados – nossos heróis militares. Quem conhece minha história, e não estória, sabe que não estou nessa como oportunista, o que nos remete a ficarmos mais atentos quanto à qualidade de alguns candidatos que surgem nesta época. Não suporto ver os militares enganados!

Revista Sociedade militar – Candidata Ivone Luzardo, nos últimos meses a senhora esteve presente em várias reuniões realizadas entre a família militar e membros do Ministério da Defesa. Em uma dessas reuniões o senhor Ari, alto funcionário do Ministério da Defesa, disse que iria ao Planejamento e que após isso a família militar receberia respostas concretas sobre várias questões colocadas. Lembramos que na citada reunião a senhora chegou a dizer que havia militares no limite. Suas palavras, entre outras, foram: "A que ponto deixaram chegar os militares. Se isso não é revanchismo é o que?". Poucos dias depois a senhora postou um vídeo em que cobrava do Ministério da Defesa as respostas prometidas. Questão: A família militar, ou pelo menos os líderes ali presentes, receberam alguma resposta?

Ivone Luzardo – Veja (risos), quando aquele pessoal me vê parece que vão ter um problema de saúde. Objetivamente, sim! Contudo, a resposta só veio porque fui atrás do Sr Ari Matos, no dia 30 de abril de 2014, para ter uma posição. Mas o que me irritou profundamente neste contexto foi que o MD teve mais de quatro anos para articular e deixou pra fazê-lo no último momento, quando não havia mais tempo hábil. É sempre assim. Mas eles não perdem por esperar. A resposta virá nas urnas contra esse governo revanchista. O principal assunto na mesa foi pagamento da diferença remuneratória dos 28,86%. Depois de uma verdadeira via crucis foi enviado para o Ministério do Planejamento uma solicitação para inclusão do referido pagamento aos militares em 2015. Não contente, fui atrás da Ministra Miriam Belchior (MPOG) que me deu a notícia de que a LOA 2015 já estava fechada. Em outras palavras, os militares ficarão mais um ano a ver navios. Se não retomarmos os trabalhos, ano que vem, ficaremos mais outro ano e mais outro .... Olha, aquele pessoal (cargos de indicação do PT) não tem interesse nem profissionalismo (atributos tipicamente militares) para resolver nossas questões. Nem querem! Só no Ministério da Defesa esse assunto ficou parado por vários anos. Enrolação mesmo! Vejam, é extremamente necessário pressionar politicamente nossos interesses. Já tomei muito chá de cadeira e não na cara para ter um simples acesso às autoridades. Agora, como Deputada, a coisa ficará diferente. Vocês percebem como nós, militares, temos que ter representantes? Como simples presidente de associação já os deixei de cabelo em pé, imaginem depois?

Revista Sociedade militar – Candidata, no nosso ponto de vista os dois últimos anos foram incomuns. A família militar parece que está cada vez mais politizada. Entre alguns momentos memoráveis, citamos: O grande abaixo assinado encabeçado pelos sites Montedo, Sociedade Militar e Portal Militar, que reuniu algumas centenas de milhares de assinaturas no site do Senado e repercutiu na grande mídia, a Genial Manifestação em Copacabana, encabeçada pela associação que a senhora preside, a UNENFA e o confronto entre os representantes das associações e membros do Ministério da Defesa, já citado na pergunta acima. Não poderíamos deixar de mencionar, algo de enorme significância, a enorme movimentação nas redes sociais. Só a senhora tem mais de 5 mil seguidores em sua rede, isso é incrível. A Revista Sociedade Militar tem mais de 10 mil colaboradores na Fanpage e obtém, só na Revista Online, em média de 350 mil visualizações de artigos mensalmente. Outros sites como Montedo.com também tem um público gigantesco, e cada vez mais exigente, o que mostra que as coisas estão mudando. A família militar está cada vez mais ativa, politizada e ávida por informações detalhadas sobre o que ocorre na política.

Questões: - O que a senhora acha dessas mudanças, de disso tudo que está acontecendo?

Ivone Luzardo – Olha, isso é ótimo! Em minha opinião, esse hiato ocorreu porque o Alto Comando das FFAA perdeu o poder de negociar junto ao Executivo e fez questão de afastar os militares da política por muito anos, o único viés que pode nos dar respostas satisfatórias aos pleitos almejados.  Não condeno! Mas também não aceito tanta inércia. Cada momento da história exigiu uma ação. No nosso DNA está a disciplina e acreditar em nossos comandantes é sinal de espírito de corpo, atributos que fazem a diferença em nosso favor. O que ocorre é que temos que jogar o jogo e nos enquadrar as novas conjecturas. Ou seja, temos que ter representação política! Vide o exemplo acima. Acredito em nossa capacidade de organização. Acredito, agora que saímos da inércia, vamos fazer a diferença. Tenho muito orgulho de ser pioneira nisso tudo. Tenho planos grandes. Ponto pacífico é a criação do nosso partido com diretórios em todos os Estados. Outro ponto é a valorização da mídia que tem nossos princípios, que fale para o nosso público, o que tem ganhado corpo na nossa querida Revista Sociedade Militar e outras citadas nessa entrevista. Acredito que podemos dar os rumos certos para esse país!

- A senhora acredita que esse é o momento, que em 2014 iniciaremos a formação de nossa bancada parlamentar?

Ivone Luzardo – Certamente já demos um grande passo, mas insisto: temos que nos organizar! Não podemos dividir votação e não entrar ninguém. É concentrar meios no ataque principal!

Revista Sociedade militar – Candidata, é sabido que deputados federais e senadores não podem propor reajustes salariais para os militares. Por força de lei isso é prerrogativa do Executivo, o que concorre para tornar o deputado federal uma nulidade no que diz respeito à maior carência dos membros das Forças Armadas. Se não for audacioso e articulador o parlamentar corre o risco de ser um mero expectador que não pode ajudar a categoria que o elegeu. Nesse quesito entende-se que a quantidade de deputados, federais, estaduais e distritais, fará grande diferença, pois somente assim haverá possibilidade de pressionar o executivo, inclusive com o uso da força política para a mobilização da sociedade militar nos estados e Distrito Federal.

A senhora inegavelmente é uma das grandes articuladoras da família militar. Candidata, percebe-se muito interesse dos militares e familiares em participar ativamente desse pleito. A senhora acredita que nos próximos anos, com a presença de políticos militares nos estados e em Brasília, a situação dos militares vai mudar para melhor?

Ivone Luzardo – Sim, por tudo que foi dito anteriormente. É muito diferente você ter uma manifestação sem apoio de figuras do legislativo. Veja a audiência que conseguimos no Ministério da Defesa. Se não fosse o apoio do senador Paulo Paim, que promoveu duas audiências públicas, permitindo ecoar nosso grito de socorro, não teríamos efetividades nas discursões de nossos pleitos. Lembrando aqui de um detalhe dito pelo próprio Senador, de que o Dr. Ari Matos, só iria nos receber porque ele, o Senador, se faria presente. Isso me indigna muito! Eu não estou aqui para pedir favor a ninguém. Eles têm obrigação de fazer porque são pagos pra isso e com o dinheiro dos nossos pesados impostos. O Deputado Izalci Lucas, aqui do Distrito Federal, somou significativamente conosco ao propor a criação de uma Subcomissão Especial, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional,que tem como objetivo acompanhar a política salarial dos militares da ativa e da reserva.Porém, é preciso fortalecer essa comissão com um número expressivo de deputados e senadores.Para tanto, há sim necessidade de construirmos um grande projeto rumo a 2018. Iniciaremos agora como Deputada Distrital que requer um número menor de votos. Executaremos um excelente mandato com ética e muita transparência para, em 2016, já apoiarmos às candidaturas dos nossosrepresentantes.Futuramente, em 2018,teremos uma bancada mais forte. Com os parlamentares militares a ajuda será efetiva. Não terá tom de favor e sim de obrigação. Cabe dizer que temos muitas áreas para trabalhar, tais como: auxílio moradia, aumento na cubagem de transferência, reajuste do salário família (digno), incentivo na multiplicação e investimento nos Colégios Militares e muitos outros que contribuem para o salário indireto. O salário indireto (benefícios de toda ordem) são muito mais fácil de emplacar. Trabalho esse que prosseguirá lado a lado com a reposição das perdas salariais.
                                          
Revista Sociedade militar – Candidata, quais serão suas principais bandeiras?

Ivone Luzardo – Acabei adiantando algumas na pergunta anterior, mas, fora as descritas anteriormente, são:

1)Articular e defender os interesses dos profissionais Militares das Forças Armadas/Auxiliares junto ao Congresso e outros órgãos públicos, tais como:
 -recuperação de perdas salariais;
 -tratativas da MP 2215-10;
 -o pagamento integral da diferença remuneratória dos 28.86%;
 -a reestruturação do plano de carreira;
 -a defesa das pensionistas de militares cujos processos se encontram tramitando no TCU sem a devida celeridade; e muitos outros.

2)Efetivar a Bancada Militar no Congresso Nacional em 2018, apoiando candidaturas em 2016 e 2018 de Militares e familiares comprometidos.

3) colocar em prática o projeto “Segurança ao Cidadão = Respeito e Valorização Profissional aos Militares das Forças Armadas/Auxiliares do Brasil”.

4) e outras na área de atuação do Deputado Distrital aqui no DF, tais como: Valorização das carreiras no setor de segurança do DF: PM, Bombeiro e Polícia Civil, efetivar o Projeto: “Eu quero morar no DF” que promoverá a venda de menor fração de terras públicas, com infraestrutura e preços populares, e muitos outros.
Além das bandeiras acima descritas tenho compromisso com a economicidade da gestão pública, a ampliação e melhoria do sistema de saúde e a redução de carga tributária distrital.


Revista Sociedade militar – Candidata,  Em um de seus cartazes se lê: “A mulher do Panelaço, princípios e valores inegociáveis”. Quais são esses princípios e valores?

Ivone Luzardo – Eu represento os militares e seus princípios e valores. Eles são inegociáveis. Não foi atoa que me apaixonei por essa classe. A retidão do caráter, a correção de atitudes, o interesse coletivo acima do individual, o compromisso com a verdade, a lealdade, a transparência e o Brasil acima de tudo por fim, são os princípios e valores que nos diferem da classe política atual. Por isso, queremos apresentar uma nova política.

Revista Sociedade militar – Candidata, esteja a vontade para fazem mais alguma colocação.

Ivone Luzardo – Nesse meio você tem que estar sempre lembrando quem você representa. Eu represento o esteio desta nação. Represento quem segurou firme os caminhos brasileiros quando, na nossa história, algo decisivo poderia nos levar para o abismo. Quando, na independência, várias revoltas queriam pulverizar a unidade brasileira, Caxias assegurou a integridade nacional. Quando na Guerra do Paraguai iríamos perder importante parte da região Sul, as FFAA agiram com destemor. Quando, na criação da República, outras tantas revoltas quiseram fatiar o território brasileiro, lá estávamos também. Quando quiseram instaurar, a força, o falido regime Comunista, impedimos de igual maneira. Quando os compromissos internacionais puseram à prova a credibilidade brasileira (Missões de Paz, pacificação de comunidades para os grandes eventos, os grandes eventos propriamente ditos), foram os militares que tiveram a frente.  Eu represento a classe que mesmo sendo achincalhada por alguns setores da sociedade sempre serviu e sempre servirá, verdadeiramente, ao BRASIL sem nem mesmo Dele esperar compreensão. Deus quando criou este país deve ter dito: “Vou te dar um guardião e eles se chamarão MILITARES”!

MILITARES, eu conheço os seus feitos e as suas histórias, sei o que passam, bem como suas famílias, não de ouvir falar. Mas de sentir e de vivenciar. Sinto o mesmo remoer ao ouvir as fétidas e repugnantes vozes da Comissão da Palhaçada (verdade) ao acusarem nossos heróis de salvarem esta nação. Estou e sempre estive com vocês sem nunca auferir lucro em meu ativismo! Fiz tudo com muito amor e idealismo e espero que vocês estejam comigo também no próximo dia 5 de outubro para mais um grande panelaço!

Até breve! IVONE LUZARDO 54700.

28 de setembro de 2014

GOLPE MILITAR! Um pelotão inteiro de Militares pode ocupar o Congresso.






GOLPE MILITAR! Um pelotão inteiro de Militares pode ocupar o Congresso.

Essa semana é decisiva para a definição da bancada que habitará o Congresso nos próximos quatro anos. A sociedade brasileira nunca esteve tão polarizada e as redes sociais merecem destaque nos últimos meses, foram os responsáveis pela divulgação de uma gama enorme de informações sonegadas pelos grandes veículos de comunicação. Os militares foram colocados em evidência pelo próprio governo atual, já que foram literalmente “metralhados” pelas chamadas comissões da verdade. Contudo, isso surtiu um efeito contrário, já que os soldados acabaram na verdade consagrados em diversas pesquisas como membros das instituições mais confiáveis do país, e foram defendidos por uma grande parcela da sociedade que considera que as Forças Armadas impediram que o Brasil se tornasse um país comunista.  
A partir dessa popularidade conquistada pelos feitos do passado e pelo comportamento que até hoje permanece exemplar, os militares e familiares partiram pra cima da disputa eleitoral. Como dizem, eles querem ENDIREITAR o país. Nesse pleito serão mais de 60 candidatos oriundos das Forças Armadas. Entre eles há 3 Generais, dezenas de coronéis, subtenentes, sargentos e familiares.
Lembramos que há pouco tempo alguns diziam que “militar não se mete em política”. Isso é algo paradoxal, destoa da realidade atual. A profissão militar possibilita aos soldados um conhecimento amplo e estratégico de nosso país. Aliando isso ao juramento de defender a pátria mesmo com o custo da própria vida, se torna uma obrigação participar do processo político, seja se candidatando, ou colaborando para que sejam eleitas pessoas lícitas e dignas de representar a sociedade no Congresso e Legislativos estaduais. No momento em que vivemos não ah espaço para abstenção ou neutralidade.
Para tristeza da esquerda a sociedade de DIREITA tem apostado suas fichas nesses nomes. Estivemos presentes em um evento do Partido Militar ocorrido ontem (27/09) no Rio de Janeiro, e foi interessante constatar que havia muitos civis, inclusive compondo a mesa. O evento foi presidido por Gerson Paulo, presidente do PMB – RJ e contou com a presença de um general, um bispo, professores, coronéis etc.
Verdade seja dita, se pelos menos a metade dos candidatos militares forem eleitos pode haver uma sensível mudança na condução não só das negociações de assuntos ligados aos militares, mas também de questões como DESARMAMENTO, MAIORIDADE PENAL, MERITOCRACIA, LEI DE ANISTIA etc.
General e vários candidatos MILITARES participam de CONFERÊNCIA do Partido Militar no Rio de Janeiro.
Revista Sociedade Militar






   Um evento nesse sábado (27/09/2014) no Clube de Sargentos da Marinha reuniu mais de 400 pessoas no Bairro da Penha , Rio de Janeiro. Os candidatos, apoiadores e colaboradores do Partido Militar Brasileiro se reuniram para uma conferência. Foi também distribuido material de campanha para uso nessa última semana antes do pleito.
     Logo na abertura o Presidente do Partido Militar, Gerson Paulo, disse que o PMB oferece uma nova proposta política para reconstruir o BRASIL. Ele ressaltou que não recebem financiamento de nenhum político profissional ou empresário, e que tudo o que tem se realizado na campanha sai do bolso de pessoas simples e comprometidas com a construção de um futuro melhor. Gerson disse: “Nós vamos oxigenar o cenário político brasileiro”.
  O partido, como sempre faz, iniciou o evento com a oração do Pai Nosso e o cântico do Hino Nacional Brasileiro. Mostrando o comprometimento com princípios cristãos e patriotismo.
   Chamou também bastante a atenção o discurso do humorista Castrinho, que é candidato a Deputado Estadual pelo PRB (RJ - Castrinho 10110). Castrinho  surpreendeu algumas pessoas, que não conheciam sua face séria e política, ele mostrou possuir uma posição firme contra o comportamento do governo federal.  Castrinho fez uma piada sobre homossexualismo e a confusão que isso causa na mente das crianças, e deixou bem claro que acredita que o Partido dos Trabalhadores tem jogado contra os interesses do nosso país. O humorista disse que o Brasil tem portos deficientes, mas Cuba tem um porto de última geração, construído com o nosso dinheiro. Veja o vídeo abaixo.
   O presidente do PRTB do Rio de Janeiro deixou bem claro que o partido anda de mãos dadas com o PMB, e que estará auxiliando na sua regularização. Jimmy Pereira disse que acha importante que o PMB esteja pronto para entrar efetivamente na disputa o mais rápido possível, e que eleja vereadores no próximo pleito, com vistas a construir uma bancada maior no Congresso já em 2018.
  O partido Militar é um partido jovem. Gerson Paulo (2838), o presidente está na casa dos 40 e já é mestre em direito. Os outros principais candidatos, Bruno Nascimento (5100) e Sargento Feliciano (28016), são ainda mais jovens. Eles têm coragem, disposição, são preparados e tem um potencial incrivel. Sua campanha, mesmo sem grandes colaboradores, foi realizada de forma brilhante e inovadora. Em poucos meses eles conseguiram centenas de milhares de compartilhamentos em seus textos e vídeos nas redes sociais, onde concentraram seus esforços. O Sargento Feliciano, que é candidato a deputado estadual, conseguiu em seus vídeos a incrível incrivel marca de 145 mil visualizações em seu canal no Youtube. Bruno nascimento tem um canal no Facebook com mais de 88 mil seguidores e Gerson Paulo tem dezenas de vídeos postados em redes sociais que alcançam centenas de pessoas todos os dias.
Consideramos que seja praticamente certo que esse ano os militares iniciarão a formação de sua bancada militar nos Congresso e nos estados da federação.
   O General Abreu, que compareceu como convidado ao evento, é candidato a vice-governador do Rio de Janeiro e tirou várias fotografias com os candidatos Gerson PauloBruno Nascimento e Sargento Feliciano. O Militar, agora na reserva, fez questão de dizer que seu pai foi CABO e se mostrou bastante simpático à consolidação do Partido Militar, se referindo a este como "nosso Partido Militar".
    A certeza que obtivemos após ter assistido ao interessante evento é de que os militares das Forças Armadas finalmente conseguiram se organizar politicamente. E que isso, muito mais cedo do que se espera, deve gerar mudanças bem significativas em questões como remuneração, jornada de trabalho e planos de carreira. Outra questão relevante a observar é que essa movimentação toda não partiu das "camadas superiores" das Forças Armadas - tradicionalmente mais resistentes às mudanças - ela se iniciou nos círculos de subalternos. Diferente do que aconteceu ha algumas décadas, os subalternos que hoje estão à frente dessa organização política, defendem a hierárquia e disciplina, são avessos a qualquer tipo de radicalismo, são adeptos da democracia, da meritocracia e defendem com unhas e dentes a propriedade privada. 
   Entre os militares que se apresentam como canditados para esse pleito a esmagadora maioria é composta de gente muito bem preparada, muitos são pós graduados, mestres e até doutores. 

27 de setembro de 2014



General discursa em evento do Partido Militar no Rio.
Um evento no Clube de Sargentos da Marinha reuniu cerca de 400 pessoas nesse sábado no Bairro da Penha , Rio de Janeiro.
Algo interessante chamou bastante a atenção, a presença de candidatos de vários partidos diferentes, PRTB, PHS e PRB.  Logo na abertura o Presidente do Partido Militar disse que o PMB oferece uma novo proposta política, ele ressaltou que não recebem financiamento de nenhum político profissional ou empresário, e que tudo e que tem se feito na campanha sai do bolso de pessoas simples e comprometidas com a construção de um futuro melhor. Gerson disse: “Nós vamos oxigenar o cenário político brasileiro”.
O partido, como sempre faz, iniciou o evento com a oração do Pai Nosso e o Hino Nacional Brasileiro. Mostrando o comprometimento com princípios cristãos e o patriotismo.
Chamou também bastante a atenção o discurso do humorista Castrinho, que é candidato a Deputado Estadual pelo PRB (RJ - Castrinho 10110). Castrinho  surpreendeu algumas pessoas, que não conheciam sua face séria e política, ele mostrou possuir uma posição firme contra o comportamento do governo federal.  Castrinho fez uma piada sobre homossexualismo e deixou bem claro que acredita que o Partido dos Trabalhadores tem jogado contra os interesses do Brasil. Ele disse que o Brasil tem portos deficientes, mas Cuba tem um porto de última geração, construído com o nosso dinheiro. Veja o vídeo abaixo.
O presidente do PRTB do Rio de Janeiro deixou bem claro que o partido anda de mãos dadas com o PMB, e que estará auxiliando na sua regularização. Jimmy Pereira também disse que acha importante que o PMB eleja também vereadores no próximo pleito, com vistas a construir uma bancada maior no Congresso em 2018.
O General Abreu cumprimentou os candidatos Gerson Paulo, Bruno Nascimento e Sargento Feliciano, fez questão de dizer que seu pai foi CABO e se mostrou bastante simpático à regularização do Partido Militar, se referindo a este como "nosso Partido Militar".