13 de setembro de 2014
12 de setembro de 2014
Revista FORBES cita Dilma e cinco motivos para não REELEGER a candidata do PT.
Revista FORBES cita Dilma e cinco motivos para não REELEGER
a candidata do PT.
Segundo a FORBES, nos últimos 20
anos, o Brasil passou por uma enorme transformação social e econômica, que
culminou com o país ter tirado dezenas de milhões de pessoas da pobreza extrema,
alcançando o sétimo lugar entre as maiores economias do mundo. As principais transformações
começaram durante o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que foi
eleito em 1994, e leva o crédito de ter derrotado a hiperinflação no Brasil.
O colunista da famosa revista
norte-americana dá cinco motivos relevantes para que a população não mantenha
Dilma no Planalto. Veja abaixo.
1 – O Brasil não cresceu como
poderia e deveria durante o governo Dilma
Segundo o colunista, o último momento bom para o Brasil foi em 2010, quando a economia cresceiu 7.5%, com o Brasil sendo um dos maiores exportadores de produtos manufaturados e agrícolas, além de minério de ferro. Daí pra frente foi só o caos. “É a primeira vez em cinco anos que a economia retraiu”, escreveu o colunista. “Até o fim de seu mandato neste ano, o crescimento esperado do Brasil debaixo do comando de Rousseff é de dois pontos percentuais a menos do que o crescimento médio da América Latina entre 2010 e 2014. É a primeira vez em 20 anos que o Brasil é deixado para trás comendo a poeira de seus vizinhos.”
Segundo o colunista, o último momento bom para o Brasil foi em 2010, quando a economia cresceiu 7.5%, com o Brasil sendo um dos maiores exportadores de produtos manufaturados e agrícolas, além de minério de ferro. Daí pra frente foi só o caos. “É a primeira vez em cinco anos que a economia retraiu”, escreveu o colunista. “Até o fim de seu mandato neste ano, o crescimento esperado do Brasil debaixo do comando de Rousseff é de dois pontos percentuais a menos do que o crescimento médio da América Latina entre 2010 e 2014. É a primeira vez em 20 anos que o Brasil é deixado para trás comendo a poeira de seus vizinhos.”
2 – Maior empresa do País, a
Petrobras está sendo seriamente danificada
Em 1997, a Petrobras ganhou uma nova força quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acabou com o monopólio estatal e abriu o capital da empresa para investimento privado, diz Antunes. Dez anos depois, a petroleiro descobriu o pré-sal, o que seria uma prova de que “Deus é realmente brasileiro”, citando uma afirmação do ex-presidente Lula. Sob o governo petista, a estatal tem enfrentado diversos escândalos. Além das investigações, o valor de mercado da companhia caiu de US$ 190 bilhões para US$ 119 bilhões em quatro anos. O colunista também critica o fato de a Petrobras ser utilizada para controlar a inflação, segurando reajustes nos preços de combustíveis e agregados
Em 1997, a Petrobras ganhou uma nova força quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acabou com o monopólio estatal e abriu o capital da empresa para investimento privado, diz Antunes. Dez anos depois, a petroleiro descobriu o pré-sal, o que seria uma prova de que “Deus é realmente brasileiro”, citando uma afirmação do ex-presidente Lula. Sob o governo petista, a estatal tem enfrentado diversos escândalos. Além das investigações, o valor de mercado da companhia caiu de US$ 190 bilhões para US$ 119 bilhões em quatro anos. O colunista também critica o fato de a Petrobras ser utilizada para controlar a inflação, segurando reajustes nos preços de combustíveis e agregados
3 - Abordagem de Dilma para
manter a inflação alta a fim de manter empregos é questionável - Um
consenso dos analistas é que inflação e desemprego baixo funcionam quando há
crescimento econômico, diz o colunista. No Brasil, a inflação tem piorado pelo
fato de que nos últimos anos os salários têm aumentado em um ritmo constante,
enquanto o lucro das empresas tem decrescido muito.
“Para Dilma Rousseff, a solução
seria elevar os juros, apertar a política fiscal e permitir que os preços se
ajustem, acelerando a inflação antes que a situação se normalize. Isso não é
uma tarefa fácil, já que o consumo representa a maior parte da economia do País
- 63%.” Antunes acredita, no entanto, que Dilma não tomará essas medidas, já
que seria atípico para um “governo populista”.
4 - Dívida Pública do Brasil
continua crescendo. Antunes diz que, apesar de a dívida pública do País ser
relativamente baixa – cerca de 35% do PIB -, esse percentual tem crescido. “O
orçamento federal está constantemente em déficit, e Dilma Rousseff se
comprometeu a cumprir uma meta de superávit primário de 1,9% do PIB neste ano e
2% no próximo ano”, se reeleita.
Antunes ressalta que, nos
primeiros seis meses do ano, o superávit primário atingiu o menor valor da
história, R$ 29,4 bilhões,
5 – Dilma não promoveu as
reformas necessárias para tornar a vida das pessoas, especialmente dos
pobres, melhor. O PT se autoproclama como o partido que tem a missão de
defender os pobres e os socialmente excluídos. As reformas necessárias para
isso, no entanto, não têm acontecido no governo Dilma, afirma o colunista. Ele
diz que o Brasil, além de não estar mais crescendo como deveria, reduziu sua
distribuição de renda.
11 de setembro de 2014
Dinheiro repassado pelo governo incentiva apoio ao Hamas. Veja alguns dos repasses do GOVERNO. Você vai ficar mais indignado do que já está.
O PCO, Partido da Causa Operária, com
menos de três mil filiados, recebeu em
2013 a quantia de R$ 580.308,73.
Em 2012 recebeu R$ 625.916,17, É Isso mesmo, mais de 1 milhão em dois anos. O
PCO tem como eterno candidato à Presidente do Brasil o senhor Rui Pimenta.
Esse ano o PCO já recebeu pouco
mais de 350 mil reais.
Em 2010 Rui Pimenta se candidatou
para presidente da República, declarou ter gastado R$ 6.348,00 em sua campanha
eleitoral, quando obteve 12 mil votos. Número insuficiente para eleger um vereador
na maioria das grandes cidades do país.
Que lógica há numa legislação que
permite que o dinheiro que sai do bolso do cidadão que paga impostos sustente
esse tipo de coisa.
O partido da Causa Operária tem
sido usado como plataforma para pregar o ódio contra policiais, incentivar a
polarização da sociedade e até o apoio incondicional aos terroristas do Hamas.
Definitivamente esse país tem que
mudar.
7 de setembro de 2014
Norte americano especialista em Inteligência diz que QUEDA DE AVIÃO TEVE O Dedo da CIA. Artigo publicado em site de oficial do Exército Brasileiro confirma teoria. Criação do banco do BRICS teria enfurecido Washington e Wall Street.
Teorias conspiratórias? Pode ser
que sim, mas levando em conta a importância dos veículos e autores dos textos,
não poderíamos deixar de publicar. A avaliação fica a cargo dos leitores. Verdade
seja dita, há algum tempo que se diz que Dilma contrariou “forças ocultas” multinacionais
que conduziriam o quotidiano do planeta de acordo com seus interesses
comerciais. Uma olhadela nas cotações das bolsas basta para ver que a possibilidade
de derrota de Dilma fez com que investidores estrangeiros investissem mais no
Brasil. Recentemente jornais europeus anunciaram em euforia que a próxima
presidente do Brasil pode ser da chamada “terceira via”.
Repórter americano especializado em inteligência levantas questões
interessantes.
Wayne Madsen foi oficial da
Marinha americana, tendo trabalhado na NSA.
No último 30 de agosto foi
publicado um artigo de sua autoria em uma revista online de inteligência. No artigo
Madsen acusa a CIA de estar por traz do assassinato de Roberto Campos, segundo
ele a re-eleição de Dilma contraria o interesse do capital financeiro
internacional. Madsen, sem citar provas, diz no seu artigo que Marina Silva é
um fantoche de Jorge Soros, o patriarca das campanhas de liberação das drogas
no planeta terra. Ele disse ainda que a
morte de Campos seria parte da estratégia de Obama para tirar de cena
presidentes progressistas. Ao que parece o repórter acha Dilma é progressista. Interessante
notas também no texto de Madsen um linguajar peculiar, que pode revelar certo
partidarismo, ele abusa de termos como imperialismo “norte-americano” e “terceira-via”
Vejam abaixo seu artigo publicado na revista online Strategic Culture Foundation.
Atenção, a tradução é nossa, e livre.
O acidente aeronáutico que matou
o candidato brasileiro Eduardo Campos, que estava em segundo lugar, atrás do
atual presidente Dilma Roussef, tem prejudicado gravemente as chances de Dilma
ser re-eleita. O sucessor de Campos, a ex-líder do Partido Verde, Marina
Silva, um fantoche de George Soros, agora tem uma boa chance de derrubar Rousseff
em uma eleição de segundo turno. A Derrota de Dilma seria uma vitória para
as atividades secretas do governo Obama que visam eliminar da cena presidentes
progressistas da América Latina.
Uma revisão da história
pós-Segunda Guerra Mundial revela que de todas as maneiras usadas pelos
serviços de inteligência para eliminar as ameaças políticas e econômicas, o
assassinato por acidente de avião é classificado em segundo lugar, à frente de
acidentes automobilísticos e envenenamento, e só depois do uso de armas de fogo
e munições, como modus operandi favorito da Agência Central de Inteligência
para assassinatos políticos.
Os assassinatos aéreos de
Secretário-Geral das Nações Unidas Dag Hammarskjöld, presidente de Ruanda,
Juvenal Habyarimana, presidente do Burundi Cyprien Ntaryamira, Português
primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro, presidente do Paquistão, Muhammad Zia
Ul-Haq, primeiro-ministro indiano Sanjay Gandhi, o ex-senador pelo Texas John
Tower, e o senador de Minnesota, Paul Wellstone têm em comum as marcas do
envolvimento de uma ou mais agências de inteligência dos EUA, sempre visando
pôr fim à carreiras políticas que ameaçavam os fundamentos do imperialismo
norte-americano.
A América Latina, em particular,
tem sido marcada por acidentes aéreos que mataram dois líderes que estavam
determinados a se afastar da influência política americana, o presidente Jaime
Roldós Aguilera, do Equador e o presidente Omar Torrijos do Panamá. Ambos
os líderes morreram em 1981, com Roldós morrendo poucos meses antes de
Torrijos. John Perkins, o autor de «Confessions of an Economic Hitman» e
ex-membro da comunidade de inteligência dos EUA, apontou os EUA, como autor de
ambos os assassinatos em acidente de avião.
Este histórico de envolvimento
dos EUA em assassinatos aéreos torna a 13 de agosto, queda da aeronave Cessna
Citation 560XLS em Santos, Brasil, que matou o candidato presidencial do Partido Socialista Brasileiro, seus
assessores, e a tripulação, muito mais suspeito. O momento do acidente, que
ocorreu durante uma campanha eleitoral que favorecia uma vitória fácil para Dilma
Rousseff, tem levantado questões significativas entre pesquisadores brasileiros
e público em geral.
Desde o sei lançamento em 1996, o
modelo Cessna Citation 560XLS tem desfrutado de um histórico perfeito em
matéria de segurança. A morte repentina de Roberto Campos inverteu a
campanha presidencial brasileira de uma forma que pode beneficiar os EUA e a
agenda de longo prazo da Agência Central de Inteligência para a América Latina.
Questões perturbadoras estão
sendo levantadas sobre a propriedade da aeronave que carrega o número de cauda
PR-AFA. Registros obscuros do avião, de proprietários e de registro,
juntamente com a falta da gravação de voz do cockpit, graças a uma avaria
aparente no gravador de voz da cabine do avião, tem levado um grande número de
brasileiros a desejar saber se o avião foi sabotado pelos Estados Unidos. Ao
invés de ter a gravação das conversas da tripulação de vôo de Campos, o
gravador só tinha as gravações de voz de um vôo anterior.
O avião estava voando em rota de
Rio de Janeiro - Santos Dumont para o Aeroporto de Guarujá, quando caiu em uma
área residencial de Santos.
O avião era operado pela AF
Andrade Empreendimentos e Participações, que tem sede em Ribeirão Preto, no
estado de São Paulo, mas arrendado da Cessna Finance Export Corporation, uma
divisão da Textron, uma empresa freqüentemente contratada pelas agencias de
defesa e inteligência dos EUA.
A Cessna é uma divisão da
Textron. O gravador de voz com defeito foi fabricado por outra empresa
ligada ao sistema americano de defesa e inteligência, a L-3 Communications. Os
negócios da AF Andrade estão centrados em uma destilaria. Um porta-voz da
AF Andrade disse que a aeronave, caríssima, não tinha sido vistoriada
recentemente, e salientou que não tinha um registro perfeito de sua manutenção.
O National Transportation Safety
Board dos Estados Unidos (NTSB) enviou uma equipe ao Brasil para investigar o
acidente de avião. No entanto, o desempenho do NTSB sobre tais falhas como
TWA 800 e 587 da American Airlines não é reconhecido, a agência só se destaca
no acobertamento de ações criminosas.
Campos foi substituído na chapa
por Marina Silva, que é uma queridinha da globalização Soros-financiada e
movimentos da “sociedade civil”. Marina Silva, que é um adepto pró-Israel
das Assembléias de Deus, é muito mais pró-negócios e pró-americano do que Dilma
Rousseff do Partido dos trabalhadores brasileiros, de esquerda. Recentemente,
Dilma Rousseff, junto com seus colegas líderes dos BRICS. Rússia, Índia, China
e África do Sul, criou um novo banco de desenvolvimento que desafia a
supremacia do Banco Mundial. A criação do banco enfureceu Washington e
Wall Street.
Marina Silva pode estar gozando
mais do que de um simples voto de simpatia do povo, recentemente confirmado nas
pesquisas contra Dilma Rousseff. A presidente brasileira é vista por
Washington como um adversário, especialmente depois que detalhes foram
divulgados por Edward Snowden da enorme vigilância da Agência de Segurança
Nacional sobre a presidente do Brasil.
Se Rousseff for lançada em um
segundo turno com Marina Silva, Aécio Neves, do Partido Social Democrata conservador
afirmou que apoiaria Marina Silva, e ele vem em terceiro lugar. A
aritmética política poder significar problemas para Dilma Rousseff, que
provavelmente teria facilmente vencido se não tivesse ocorrido o avanço de
Marina Silva para a cabeça da chapa do Partido Socialista. O
vice-presidente de Marina Silva nessa corrida presidencial é Beto Albuquerque,
cuja simpatia com termos como «sociedade civil» e proteção dos direitos humanos
indica um pensamento condizente com Soros «educação».
O resultado favorável para Marina
Silva como resultado da possível assassinato aérea de Campos e seus assessores
traz muitas suspeitas sobre o papel da CIA na queda do avião, especialmente
depois que impressões digitais da CIA foram descobertos em assassinatos aéreos
presidenciais de Torrijos e Roldós em 1981. Em fevereiro passado o helicóptero
presidencial normalmente usado pelo presidente do Equador, Rafael Correa, um
forte opositor das políticas de Washington e um grande aliado de Dilma
Rousseff, caiu nas montanhas em um vôo de Guayaquil a Quito. O Piloto
pessoal de Correa foi morto no acidente. Correa, que estava se dirigindo a
um comício de campanha, no momento do acidente, ressaltou que não estava
programado para estar no voo. No entanto, a suspeita de sabotagem da CIA
não pode ser suprimida entre a população equatoriana.
Marina Silva está sendo apontado
como candidata da «Terceira Via». Terceira
Via é um movimento internacional que tem sido usado por políticos
corporativos, muitos deles financiados por Soros. Políticos mais notáveis
como terceiras vias incluem Bill Clinton, Tony Blair, da Alemanha, Gerhard
Schroeder, do Canadá Justin Trudeau, Francês Prtesident François Hollande, o primeiro-ministro
francês Manuel Valls, o primeiro-ministro italiano Matteo Renzi e
ex-primeiro-ministro Romeo Prodi, de Portugal, José Sócrates, Israel Ehud
Barak, e vários funcionários doa Socialistas Brasileiros, verdes e
social-democratas, incluindo Marina Silva, Aécio Neves, o falecido Eduardo
Campos, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No entanto, quando se
torna vantajoso assassinar um a fim de promover o outro, não há nenhum problema
para eliminar alguém como Campos, a fim de abrir caminho para um político mais
popular (e controlado) como Marina Silva, especialmente quando os interesses de
Israel e Wall Street estão em jogo.
O Cessna levando o primeiro-ministro
Português Sá Carneiro, que caiu enquanto o primeiro- ministro estava voando
para um comício de reeleição em Porto, destruiu as perspectivas futuras da
esquerda da Aliança Democrática, porque o legalista Sá Carneiro que o sucedeu
não tinha o seu carisma. Eventualmente, Mario Soares, da Terceira Via e
pró-NATO, um «SINO», tornou-se primeiro-ministro e conduziu Portugal no caminho
da «terceira via» subserviência a uma Europa unida e globalizada.O embaixador
de Portugal na época da morte de Sá Carneiro era o agente da CIA Frank
Carlucci, cujas impressões digitais foram achadas em 1961 no assassinato do
ex-primeiro-ministro Patrice Lumumba, no Congo. Carlucci se tornou
vice-diretor da CIA, e Conselheiro de Segurança Nacional e o secretário de
Defesa no governo do presidente Ronald Reagan. Carlucci também é o
presidente emérito do Grupo Carlyle CIA-unidos. A morte suspeita de Campos
no Brasil parece ser uma cópia carbono de expedição rápida da CIA de Sá
Carneiro, com Dilma Rousseff sendo derrotada na ação e Marina Silva e seus
apoiadores globalistas como os grande beneficiários.
Original em inglês em: http://www.strategic-culture.org/news/2014/08/30/all-factors-point-cia-aerially-assassinating-brazilian-presidential-candidate.html
Tradução livre de Sociedade
Militar. http://sociedademilitar.com.br
6 de setembro de 2014
ENTREVISTAS com candidatos para o legislativo 2014 - Revista SOCIEDADE MILITAR. Candidato a Deputado Distrital no Distrito Federal Major Arnoldo. Número 2511.
ENTREVISTAS com
candidatos para o legislativo 2014 - Revista SOCIEDADE MILITAR. Candidato a Deputado
Distrital no Distrito Federal Major Arnoldo. Número 2511.
Na
entrevista realizada pela Revista Online Sociedade Militar pode-se perceber no
Major Arnoldo um candidato lúcido, bem preparado e ciente de suas
possibilidades como Deputado Distrital. Percebe-se também sua preocupação com o
futuro do país. A entrevista nos leva a crer que há, da parte dele, uma
preocupação especial com a educação, com um trabalho na base. Conheça um pouco
mais desse candidato, que é militar da ATIVA, mas não se furta em também
discorrer sobre a situação salarial dos militares das Forças Armadas. Entrevista
muito interessante e elucidativa.
“...
a criminalidade é muito mais uma
decorrência da falência do modelo educacional do que um problema de polícia
propriamente dito...“, “Lamentavelmente, nós, militares das Forças Armadas, vivemos
um verdadeiro descaso no que tange às políticas salariais...”
Série "CONHEÇA realmente seus CANDIDATOS e
SUAS PROPOSTAS". A partir dessa semana iniciaremos a publicação de uma
série de entrevistas com candidatos para cargos no legislativo federal e
estadual que se apresentam como representantes do nosso público.
Entrevista
com o Candidato a DEPUTADO DISTRITAL Major Arnoldo. Número 2511
Em seu programa de
governo, divulgado em (link), o senhor toca bastante em assuntos relacionados
com família, infância, educação etc. Qual será a prioridade de seu mandato? Há
alguma coisa que o senhor consideraria como urgente?
Candidato Major Arnoldo - Seria irresponsável da minha parte se não assumisse essa bandeira
como se fosse uma missão militar, e sabemos: missão dada, missão cumprida.
Na
verdade não se trata de uma prioridade do meu mandato. Trata-se de uma prioridade
nacional, que deve ser abordada seriamente pelas unidades da federação
brasileira. Vivemos diversas conseqüências da ineficácia das políticas
educacionais. Uma conseqüência que atualmente atinge a todas as camadas da
sociedade é o caos que vivemos na segurança pública. A criança de hoje, o
adolescente de hoje, o jovem de hoje, será o pai, o chefe de família do futuro.
Assim, sinto-me convicto de que é nesse ponto em que se deve trabalhar o
fortalecimento da família e, por conseqüência, da sociedade, já que a família é
a célula mater da sociedade.
Eu acredito
piamente, por exemplo, que a criminalidade está intrinsecamente relacionada com
a má qualidade da educação ministrada para as nossas crianças, nossos
adolescentes e nossos jovens. Eu creio que, se o estado prover educação
adequada na primeira infância, conseguirá livrar o adolescente do assédio da
criminalidade. Nesse contexto, é sabido que a primeira infância é a base para
todas as fases da vida de um cidadão. Esse cuidado envolve não somente prover a
sociedade com uma estrutura física adequada e recursos humanos capacitados, mas
também prover mecanismos que assegure a manutenção dessa educação inicial
durante as fases subseqüentes da vida dos cidadãos. Local de jovem é na escola.
Uma escola que não se limite ao ensino acadêmico, mas que ministre princípios e
valores que forjam uma sociedade justa, digna, composta por cidadãos
competitivos e, que, busque identificar habilidades e vocações individuais dos
alunos, direcionando-os e assessorando-os na formação de uma carreira
profissional. A escola deve desenvolver o sentido de dever, a prática com
compromissos, a responsabilidade com resultados, horários e com o cumprimento
de obrigações. Por isso, defendo que uma escola deve valer-se de todos os
mecanismos possíveis para educar e formar os cidadãos do futuro. O jovem
precisa estar envolvido com algo que lhe faça pensar muitas vezes, quando for
assediado pelo crime. Lamentavelmente, nas comunidades carentes, os jovens
percebem o ato de ir e vir à escola como algo crucial. O ambiente escolar tem
que ser um ambiente agradável, que associe teoria e prática com atividades
físicas e esportivas. O jovem precisa se sentir atraído pela escola. Eu estou
convicto de que a criminalidade só será reduzida a níveis aceitáveis se investirmos
nas nossas crianças, nos nossos jovens. Lógico que políticas dessa natureza
levam mais tempo para surtir resultados práticos, mas surtem resultados
duradouros. Nesse sentido, uma política de rigorosa inibição e contenção da
criminalidade deve ser aplicada imediatamente, mas como um remédio para
amenizar a doença, porque a cura só ocorrerá em tempo maior e como decorrência
de ações preventivas. Uma criança bem educada é menos vulnerável a
criminalidade, constituirá uma família mais saudável e, família saudável,
sociedade saudável. Família feliz, sociedade feliz. Aprendi muito cedo que a
família é a célula mater da sociedade.
Outro
aspecto que deve ser observado, no que tange à formação dos cidadãos do futuro,
é que nem sempre uma pessoa está vocacionada ao ensino superior. É fácil
verificar que muitos cidadãos são bem sucedidos em atividades profissionais que
não exigem uma formação universitária. Fazer o que está vocacionado, reflete-se
na prestação de serviços ou na elaboração de produtos de qualidade, além de
trazer satisfação profissional e pessoal, por conseguir prover a própria
subsistência e da família, a partir de uma profissão digna. Por isso, a escola
deve buscar identificar e fomentar habilidades extraordinárias e vocacionais dos
alunos.
A atividade
educacional é estratégica para o fortalecimento da família, da sociedade e do
país. Algo que para mim é inaceitável é o fato de o professor, em geral,
receber salários absurdamente pequenos. Vivemos em um país em que um policial,
apesar de ser mal remunerado, ganha salário maior do que os professores de
base. A atividade policial é importante. O exercício dessa atividade traz
riscos para o policial e sua família, portando deve ser bem remunerada. Mas
como já dito, a criminalidade é muito mais
uma decorrência da falência do modelo educacional do que um problema de polícia
propriamente dito. Todavia, a atividade educacional é basilar para a nação. A
carreira de professor deve ser uma Carreira Típica de Estado, em função do seu
valor estratégico para o país. Boa remuneração e garantias, reciclagens
periódicas, visitas técnicas em países cuja educação seja modelo, são algumas
propostas de melhorias. Isso precisa mudar drasticamente no DF e no Brasil.
Essa, certamente, será uma frente de batalha que vou abrir e liderar.
Revista Sociedade
Militar.
Militares da reserva, esposas e
dependentes realizaram algumas manifestações pedindo reajuste salarial. Nessas
manifestações e em outros momentos, alguns fizeram declarações em que diziam
que o governo federal ignora os militares, se aproveitando do regime
diferenciado a que estes estão submetidos, o que inclui a proibição de realizar
greve ou paralisações de caráter reivindicatório. Outros dizem ainda que a isso
de soma uma espécie de revanchismo, já que vários membros do alto escalão
federal nos últimos anos, inclusive a Presidente, foram sancionados nos anos 70
e 80 pelo governo então chefiado pelos militares.
A Forças Armadas estão
diretamente subordinados ao executivo, inclusive o processo legislativo, no que
diz respeito a reajuste de salários, não pode ser iniciado por deputados ou
senadores, por força do artigo 61, que dá exclusividade ao governo federal para
isso.
Muitos candidatos,
principalmente militares ou da família militar, dizem que reconhecem que há
certo “enfraquecimento” das Forças Armadas. Obviamente esse enfraquecimento
inclui o mencionado abatimento moral causado por dívidas e poder aquisitivo
cada vez mais baixo. Atualmente um piloto de caça, que tem a responsabilidade
de conduzir uma arma que custa milhões de dólares, com poder de fogo capaz de
destruir centenas de pessoas, ou seja um homem da mais alta confiança, com
capacidade para passar na maioria dos concursos e assediado para ocupar cargos
em várias empresas, recebe menos do que um condutor de elevador do Senado.
3 - Levando em
consideração tudo isso, inclusive o citado artigo 61:
a) - O senhor concorda que existe esse abatimento moral causado pela
perda de poder aquisitivo?
Candidato Major Arnoldo - Na verdade, o que a minha experiência pode
testemunhar, não é um abatimento moral na tropa em função de salários baixos. Os
salários são baixos e geram uma insatisfação muito grande. Salário, para ser
digno, tem que ser minimamente capaz de propiciar a família condições mínimas
de vida e possibilitar uma preparação para a vida inativa. Adquirir um imóvel
que lhe possa prover o devido descanso, educar os filhos adequadamente para que
estes possam construir família apoiadas e socialmente produtivas.
Lamentavelmente, nós, militares das Forças Armadas, vivemos um verdadeiro descaso
no que tange às políticas salariais. Não vejo exatamente um abatimento moral,
mas vejo a tristeza estampada na face de muitos colegas de profissão que
priorizam suas famílias e se sentem obrigados a migrar para outras áreas de
atuação. Vi e vejo muitos militares migrarem para outras carreiras públicas e
privadas em todo território nacional, em função dos baixos salários.
No que tange ao provável
aproveitamento das condições legais que regem a profissão militar para negar
políticas salariais adequadas, concordo. Na verdade, nossos políticos são
essencialmente oportunistas, além de serem dados às práticas políticas de
reeleição, fortalecimento partidário e de manutenção de poder. Nesse sentido, o
fato de o militar estar impedido de se mobilizar politicamente, representa uma
situação de comodidade, de economia de esforços para a classe política. Sabemos
que os nossos políticos são pouco produtivos e só produzem em cima de
interesses pessoais ou sob pressão de segmentos da sociedade que, por vezes,
interessam ao político.
Lembro que, assistindo uma
aula sobre relações internacionais, o professor, que era um diplomata de
carreira, proferiu: “nas relações internacionais o que prevalece são os
interesses. Quando os interesses são negados, o que vale é o talão de cheque e
a dimensão das Forças Armadas”. Ou seja, recursos, riquezas, capacidade
financeira e Força Armada de qualidade. Isso representa a verdadeira soberania
de uma nação. Significa, também, dizer que cuidar das Forças Armadas, em um país
descente, não cabe necessariamente a militares ou a políticos militares, mas sim
ao poder político constituído. Entretanto, no Brasil, não temos bons políticos.
Sinto-me triste de ter que fazer essa afirmação. Por isso, necessitamos nos
fazer representar politicamente. Nesse contexto, vale ressaltar a grande
parcela de responsabilidade que nós militares das Forças Armadas temos, no que
tange ao descaso salarial, entre outros. Sabemos que a lei prevê a negação à
filiação partidária e à prática de atividades políticas por militares da ativa
das Forças Armadas, mas não lhes nega o exercício da cidadania. Sabemos,
também, que militar não tem cultura de envolver-se com atividade política. Há
anos vemos militares das Forças Armadas candidatarem-se a pleitos nas esferas
locais e nacionais sem lograr êxito. A condição apolítica do militar associada
a itinerância da atividade, leva ao fato de que uma grande parte dos militares
não possuem títulos registrados nos locais onde estão morando, porque lá vão
morar temporariamente. Tudo isso leva a falta de representatividade e o
conseqüente enfraquecimento dessa importante classe profissional.
No que tange ao
revanchismo acredito que as retaliações políticas de esquerda relacionando as
Forças Armadas com supostas ilegalidades praticadas no passado, bem como a
política salarial aplicada às Forças Armadas, é muito mais resultado de
oportunismo do que mesmo revanchismo. Mas não está descartada essa
possibilidade.
Revista Sociedade Militar - O senhor acha que como deputado
distrital poderá de alguma forma influir positivamente para a recuperação
salarial dos militares?
Candidato Major Arnoldo - Diretamente não, lamentavelmente. Entretanto,
qualquer parlamentar local pode fazer ecoar e articular junto à sociedade civil
e militar local, no sentido de mobilizar para cobrar respostas. Além disso, pode
ainda o parlamentar distrital articular politicamente junto aos deputados
federais e senadores do seu partido e da sua base aliada, no sentido de que
seja gerada demandas parlamentares de interesse das Forças Armadas, das
famílias civil e militar das Forças Armadas.
Revista Sociedade
Militar - Algumas pessoas acreditam que, numa sociedade sadia, o dinheiro
sempre é transferido mediante algum serviço que um cidadão prestou a outro, ou
seja, a remuneração é atrelada a alguma forma de produção. Se o dinheiro é
recebido sem ocorrer alguma produção, ele não gerou e nem gera riqueza,
configurando apenas doação ou esmola. Basicamente por isso se critica
tanto os programas assistencialistas “perpétuos”.
Em seu programa de
governo o senhor menciona sobre “Criar mecanismos de estímulo que incentive os
beneficiários do programa Brasil Sem Miséria a inscreverem-se nos cursos
oferecidos”.
- O senhor então
concorda com a colocação acima?
Candidato Major Arnoldo - Certamente. Todavia, na
sociedade em que vivemos, negligenciada à décadas por interesses pessoais de
políticos oportunistas, existe um grande número de famílias sem qualquer
capacidade competitiva. Isso é uma realidade. Esse pessoal precisa ser
recuperado e inserido na sociedade como ente produtivo e competitivo, que vai
lutar pelo seu espaço. A inserção não pode ser baseada simplesmente em doação. A família deve
ser ajudada em um primeiro momento e, na seqüência, capacitada a prover a
própria subsistência. Imagine um filho que vê em seu pai um ser dependente e
improdutivo que vai ao governo todo fim de mês buscar uma ajuda.
Comparativamente, imagine um filho que ver seu pai trabalhar arduamente todo o
mês para garantir o bem estar da família e a cada fim de mês recebe uma
remuneração pelo trabalho que realizou. São exemplos o que arrasta. Lembremos
disso.
Pelo que pude observar, os programas de assistência social
desenvolvidos pelo governo ou continuados pelo governo, em geral, são bons,
porém muito mal administrados. Falta gestão. Eu mesmo nas minhas andanças pelas
cidades satélites do DF verifiquei várias situações de famílias que vivem em
situação de vulnerabilidade social e perderam o Bolsa Família, por exemplo.
Um outro grave problema da aplicação desses programas, reside no
fato de que o governo só executa a parte relacionada com o auxilio financeiro.
Existe uma parte desses programas que estão voltados para a contrapartida que o
beneficiado deve ao estado. Ocorre que essa parte do programa não é simpática,
não gera votos e, como já respondido em parte de pergunta anterior, nossos
políticos são políticos de reeleição e, nesse caso, o voto é muito importante,
é fundamental. O número de inscritos nos cursos do PRONATEC é muito pequeno
comparado ao número de beneficiados pelo programa Brasil Sem Miséria e desses
inscritos uma parcela muito grande desiste. Veja bem, ao parlamentar cabe
legislar, portanto, quando temos parlamentares de má qualidade, as leis,
normalmente, são viciadas por interesses. Por incrível que pareça, a legislação
que trata sobre esse tema, permite essa flexibilidade. As poucas contrapartidas
que existem não geram nenhum efeito positivo. Podemos citar como exemplo a
freqüência escolar como regra para a manutenção do Bolsa Família. Ou seja, um
aluno pode ser medíocre ou reprovado, mas se estiver presente não perde o
auxilio. Precisamos de mais seriedade na aplicação desses programas, precisamos
acabar com essa política de compra de votos. Uma política dessa natureza é
fundamental para o fortalecimento da família e, família é célula mater da
sociedade. Família saudável, sociedade saudável.
Revista Sociedade
Militar -
Quais
seriam esses incentivos?
Candidato Major Arnoldo - A primeira característica
que se deve atribuir a um processo de capacitação, é a sua aplicabilidade.
Nesse sentido, acredito que os cursos profissionalizantes do PRONATEC devem ser
voltados à realidade e necessidade de cada região administrativa, visando à
inserção dos alunos no mercado de trabalho, fortalecendo, assim, os vínculos
com a comunidade local e ampliando a rede de produção. Nesse contexto, os
moradores das áreas rurais precisão de atenção especial, em função do nível de
escolaridade e faixa etária. Já estive em comunidades assentadas que só possuem
a terra e nada mais. Iniciei recentemente a implantação de um modelo produtivo
de hortaliças. Dali sairá a renda para a manutenção daquela família e os
recursos para o melhoramento tecnológico e ampliação do modelo implantado.
Vamos verificar a eficácia do modelo e implantar nas outras propriedades
daquele local. Uma atitude que me chamou a atenção, foi o fato de o morador da
propriedade onde vai ser implantado o modelo, por iniciativa própria, sugerir
vários mecanismos de economia de recursos, inclusive, sugerir que a aquisição
de alguns meios materiais que ajudariam no manejo, mas que custariam caro,
fossem adquiridos com a renda da propriedade. É assim que militar trabalha,
envolvendo as pessoas com a solução apresentada, fazendo-os parte do processo,
como causa e efeito. Aquele senhor com certeza é um cidadão de bem que
necessita de uma oportunidade, de um apoio, que deveria ser providenciado pelo
estado. Mas até oportunidade tem que ser concedida com responsabilidade.
Revista Sociedade
Militar -
Algo a acrescentar?
Candidato Major Arnoldo - Sim. Primeiro que não
podemos mais aceitar que política seja “coisa para pessoas de má índole”. Temos
que acabar de uma vez por todas com essa “estorinha” de que política não é
coisa para gente séria, para gente de bem. Política é e sempre foi uma
atividade importantíssima para a sociedade, motivo pelo qual deve ser exercida
por gente de bem, capacitada e envolvida com o crescimento do país. Segundo, é
que não precisaríamos de representantes militares se vivêssemos em uma
sociedade educada em um país liderado por políticos responsáveis. Mas diante da
situação em que se encontra a política brasileira, temos que nos fazer
representar. Nesse sentido, convido a toda a sociedade civil do nosso país, todos
os militares da ativa, da reserva, reformados e, todos os membros das famílias
civis que atuam nas Forças Armadas, a fazer parte dessa mudança de postura,
regularizando seus títulos, ainda que morem em uma localidade por curto espaço
de tempo e, que, se envolva com a política de seus estados, exercendo sua
cidadania, participando na escolha e se colocando a disposição da sociedade
como uma opção de representação. Temos que mudar essa postura política nacional.
Devemos isso aos nossos filhos, a nossa família, ao nosso país.
Aqui no
Distrito Federal temos um colégio eleitoral vinculado às Forças Armadas capaz
de eleger vários deputados distritais e pelo menos um deputado federal. Falta-nos
organização e mais cuidado com o assédio dos partidos políticos. Atualmente,
estamos mesmo é servindo de degrau para que os partidos alcancem os
coeficientes eleitorais e elejam seus candidatos de preferência, aqueles que
vão manter o status quo político.
Mais uma vez evidencia-se o caráter eleitoreiro, de fortalecimento partidário e
manutenção de poder. Temos que nos organizar. Devemos nos organizar, sob pena
de nunca conseguirmos a tão necessária representação política. Que Deus nos
abençoe e nos ajude nessa árdua, porém nobre missão.
Fim da
entrevista realizada com o Candidato Major Arnoldo, Candidato a Deputado
Distrital no Distrito Federal, número 2511.
Site do candidato: http://majorarnoldo.blogspot.com.br/
O
candidato Major Arnoldo é oficial de carreira da Força Aérea Brasileira (FAB),
em serviço ativo, com 26 anos de efetivos serviços prestados. Tem 43 anos é
casado, pai de dois filhos, um de 18 e outro de 11 anos de idade. Durante os 26
anos de carreira fez dois cursos de formação militar e um de pós-formação
militar, além de um bacharelado e três pós-graduações: Curso de Formação de
Sargentos Especialistas da Aeronáutica (CFS), Curso de Formação de Oficiais
Especialistas (CFOE), Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAP), um
Bacharelado em
Ciências Contábeis (UFPE), uma pós-graduação em
geoprocessamento (UNB), uma pós-graduação em Relações Internacionais
com ênfase em
Comércio Exterior (UNICEUB) e uma pós-graduação em Gestão Pública
(UFF). Ao afastar-se para concorrer ao pleito de Deputado Distrital interrompeu
o Concurso Preparatório ao Curso de Comando e Estado-Maior.
A
carreira como Oficial foi, até a presente data, cumprida em Brasília, em órgãos
de grande comando: no Ministério da Defesa (MD), no Comando-Geral de Operações
Aéreas (COMGAR) e no Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA).
Nesse período, exerceu, ainda, a função de coordenador do Curso de Formação de
Oficiais Especialistas (CFOE FOT), onde atua como instrutor deste o ano de
2002. Participou de várias missões nacionais e multinacionais, representado o
Brasil, o Ministério da Defesa e a Força Aérea Brasileira. Participou, ainda,
de aproximadamente trinta operações e exercícios militares conjuntos, ora por
ocasião dos planejamentos nos níveis operacionais e táticos, ora na execução
das ações planejadas, compondo seções de Estado-Maiores dos Comandos Conjuntos
ou da Força Aérea Componente.
- Desde
2006 até hoje, exercendo diversas funções no COMGAR e no COMDABRA,
voltadas para o planejamento de operações e exercícios conjuntos,
combinados e singulares;
- Representante
do Ministério da Defesa na Comissão de Cartografia Militar – COMCARMIL,
Brasília, 2002/2006;
- Representante
do Ministério da Defesa na Comissão de Meteorologia Militar – COMETEMIL,
Brasília, 2002/2006;
- Observador
Militar do Projeto Científico denominado TROCCIBRAS realizado pelo
Instituto de Pesquisas Meteorológicas – IPMet da Universidade de São Paulo
– UNESP e Deutsches Zentrum Für Luft-und Raumfahrt – DLR, da Alemanha,
Araçatuba, 2005;
- Representante
do Ministério da Defesa junto ao Grupo de Trabalho Estação de Recebimento
de Dados Orbitais – GT ERDO, do Gabinete de Segurança Institucional– GSI e
Comitê Executivo da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional –
CREDEN, Brasília, 2005;
- Observador
Militar do componente de aerolevantamento do Experimento envolvendo o
lançamento de balões estratosféricos, realizado pela Agencia Espacial
Brasileira– AEB e o Centro Nacional de Estudos Espaciais – CNES da França,
Timom, 2005;
- Observador
Militar do componente de aerolevantamento do Experimento envolvendo o
lançamento de balões estratosféricos, realizado pela Agencia Espacial
Brasileira– AEB e o Centro Nacional de Estudos Espaciais – CNES da França,
Timom, 2004;
- Representante
do Ministério da Defesa junto à equipe do Ajuste Complementar entre o
Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos
da América, para elaborar o Acordo de Cooperação Técnica e Científica
entre o Brasil e os Estados Unidos da América, na área de pesquisa
cientifica ambiental no Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera
na Amazônia –LBA, Brasília, 2003;
- Suplente
do Representante do Ministério da Defesa Junto a Comissão Nacional de
Cartografia – CONCAR, Brasília, 2000/2002.
Atuou,
por último, nas Operações subsidiárias e complementares Ágatas 1 a 7, Papa Francisco, Copa das
Confederações e Mundial 2014, em que operaram conjuntamente Forças Armadas,
policias militares, polícias civis e polícia federal, além de agências como
ABIN, ANAC entre outras.
Antes
de se candidatar, o Major Arnoldo estava servindo no Comando de Defesa
Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), de onde foi afastado, a pedido, para
concorrer ao pleito de Deputado Distrital pelo Distrito Federal;
Revista
Sociedade Militar.
GENERAL manifesta apoio a MARINA SILVA, reclama os esquerdistas do 247. Será mesmo verdade?.
GENERAL manifesta apoio a MARINA SILVA, reclama os esquerdistas do 247.
Será mesmo verdade?.
Hoje o jornal 247, como sempre
com suas margens forradas de comerciais de instituições ligadas ao governo,
como Caixa Econômica e Petrobras, resolveu atacar mais uma vez a candidata
Marina Silva. No seu artigo de capa o 247 faz uma tremenda confusão pois
resolveu usar o clube militar para atacar a candidata. O articulista parece
acreditar que, dizendo que o Clube dos Oficiais apóia a presidenciável Marina,
a sociedade verá Marina com maus olhos. Como se os militares fossem maus vistos
pela sociedade e sua opiniões fossem consideradas como equivocadas. Sabemos que
na verdade é o contrário, cada vez mais os militares fazem crescer sua
reputação de sensatos, recebendo o apoio da população e permanecendo entre as
categorias mais admiradas.
Das duas uma, ou o articulista da
revista online não sabe interpretar um artigo simples, em linguagem corriqueira
ou realmente tentou distorcer o texto de autoria do General Clovis Purper
Bandeira.
Quem teve o trabalho de ler o material
publicado no site do Clube Militar pôde perceber que Marina é ali criticada
diversas vezes, veja um pequeno extrato.
“Sua figura messiânica, suas declarações vagas, suas promessas iniciais
muito generosas, mas fora do alcance do cofre nacional, acenam com uma “nova
política” misteriosa, mistura de propostas esquerdistas e ambientalistas, entre
as quais maior participação direta, governar com pessoas e não com partidos,
participação direta popular no governo, por meio de plebiscitos e consultas
populares (cheiro de bolivarianismo), criação de conselhos do povo (cheiro dos
sovietes petistas), orçamento participativo etc.”
“Cálculos preliminares orçam suas promessas – entre as quais 10% do
orçamento para a saúde, outros 10% para a educação, aumento da bolsa esmola, do
efetivo da Polícia Federal – em quase 100 bilhões de reais por ano, cuja origem
não é esclarecida.”
Na verdade se o Clube Militar
descesse do muro e tomasse realmente partido a favor de um candidato, este
seria enormemente beneficiado. Pois, por mais que a imprensa tente omitir isso,
grande parte da sociedade permanece em expectativa, aguardando que as
categorias tidas como mais sensatas manifestem sua opinião.
Ao final do texto o general deixa
implícito que o que o Clube deseja é que DILMA saia o mais rápido possível do
governo, independente de quem seja o próximo ocupante do cargo mais importante
do país.
Faz-se o possível para retirar o
mal que aí está, já que não há candidato ideal. Marina Silva tem seus
posicionamentos estranhos, é verdade. Porém, do outro lada está Aécio, que tem
ao seu lado um vice que foi motorista de Carlos Mariguela, tendo participado
ativamente de ações que visavam implantar uma ditadura comunista no país e
membro do PCdoB por muito tempo, tendo-se depois filiado ao PMDB.
O general termina seu texto com? “A desilusão popular procura o novo. As
mudanças podem ser para melhor ou para pior, desde que interrompam a malfadada
corruptocracia instalada no poder pelo lulopetismo. Como está não pode
continuar. Há expectativa de que novos rumos e novos governantes tragam
melhores dias e maior esperança para os eleitores desiludidos.”
Robson A.D.Silva – http://sociedademilitar.com.br
5 de setembro de 2014
Discurso de General teria incitado tropas contra o governo. Mentiras, falácias, fofocas, factóides... Não usamos as armas de nossos inimigos.
Discurso de General teria incitado tropas contra o governo. Mentiras,
falácias, fofocas, factoides... Não usamos as armas de nossos inimigos.
A editoria de Sociedade Militar
recebeu na última semana vários e-mails sugerindo comentar ou republicar um
texto que seria a transcrição de discurso proferido pelo General Antônio
Hamilton Martins Mourão, Comandante Militar do Sul.
Há poucos meses o Comando Militar
do Sul foi duramente atacado pela imprensa. Primeiro por que o Exército teria se negado a
destacar militares para guardar o cemitério onde estava enterrado João Goulart
e depois por conta de uma resposta dada pelo então comandante, General Goellner,
que em uma das cerimônias em torno da exumação do corpo foi questionado se a
presença do Exército no local significava uma retratação por parte dos
militares. O general respondeu que: Nenhuma
retratação. Nenhum erro histórico. A história não comete erros. A história é
história.
Pelo que fomos informados
realmente ocorreu um discurso após a leitura da ordem do dia, o que é normal
acontecer. Mas as palavras do General Mourão aos seus comandados não foram
essas. O General ressaltou o papel do
Marechal Luís Alves de Lima e Silva que venceu revoltas internas e concedeu a
anistia aos rebelados, garantindo a pacificação do País em momentos difíceis,
concluindo que o Exército Brasileiro, inspirado em seu patrono, cumpre a
sua missão constitucional amparado na História. Ao final de suas palavras, o
General Mourão, numa saudação militar, bradou: "ELES QUE VENHAM!" No
que foi respondido pela tropa: "POR AQUI NÃO PASSAM!", a célebre
frase proferida pelo então Coronel Emílio Luís Mallet, Comandante do 1o
Regimento de Artilharia a Cavalo, na abertura da Batalha de Tuiutí, em 24 de
maio de 1866, na Guerra da Tríplice Aliança - frase muito usada pelos
artilheiros desde os tempos da Academia Militar.(*)
Estejamos atentos ao que
repassamos.
*E-mail recebido. Agradecemos aos amigos e colaboradores que
ajudaram a desvendar mais essa patranha.
4 de setembro de 2014
ENTREVISTA PARA Revista SOCIEDADE MILITAR - Ronaldo Fontes.
ENTREVISTA PARA Revista SOCIEDADE MILITAR - Ronaldo Fontes.
Ronaldo Fontes é cirurgião vascular,
foi da Escola Superior de Guerra e Coordenador do Curso de Estudos em Política
e Estratégia da Associação do Diplomados da Escola Superior de Guerra e
atualmente preside o Instituto Foro do Brasil.
(Biografia completa em: http://www.politicacomconfianca.com.br/conheca/.
Na
mensagem convite para essa entrevista apresentamos a V.S.a o público que
freqüenta o site Revista Sociedade Militar. Como dissemos, mais de 86% das
pessoas que acessam o site e fanpage se define como de direita e 40% desejam
que a família esteja em primeiro lugar nos projetos políticos de seus
representantes (link). Para o nosso público a questão econômica ocupa a
terceira posição nas prioridades.
Há algum tempo, em uma entrevista (link), o senhor disse
que gastamos 90% do tempo pensando na expressão econômica, que é ligada a
taxas e índices. Contudo, as outras expressões, cientifico - tecnológica,
militar, psicossocial e ambiental, que são bastante ligadas à ética, e que
promovem realmente o desenvolvimento, são deixadas de lado. Esse
posicionamento chama a atenção, dado o número acima citado sobre as prioridades
desejáveis para os candidatos.
1 – Levando em consideração o que foi colocado acima, como
seria orientada a sua atuação no Congresso?
Resposta:
Estamos na era do conhecimento. Não é mais possível
realizarmos políticas de Governo, e principalmente de Estado, baseadas em empirismo,
achismo ou mesmo politicagem.
Esta
candidatura não é pessoal, mas representa um grupo de cidadãos muito
qualificados em suas respectivas áreas de conhecimento, civis e militares, que
utilizará um método de planejamento de desenvolvimento regional.
Esse método
revolucionário ouve, e é realizado na prática com a participação da população,
no qual o aplicador do método não interfere nem induz respostas ou faz
comentários. Após alguns meses de discussão , aplicando o método em uma
determinada coletividade com representantes de todos os segmentos, obtemos um
dossiê com as aspirações e necessidades daquela comunidade.
É simples
notarmos, por exemplo, que as necessidades da cidade de Serra Negra são
diferentes das necessidades de São José do Rio Preto. O método premia as
diferenças.
A
administração pública "burra" confecciona receitas para todas as
diferentes regiões, não respeitando suas peculiaridades, e, principalmente não
ouve o povo, seu patrão. Por esse motivo é ilegítima.
Nosso
trabalho como candidato será trabalhar pelo desenvolvimento regional,
independentemente dos partidos políticos.
Um político
deve existir para servir e não se servir.
2 – Atuando em um congresso que inevitavelmente terá
muitos políticos que exercem seus mandatos tendo como principal objetivo a
re-eleição e que temem perder popularidade se afastando do “politicamente
correto”, como o senhor pretende lutar contra decisões populistas e vindas de
“cima pra baixo”, como aconteceu com o programa “mais médicos”?
Resposta: Muitos
atribuem o estado de anomia a que estamos entregues, em grande parte à
população inerme, anestesiada, desinteressada. Eu digo que a população não é
culpada de nada, pois é submetida ao crime sórdido da falta de informação,
dever do Governo e do Estado. A população não conhece o seu verdadeiro inimigo
porque tem o conhecimento negado a ela.
3 – O programa mais médicos parece levar a população a
acreditar que o culpado pelo fracasso na saúde no país, principalmente no
interior, é o profissional da medicina. O que o senhor acha disso?
Resposta: O programa
"mais médicos" foi construído aos moldes dos marxistas: criam a
dificuldade para vender a facilidade da forma que os beneficia. O ex-presidente
Lula, em seu primeiro mandato, envia ao congresso uma medida provisória impedindo
a criação de novas faculdades de medicina, apoiado e endeusado pelos conselhos
e associações médicas. Em seguida, proíbe o aumento do número de vagas nas
faculdades de medicina alegando termos muitos médicos. Foi novamente aplaudido
pela categoria.
Tempos depois faz um acordo com Cuba para validar
diplomas dos estudantes de medicina de Cuba e logo após declara que temos falta
de médicos no Brasil, lançando com Dilma e seu ministro o programa "mais
médicos".
A função de um parlamentar não é ficar enclausurado
em gabinetes e comissões, mas estudar e estar atento às ações de qualquer
instituição que vá contra os interesses da nação e não negue esse conhecimento
à população, trabalhando pela reconquista e manutenção da soberania do país.
4- Militares da reserva, esposas e dependentes realizaram
algumas manifestações pedindo reajuste salarial. Uma delas ocorreu em
Copacabana, e outras em Brasília, mas foram pouco citadas pela imprensa. Nessas
manifestações e em outros momentos, alguns fizeram declarações em que diziam
que o governo federal ignora os militares, se aproveitando do regime
diferenciado a que estes estão submetidos, que inclui o impedimento de habeas
corpus no caso de punições disciplinares e a proibição de realizar greve ou
paralisações de caráter reivindicatório. Outros dizem ainda que a isso se soma
uma espécie de revanchismo, já que vários membros do alto escalão federal nos
últimos anos, inclusive a Presidente, foram sancionados nos anos 70 e 80 pelo
governo então chefiado pelos militares.
Na mesma entrevista citada mais acima o senhor fala sobre
o enfraquecimento das Forças Armadas. Obviamente, esse enfraquecimento inclui o
abatimento moral causado por dívidas e poder aquisitivo cada vez menor. Um
exemplo disso: atualmente um piloto de caça, que tem a responsabilidade de
conduzir uma arma que custa milhões de dólares, com poder de fogo suficiente
para destruir edifícios inteiros, matando centenas ou milhares de pessoas, um
cidadão da mais alta confiança, com capacidade para passar na maioria dos
concursos e frequentemente assediado para ocupar cargos na iniciativa privada,
recebe menos do que um condutor de elevador do Senado.
A recuperação salarial está entre as prioridades para a
família militar, que precisa eleger políticos que compreendam essa necessidade.
Contudo, o processo legislativo, no que diz respeito a reajuste de salários,
não pode ser iniciado por deputados ou senadores, por força do artigo 61 § 1°,
que dá exclusividade ao governo federal para isso.
a) O senhor acredita que os militares federais
têm sido mal assistidos pelo atual governo? Pretende fazer alguma coisa para
reverter essa situação?
Resposta: Qualquer nação soberana,
desenvolvida cultural, política, cientifica e socialmente possui Forças Armadas
capazes de defender seu povo e seu território.
Nossos militares, entre os servidores federais, são
os que recebem os salários mais baixos, o que faz sofrer a família militar. O
material que dispomos é incapaz de nos fornecer a devida segurança para
operações de defesa nacional. Contudo, nossos soldados são considerados entre
os melhores do mundo. Quando não vencem os concursos internacionais, ficam em
segundo, no máximo em terceiro lugar. Por esse motivo, seria muito difícil
forças antagônicas ocuparem militarmente nosso território.
Entretanto, estratégias de guerra irregular - de
quarta e quinta geração - utilizadas contra nosso país estão nos corroendo,
social, materialmente e agora com risco de dividir nosso território através de
reservas.
É óbvio que trabalharei contra tudo isso.
b) O senhor pode explicar como?
A
atividade política é exercida através de acordos e interesses que beneficiam
grupos particulares. São denominadas políticas de Governo. Termos uma Força
Armada forte e com poder de dissuasão faz parte de uma política de Estado, de
interesse comum a todo cidadão. Parte significativa da população não consegue
ainda distinguir essas diferenças.É obrigação dos parlamentares trabalhar em
defesa dos interesses da pátria e consequentemente de seus militares. É
política para um estadista resolver , não um boquirroto. A pressão é a arma
política a ser utilizada.
5 – Vivemos tempos atípicos, embora a imprensa
tradicional pouco mencione isso, o crescimento de fanpages politizadas e sites
conservadores e de direita parecem indicar que a sociedade brasileira está se
reorganizando. Entrevistas com ícones do conservadorismo como Ives Gandra e
Olavo de Carvalho, postadas no Youtube, em poucas semanas alcançam dezenas de
milhares de visualizações.
Em uma de suas propostas (link) o senhor declara que o
governo atual aos poucos impõe um regime totalitário no país. O senhor acha que
o pleito de outubro próximo pode entrar para a história como o início de uma
“reação” advinda da sociedade esclarecida e realmente preocupada com o futuro
do país?
Resposta:
A lei das probabilidades demonstra que
existe sempre um retorno à média. Desde a proclamação da República tivemos
inúmeras intervenções militares no pais, sendo a mais recente a de 1964. O
retorno de antigos terroristas à vida pública do país desvia novamente a curva
de probabilidades para o lado oposto. O tempo geralmente encarrega-se de
acertar isso, com participação dos homens que analisam e utilizam as
oportunidades de um determinado momento histórico para busca do Bem Comum.Nas
próximas eleições acredito estarmos ainda distantes de promover mudanças
substanciais. A mídia ainda possui um forte poder discricionário sobre a
população. Cabe aos cidadãos de bem, ordeiros, detentores de conhecimento,
auxiliar parlamentares honestos e honrados a forjar um tecido social patriótico
que aos poucos dissemine as idéias e esclareça a população sobre os fatos que
decompõem a nação.
6 – Algo a acrescentar?
Resposta: A partir do momento que
você se decide por um trabalho político, esqueça suas aspirações
pessoais, trabalhe em benefício do próximo. Deve tornar-se um facilitador.
Dr. Ronaldo Fontes - Candidato a Deputado Federal pelo PTC - 3663
"O político deve
ser um facilitador"
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