11 de março de 2014

Golpismo. Militares preparam legalização de partido próprio.

Golpismo. Militares preparam legalização de partido próprio.

É com esse título que novamente o Partido da Causa Operária tenta chamar a atenção para a mobilização política dos militares brasileiros. É bastante interessante comentar publicações de radicais de esquerda, principalmente quando se referem aos militares brasileiros, federais ou estaduais. Por incrível que pareça, a verdade é que esses partidos desejam a extinção das forças armadas e auxilares. 



Lembram daquele grupo que no final do ano passado invadiu um supermercado em Belo Horizonte? Os “militantes” que exigiram um “resgate” em cestas básicas para abandonar o local? Eles são membros do Movimento Luta nos Bairros, ligado ao Partido Comunista Revolucionário. Citamos o PCR aqui por que se trata de um exemplo clássico do que os comunistas pretendem fazer com as Forças Armadas. Como alguém muito sábio já disse, os partidos socialistas só diferem entre si na velocidade com que implementam sua filosofia. Já sei, alguém vai dizer que isso é um exagero, que não é verdade essa coisa de comunismo, não é mais tempo dessa discussão etc. Ok, então veja abaixo.



Extrato de um texto interno do PCR. “Existe, em muitos companheiros e também no seio do povo, medo do exército burguês. Muitos acham impossível vencê-lo e veem o exército exatamente como a ditadura quer: como uma coisa que está acima de nós. Companheiros, antes de tudo, devemos pensar direitinho no que é o exército burguês. Esse exército (da burguesia) defende os interesses dos capitalistas, defende a propriedade privada (dos capitalistas) e oprime o povo contra qualquer revolta, pois nada temos para ser defendido pelo exército (da burguesia); apesar de a gente sempre ouvir dizer que o exército é o defensor da nação, O QUE VEMOS DE VERDADE É O EXÉRCITO DEFENDER OS INTERESSES DOS RICOS PARASITAS CONTRA O POVO TRABALHADOR.”

Veja agora um extrato do texto, intitulado O Trabalho entre as Forças Armadas da Burguesia, estudado e distribuído pela Internacional Comunista desde a década de 60 no Brasil no seio dos partidos comunistas. “As forças armadas da burguesia são a parte mais importante do organismo de Estado Burguês. Do grau de solidez das forças armadas da burguesia e de sua situação, depende, em larga medida, o grau de firmeza do aparato do Estado Burguês como um todo. Do grau de desintegração das forças armadas da burguesia dependerá, pois, em grande medida, a questão da derrubada da burguesia e do despedaçamento do Estado Burguês pelo proletariado revolucionário que se desenvolverá no momento de uma situação diretamente revolucionária, quando a direção revolucionária do proletariado será forçado a levantar a questão do esmagamento da classe dominante enquanto tarefa do dia.”

É notório que as forças armadas e auxiliares são um elemento dissuasivo, que muito amedronta e atrasa a implementação de medidas que jogariam nosso país no caos total. Como já ocorreu na Venezuela e em Cuba. Por isso percebe-se o ódio aparentemente gratuito contra militares em geral, das polícias estaduais ou das Forças Armadas. Esse ódio e mais demonstrado por aqueles que representam seu papel de extrema-esquerda. Mas, como dissemos, estão todos do mesmo lado.

Felizmente observa-se que, independente de todo o gigantesco esforço que se faça para diminuir a credibilidade das forças armadas frente à sociedade, o que tem se conseguido é somente aumentá-la. Diante do que fizeram nos anos 60 e da linha séria que os militares vêm mantendo desde então, é impossível para a sociedade esclarecida não perceber que os militares brasileiros estão a serviço do povo, e que continuam realizando suas tarefas da mesma maneira que no passado, sempre bem, a despeito das crescentes restrições orçamentárias. A recente atuação no combate ao crime no Rio de Janeiro e as obras no aeroporto de Guarulhos são um claro exemplo de que os soldados sempre cumprem a missão, de maneira rápida e com menor custo possível, diferente do que certamente aconteceria se as tarefas fossem colocadas nas mãos de outras instituições.

Tentar dissociar os militares da política é outro erro que comumente se comete. Militares são politizados sim, é obvio. Como não seriam? Afinal, conhecem o país como ninguém, conhecem os brasileiros como ninguém. Nos lugares mais inacessíveis do país, onde os políticos e seus assessores, com seus ternos de linho e implantes dentários milionários nunca ousarão pisar, os militares já estiveram. Nos rios mais fundos, ou mais rasos, nas águas mais turbulentas, claras ou barrentas, os militares já navegaram. Em meio à árvores gigantescas, ou em pistas de pouso totalmente esburacadas, seus aviões ou helicópteros já aterrizaram.

Sim, os militares conhecem mesmo o Brasil, e o Brasil conhece os militares. Todas as famílias do país possuem um filho, um primo que foi soldado, ou marinheiro. Há sempre alguém que conhece a seriedade e honestidade características das instituições militares. Podem até tentar, mas vai ser impossível destruir o status das forças armadas frente à sociedade.

Militares tem sim cheiro de povo. O efetivo das forças armadas é formado majoritariamente por filhos de trabalhadores. Engana-se redondamente quem diz que o oficialato é oriundo da elite brasileira. Basta um pouquinho de pesquisa para se atestar isso.

Na semana que passou estivemos, a convite, numa formatura de incorporação de soldados – conscritos - aqueles que têm a menor graduação possível dentro do Exército Brasileiro. Haviam passado apenas duas semanas aprendendo a marchar, não sabiam ainda nem o que significavam os toques de corneta. Mas era já visível o sentimento de patriotismo, o amor acentuado pelo Brasil, e pela missão que agora tinham. Parece que isso irradia dentro dos quartéis. Quando desfilaram na nossa frente notava-se, que já desde cedo são cultivados valores, como o orgulho em ostentar a farda verde oliva com a bandeira do Brasil no braço. Nas atitudes dos outros soldados, mais antigos apenas um ano, podia-se perceber a responsabilidade, a clara preocupação em fazer deles bons militares.

Nas faces das centenas de familiares que assistiam o evento, na praça Presidente Médici, podia-se notar a felicidade, o orgulho em ver seus filhos vestindo uma farda do Exército. O comandante disse poucas palavras: Vocês podem visitar os alojamentos, os banheiros e as instalações onde seus filhos vão passar os próximos meses... Aqui não temos luxo, as instalações são simples. Mas, cuidaremos de seus filhos... Elogiaremos quando acertarem e corrigiremos quando errarem, seremos justos com eles. Ao final do evento comemos um cachorro quente com refresco. Como estava saboroso aquele lanche que fizemos com os nossos filhos, com sabor de honestidade, seriedade, respeito pelo dinheiro público.

Naquele evento nenhum dos militares estava interessado em política, mas sem querer estavam fazendo política da melhor maneira possível. Aqueles jovens vão desenvolver um amor enorme pelo país em que vivem, vão jurar de bom grado que darão a vida em prol da nação, e se for necessário farão isso. O comandante, em seu discurso, não prometeu que daria prêmios para os soldados, ou que o salário ia aumentar. Ele simplesmente foi honesto, sucinto, e bem verdadeiro. Demonstrando que administra com seriedade aquilo que lhe é confiado. Só isso bastou para inspirar confiança e admiração por parte do público e de seus comandados.

Quase ia esquecendo que o texto é em resposta à acusação de golpismo, só porque os militares fundaram um partido. Pois é. Como disse, militares conhecem o Brasil, conhecem nossa sociedade. Tem a confiança da sociedade. Portanto, se têm esse direito, que fundem mesmo um partido, legalizem e se candidatem à tantos cargos quanto for possível. Eles já têm o meu voto. E não vão ser partidos políticos, grandes, pequenos ou microscópicos, temendo uma disputa realmente democrática, que vão impedir isso. Esse ano, assim como temos militares eleitores, teremos militares candidatos, da ativa e da reserva. Receberão uma votação expressiva, a sociedade somente aguarda seus nomes.

Ainda que se tente, agora ou mais tarde, destruir a prerrogativa que os militares têm de participar do processo político brasileiro, quando estes estiverem no congresso, e quem sabem no Palácio do Planalto, eleitos pelo povo que neles confia, farão o possível para garantir o direito que você possui de continuar escrevendo seus textos anti-democráticos.

GLOBO diz que “Rua será palco de DUELO de extremos”.

GLOBO diz que “Rua será palco de DUELO de extremos”.

Pode-se dizer que o artigo de Tatiana Farah, publicado no Globo online de 8 de março é imparcial? Que aborda todos os aspectos da questão de forma a não privilegiar uma ou outra opinião?

Ela inicia seu texto dizendo que os apologistas da Marcha da Família com Deus são extremistas de direita. E mais, ela diz que eles prometem um confronto nas ruas de São Paulo. Outra palavra interessante foi citada para adjetivar o grupo que organiza o movimento, ultrarreacionários.

A repórter faz questão de lembrar em seu texto que uma das organizadoras da marcha, Cristina Peviani, foi advertida há algum tempo por lixar ruidosamente as unhas enquanto uma mulher prestava um depoimento em audiência sobre a ação do coronel Ustra.

O artigo termina com a convocação feita pela reação da esquerda à manifestação marcada para o dia 22 próximo: “Já que eles querem tanto a ordem, vamos trazer para a burguesia a verdadeira ‘baderna do povão’ já que, como disse o ilustre ditador Figueiredo, ‘prefiro o cheiro de cavalos ao do povo”.

10 de março de 2014

Psol apoia intervenção militar!

PSOL apoia Intervenção Militar no Brasil e manifestações na Ucrânia. Confusão e insegurança.

Fomos surpreendidos essa semana quando recebemos alguns cartazes com o logo do PSOL, eles incentivavam uma intervenção militar. Em um dos panfletos constava que o PSTU também apoia uma intervenção.
Depois da crise no PSOL, quando a Luciana Genro manifestou seu apoio aos manifestantes da Ucrânia, aparece agora esse cartaz, apenas amostras de que a suposta unanimidade filosófica dentro dos partidecos de esquerda é só mais uma falácia
A princípio parecia uma espécie de brincadeira, mas não era. Após alguns dias o PSOL emitiu uma nota sobre a questão, veja abaixo. A verdade é que nem eles mesmos estão convencidos de suas posições, basta ler um pouquinho mais, ou conversar com pessoas sensatas que logo, diante dos antecedentes de suas doutrinas, percebem que estão colaborando para por fim às liberdades individuais, democracia, família e honestidade.


9 de março de 2014

Cade o DINHEIRO do Amarildo? ONG fica com a maior parte do dinheiro arrecadado para a família do Amarildo.


A denúncia foi feita pela VEJA. O ajudante de pedreiro Amarildo, que se tornou bandeira de quase todas as lutas de ONGS do Rio, foi morto, acredita-se, por policiais militares. Como a família do falecido passou por dificuldades após a sua morte, algumas personalidades conhecidas resolveram iniciar uma campanha que, dizia-se, era para ajudar a família. O troço deu certo, arrecadaram mais de 300 mil reais.

O que deveria ter sido feito em seguida era algo muito simples e prático. Compraria-se uma casa para a família, compraria-se moveis decentes e talvez uma forma de sustento, montar uma pequena loja etc.

Porém, por aqui as coisas não são tão simples assim. A grana arrecadada na campanha “Somos todos Amarildo”, comandada pela Paula Lavigne, foi dividida de uma forma não muito solidária, para a família de Amarildo foi comprada uma casa no valor de 50 mil reais, mais 10 mil foram usados para adquirir alguns moveis O restante do dinheiro arrecadado na campanha permanece nas mãos da ONG Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (DDH), aquela que costuma defender os Black Blocs do RIO.
Aqui no Rio uma casa de um quarto, legalizada e em um local com saneamento básico, está no mínimo, usada, em torno de 150 mil reais. Se tinham dinheiro para isso por que não compraram uma casa legalizada? Por que não usaram todo o dinheiro para beneficiar a família? Isso nos faz “suspeitar” que, como abutres, os administradores da ONG, usaram o defunto para satisfazer seus anseios particulares, arrancando dinheiro das mãos de pessoas bem intencionadas que compareceram aos eventos da campanha “somos todos Amarildo”.
Como sempre, pela ótica socialista, os fins justificam os meios. A sociedade estava sensibilizada com a questão do Amarildo, a Ong precisava de dinheiro. Então, una-se o útil ao agradável. Pronto, forra-se os bolsos com duzentos e noventa mil reais.
Segundo a reportagem da VEJA, dona Elizabeth, esposa do falecido, conta que a casa está cheia de problemas e que por isso tenta conseguir mais algum dinheirinho com a ONG, que é comandada por assessores do Marcelo Freixo, aquele acusado de comandar os Black Blocs. Dona Elizabeth diz que sabia que não receberia tudo, seria só a metade, mas agora que sabe que o montante ultrapassa os 300 mil, acha que merece pelo menos mais alguma coisa para reformar a casa.
O advogado da Ong já avisou que o dinheiro será usado pela entidade, em um “projeto ainda indefinido”.

8 de março de 2014

RACHEL SHEHERZADE mora em Alphaville. Isso é um escândalo!!!

RACHEL SHEHERZADE mora em Alphaville. Isso é um escândalo!!! A liderança da esquerda mora em Copacabana e frequenta os melhores hotéis, a direita tem que viver na merda e não pode expressar sua opinião sem ser chamada de reacionária, fascista, nazista e golpista.

Na semana passada a Revista Viva trouxe como seu artigo de capa um pouco da vida da âncora do SBT Rachel Sheherazade. Alguns, simpáticos às opiniões da Rachel, mas um pouco desatentos, reclamaram porque a revista, na capa, faz questão de dizer que ela mora em Alphaville, para eles parecia algum tipo de provocação. Outros logo gritaram. Viu, ela mora em Alphaville, é por isso que defende propriedade privada, é contra o aborto e apoia os policiais.

Aos primeiros, lembramos que a revista em questão é direcionada para o público que reside nesse tipo de condomínio, os comerciais veiculados na revista vão de carros de luxo à internet com super velocidades, o que é perfeitamente natural. Não podemos esconder o sucesso de ninguém simplesmente porque a esquerda demagoga, nas frentes das câmeras, diz que é bonitinho abraçar mendigos e fazer estardalhaço quando um menor infrator apanha. Ora bolas, Paula Lavigne, figurinha fácil de eventos da esquerda carioca residia até ha pouco tempo em um apartamento que vale a bagatela de 37 milhões de reais.

Quanto aos segundos, intelligentsia da esquerda e seus idiotas úteis, que usam como poleiro para atirar seus dejetos em nossa cabeça, o fato da repórter morar em Alphaville com sua família, ficam as perguntas: Por que ninguém criticou o fato de José Dirceu estar em um resort em Itacaré quando foi intimado a se apresentar na prisão, a média do preço das diárias por lá está entre as mais altas do Brasil? Por que ninguém critica a famosa esquerda caviar do Rio de janeiro, que ocupa camarotes de grandes empresas no Sambódromo?

Dizer que Sheherazade reside no condomínio de luxo não é nada de depreciativo, ao contrário disso, mostra que em uma sociedade em que se valoriza o esforço pode-se melhorar de vida. Ela conseguiu isso com trabalho e dedicação. Lembramos que a âncora há pouco tempo fez um concurso público - que todos nós poderíamos fazer - no qual foi aprovada por méritos próprios. Mas, como o SBT paga bem mais, ela preferiu ser âncora de telejornal. Isso é meritocracia. Por falar a verdade e fazer sucesso com isso, no horário nobre da TV brasileira, principal meio da manipulação governamental, Rachel Sheherazade é taxada de reacionária, fascista e, atualmente é um dos principais alvos da esquerdalhada brasileira.

Já surgem por aí propostas de cassar a concessão do SBT! Mais uma vez a esquerda coloca suas garras autoritárias de fora. Mas isso é outra história.

7 de março de 2014

Alto escalão das Forças Armadas envolvido em conspiração! É o que diz o Jornal do Partido da Causa Operária.


Alto escalão das Forças Armadas envolvido em conspiração! É o que diz o Jornal do Partido da Causa Operária.
O texto é pobre e mal redigido, mas como veio da página oficial de um partido político, deve ser considerado como importante, é seu ponto de vista. Ele no mínimo nos dá uma boa idéia do nível de radicalismo que ha nas mentes dos dirigentes da esquerda brasilera.
As acusações são gravíssimas, e o partido chega ao absurdo de sugerir sugere que se crie uma “FRENTE ÚNICA” da esquerda para enfrentar a situação. Desejam impor de qualquer maneira a tão sonhada luta de classes. Na verdade eles tem conseguido, a polarização da sociedade brasileira tem crescido rapidamente, por imposição de uma administração irrenponsável.
O jornaleco esquerdista diz que a marcha da família, marcada para o dia 22 desse mês, é uma tática para o fortalecimento de grupos de “extrema-direita”. Para o autor o movimento seria uma articulação pró-golpe. A publicação diz ainda que a marcha é apenas parte de um grande plano perpetrado por um “amplo setor das forças armadas”, ninguém se lembrou de dizer que amplo setor seria esse.
A notícia é apenas mais uma mostra do despreparo, covardia e desespero da esquerda, basta que militares ou sociedade conservadora se reunam para um churrasco de fim de semana que os esquerdistas tocam seus alarmes nos comitês partidários e ONGS patrocinadas pelo dinheiro público. Certamente é o medo de perdaer as tetas do governo.
A acusação do jornal, além de ridícula, é leviana e irresponsável. O texto diz ainda que o General Heleno será candidato à presidência do país, um dos sinais mais claros desse “golpe”. Ora, pelo que se sabe o general em questão não é filiado à nenhum partido político. Mesmo que fosse, e se candidatasse, isso seria algo perfeitamente democrático. Por acaso Militares estão impedidos de se candidatar a cargos político, se fizerem isso será um golpe?
O partido diz também que os militares tentarão intervir nas eleições de 2014, por meio do Partido militar... Ora, como assim? Então mais uma vez estão dizendo que um militar, ou um partido que tem militares em sua organização não tem o direito de participar do processo político? Isso pra eles é intervenção militar.
A mente prodigiosa que elaborou o texto não para por aí, ele extrapola o ridículo e diz que o alto escalão das Forças Armadas usa as esposas de militares para por em prática suas opiniões. Desafiamos qualquer um que lê jornal ou acessa a internet a mostrar uma esposa de militar que fala em nome do alto comando, as únicas que atualmente aparecem no cenário são a senhoras Kelma e Ivone Luzardo, e pelo que sabemos suas palavras tem sido sempre relacionadas à questões sociais dos militares, como salário e carreira.
Parece que para a esquerda brasileira a cidadania de todos os militares deveria ser cassada. Militares não podem se candidatar, militares não podem participar de um partido político. Talvez para eles os militares não devessem nem votar. Qual o motivo disso? Na sociedade de ignorantes que a esquerda pretende criar não ha lugar para pessoas sensatas e que têm uma visão racional e estratégica do país. Ainda que permaneçam quietos, os militares sabem muito bem qual é o plano. São o inimigo que mora ao lado, são a pedra no sapato, são a carta que pode virar o jogo.
Veja o texto:
A movimentação pró-golpe vem crescendo e a realização da segunda edição da “Marcha da Família” e o fortalecimento de grupos de extrema-direita são exemplos claros disso. No entanto, não é apenas entre os civis que esta política pró-golpe vem se desenvolvendo. Ela vem sendo executada e colocada em prática por um amplo setor das Forças Armadas.
Um dos aspectos mais importantes se manifesta na defesa da candidatura à presidente da República do general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, militar da reserva que esteve à frente da Minustah (missão militar da ONU no Haiti) e ex-comandante militar da Amazônia. Como os militares (assim como os juízes) podem se filiar a partidos seis meses antes do pleito, a data limite para a decisão de Heleno é o dia 5 de abril.
Esta não foi a única iniciativa de militares para intervir nas eleições de 2014. No ano passado, o Partido Militar Brasileiro (PMB) tentou, mas não consegui obter o registro necessário junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
As iniciativas que vêm da caserna tampouco (como é natural) ficam restritas às eleições.
Em julho do ano passado, o coronel do Exército (atualmente na reserva), Gélio Fregapani, afirmou que o Brasil está a três passos de uma guerra civil. Em seu artigo, “Os rumos que seguimos apontam para a possibilidade de guerra intestina”, Fregapani afirma: “O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançadas de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isso que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável”.    
No texto fica explícita a crítica ao MST e o pedido de mais repressão. A crítica ao governo do PT está implícita quando ele diz que as “invasões são toleradas”. Embora não conste no texto é impossível não imaginar o desfecho proposto. “Governo conivente com ações subversivas” e “ameaça de guerra civil” foram dois dos pretextos para o golpe de 1964.
Outro general da reserva, Luiz Eduardo Rocha Paiva, ex-secretário geral do Exército, foi mais claro em suas pretensões.  No início de fevereiro ele publicou o artigo “Questão de Consciência”, onde contesta o que é ensinado nas escolas sobre o golpe de 1964 e pede abertamente uma nova intervenção das Forças Armadas quando diz que “o tempo para os militares reagirem ao governo da esquerda totalitária está se esgotando”.  
É importante notar que a declaração parte do alto escalão das Forças Armadas e que este setor, via de regra, usa militares da reserva ou suas esposas para expressarem suas opiniões, uma vez que evitam quebrar a hierarquia da corporação. Uma declaração destas dada por um atual comandante das Forças Armadas, por exemplo, poderia acarretar em penalidades.
Neste sentido, as opiniões que citamos nesta matéria não podem ser vistas como algo isolado. Esta postura pró-golpe deve vir à tona no próximo período quando os Clubes Militares devem marcar comemorações em razão do aniversário de 50 anos do golpe de 1964.
Todas estas manifestações mostram que é preciso desde já iniciar uma ampla campanha contra a política golpista da direita. Algo que para o movimento operário deve ser feito com a realização de uma Frente Única de todas as organizações de esquerda (partidos, sindicatos, movimentos sociais etc.) para barrar as iniciativas golpistas por meio da luta, ou seja, com a mobilização revolucionária de todos que se opõe a direita.
Robson A.K.S.

6 de março de 2014

Intervenção militar. O que será isso para o BRASIL? Sabemos o que estamos pedindo?

Intervenção militar. O que será isso para o BRASIL?
Sabemos o que estamos pedindo?
*Nota do Autor: Por conta da liberdade de expressão que há nesse veículo, me permito publicar esse artigo. Simples e direto. Se você vai às ruas, saiba o que está pedindo. É o que penso. Esse espaço é frequentado por pessoas inteligentes, creio que compreenderão perfeitamente as colocações e as implicações da sua decisão. Afinal, todas as faces do problemas tem de ser abordadas.
Acredito realmente que o governo brasileiro é cada vez mais autoritário, que tem se aliado a gente má, de mau caráter, como Fidel Castro e Nicolás Maduro, e que se não for impedido pode mesmo jogar o Brasil no caos, social, moral, econômico etc.
No dia 22 de março próximo acredita-se que alguns milhares de pessoas marcharão em algumas capitais em memória da Marcha da Família com Deus, que antecedeu a intervenção militar de 31 de março de 1964, finalmente a sociedade esclarecida está se mobilizando. O movimento é benéfico, virtuoso, no sentido de que pode declarar ao mundo que a democracia brasileira fracassou de tal maneira que uma quantidade gigantesca de pessoas prefere um tipo de “RESET” no Brasil, um começar de novo. Em meio ao movimento há aqueles que desejam que algum dos Poderes, conforme prescreve a CF1988, convoque as Forças Armadas pra intervir, fechando o Congresso e destituindo a Presidente atual. Diz-se que uma famosa âncora de telejornal apóia a marcha, mas ela não fala em intervenção militar.
Será que essas pessoas que pedem uma Intervenção Militar sabem mesmo o que estão pedindo? Como seria essa “intervenção”, seria realizada legalmente, baseada em acusações formais contra membros do governo, como a Presidente e o Vice-presidente? Os militares conseguiriam intervir sem disparar um único tiro, ou o sangue de nossos compatriotas - de esquerda ou de direita - mas também brasileiros, seria derramado em nossa própria terra?
Sabe-se que as coisas chegaram ao nível em que estão, de uma forma gradual, por conta de nossa passividade. Ao longo desses anos permanecemos quietos em nossas casas, gozando de nosso conforto, merecido é verdade. Contudo, se houvêssemos nos mobilizado para que o país não fosse dominado pelas mesmas pessoas que tentaram destruí-lo no passado, não estaríamos agora discutindo uma questão tão grave. Creio que a maioria aqui concorda que permanecemos numa espécie de letargia enquanto os inimigos da liberdade agiam com todo vapor.
Imaginemos que o Supremo Tribunal Federal chegue a conclusão que os manifestantes do dia 22 de março têm razão, e convoque as Forças Armadas para intervir, fechando o Congresso e prendendo a Presidente, conforme essas pessoas solicitam. O que virá a seguir? Serão tempos de paz?
Sem entrar em muitos detalhes, abaixo há uma visão panorâmica apenas dos primeiros dias após a intervenção.
Uma tropa do Exército cercaria silenciosamente o palácio do Planalto e prenderia e Presidente Dilma, seria mantida em prisão domiciliar até que fosse julgada. Alguém avisaria a imprensa e a notícia se espalharia pela internet como um rastilho de pólvora. 
Instantaneamente a Força Nacional será acionada pelo Poder Legislativo, essa força cercaria o Congresso rapidamente e tentariam impedir que os militares federais assumissem o controle da instituição. Alguns estados que possuem governos fieis ao governo federal, como a Bahia por exemplo, acionarão suas polícias militares e estas serão colocadas de prontidão, guardando as instituições públicas, como palácio do governo e Assembleias Legislativas. Alguns comandantes de quartéis de polícia hesitarão, bem como alguns oficiais de menor patente, e certamente haverá quebra de hierarquia em várias instituições pelo Brasil afora. As associações de policiais também escolherão um ou outro lado e certamente haverá muita confusão entre oficiais e praças. Sindicatos fieis ao governo paralisarão meios de transporte, refinarias e sistemas de comunicação, e os militares não teriam gente suficiente para suprir essas lacunas nos primeiros dias do caos.
O Movimento dos Sem Terra, Sem Teto, CUT e partidos radicais como o PSTU, fieis ao governo, se levantarão e colocarão em prática suas táticas de guerrilha urbana há muito estudadas no manual de Mariguella e outros similares. Estudantes das universidades federais filiados aos Diretórios estudantis se aliarão a estes militantes de esquerda e marcharão nas grandes cidades, promovendo vandalismo e quebradeira.
As forças armadas reprimirão as manifestações, mas como certamente haverá policiais e agentes de segurança ainda fieis ao governo em meio aos insatisfeitos haveria mortes de ambos os lados. É quase certo que o Brasil enfrentaria um período de caos generalizado, talvez por muitos meses. Centenas, talvez milhares de pessoas morreriam nos primeiros embates entre forças armadas e aliados do governo destituído. Os manifestantes recuariam, mas não desistiriam. Se armariam melhor, e melhor organizados e com o apoio de militares desertores e países aliados do governo, como Cuba e Venezuela, reagiriam de forma sistemática, da mesma forma que no passado, se organizariam em grupos paramilitares, usariam até nomes de grupos do passado, como MR8 etc. Com ataques assassinos e ações do gênero essas pessoas espalhariam o terror nas noites das grandes cidades.
Paro por aqui, mas creio que deu pra ver que uma "intervenção" não é algo tão simples assim. Nosso país é enorme, complexo, pluripartidário e repleto de ONGS e Grupos de esquerda apoiados pelo governo federal.
Gente, eu não gostaria de ver milhares de brasileiros mortos em uma guerra civil. Sabemos que já salvamos o Brasil uma vez, indo para as ruas. Podemos sim tentar de novo, mas talvez haja tempo ainda para que isso seja realizado pela via democracia.
Vão mesmo para as ruas, peçam urnas convencionais na manifestação. Carreguem faixas dizendo Fora Dilma, abaixo o PT. Acampem na Avenida Paulista até que se aprove o retorno do voto convencional. Vocês tem muito poder. São pessoas lícitas, dignas e esclarecidas. Creio que as manifestações do dia 22 próximo serão muito válidas para mostrar que a situação está chegando no limite do suportável. Se forem inteligentes poderão salvar o futuro do nosso país.
Você já sabe o que vai pedir no dia 22?

5 de março de 2014

50 anos atrás a Igreja acreditava que o comunismo era uma ameaça contra a Família e ajudou a mobilizar a sociedade por um país livre.

50 anos atrás a Igreja acreditava que o comunismo era uma ameaça contra a Família e ajudou a mobilizar a sociedade por um país livre.

A princípio não sabemos, mas parece que a igreja cristã no Brasil não acredita que as doutrinas da esquerda podem afetar a liberdade religiosa, o direito à reunião e à expressão do pensamento. Para refrescar a memória vejam.

Em abril de 2013, a Associação de Juristas Evangélicos – com base em relatório aprofundado e conclusivo da CSW – denunciou no Brasil os graves problemas que acontecem na Ilha de Cuba no tocante às restrições de liberdade religiosa impostas pelo governo, mesmo com Fidel Castro institucionalmente fora do poder. Tal publicação da Associação inclusive foi objeto de análise e discussão na Câmara dos Deputados no âmbito da Comissão de Relações Exteriores.

Em 1962, o papa João XXIII excomungou Fidel Castro após este declarar-se “marxista-leninista”, além de determinar o fechamento das escolas religiosas no país. Com o advento da nova Constituição cubana, em 1976, Cuba tornou-se um Estado “ateu”, chegando a abolir o Natal como dia santificado. Ano passado, 2013, o Bispo José Felix Perez, na conferência piscopal de Cuba disse: "Cuba está convocada a ser uma sociedade plural ..., deve haver o direito à diversidade em termos de pensamento, criatividade e busca pelo futuro", A igreja, certamente temendo represálias, evitou reivindicar explicitamente uma sistema pluripartidário ou a restauração do capitalismo.




Chegaram ao limite do ridículo. Artigo diz que esquerda tem QI mais alto!

Chegaram ao limite do ridículo. Artigo diz que militantes de esquerda possuem QI mais alto!
   Essa semana recebemos uma enxurrada de comentários e e-mails de militantes de esquerda indignados, reclamando do artigo sobre a Marcha da família (Veja aqui), marcada para o dia 22 próximo. Para os mais atrevidinhos, que até ameaçaram a editoria da revista online, avisamos que – pelo menos por enquanto – vivemos em um país livre, e que podemos realizar a cobertura do que desejarmos, onde e quando desejarmos. Afinal, o site não recebe nenhum tipo de subsídios do governo, muito menos de partidos políticos, de esquerda ou de direita.
 Já puxamos a cordinha da descarga e foram embora os costumeiros comentários, que nos chamam de fascistas, nazistas, reacionários, fascistoide, golpistas e, pasmem, até de nazimussolinistas(!!!). Agora resolvemos tratar aqui, rapidamente, de um dos comentários mais interessantes que já apareceram por aqui. Quando pensamos que chegaram no limite, eles se superam!
No comentário um militante de esquerda nos diz que "a ciência prova que esquerda é mais inteligente", a princípio não demos bola, mas verificando melhor, e acessando o link que mandou junto, vimos que ha um artigo amplamente divulgado sustentando essa falácia. Isso parece suprir algum tipo de carência intelectual dos “useful idiots”. Será que eles estão começando a perceber que tem sido usados? E por isso a intelligentsia tem mandado distribuir artigos "científicos" para elevar o moral da tropa?
Pois é, vamos lá. O artigo diz: “Estudo aponta que pessoas de esquerda são mais inteligentes que as de direita” (Veja aqui). O texto que se segue diz que a pesquisa foi realizada na Inglaterra há mais de quatro décadas (entre os anos de 1958 e 1970 ). Os dados da tal pesquisa teriam mostrado que pessoas com menor inteligência tendem a se comportar da maneira mais confortável, mais aceitável para o momento em que vivem, tendem a ser politicamente corretos. Por sua vez, aqueles mais “inteligentes” (os esquerdistas, segundo o e-mail) seriam ousados o suficiente para sair de uma zona de conforto e enfrentar a oposição social e sanções advindas do não ser igual a todo mundo, estes optam por ser “de esquerda”.
O artigo diz: “as pessoas com menor nível de inteligência gravitam em torno de pensamentos de direita, porque esse os faz sentir mais seguros (...) As habilidades cognitivas são fundamentais na formação de impressões de outras pessoas e a ter a mente aberta. Indivíduos com menores capacidades cognitivas gravitam em torno de ideologias conservadoras que mantêm as coisas como elas são... ”
Surge então, para os esquerdistas brasileiros, um novo tipo de determinismo. Os inferiores são de direita e os mentalmente superiores são de esquerda. Isso se aproximaria mais das teorias de raça de Hitler do que qualquer coisa ja dita por aqui nos últimos tempos.
É obvio que não achamos que opção política, raça ou credo religioso indica o grau de inteligência das pessoas. Nem entre cientistas há consenso sobre o estudo do Qi, e muito menos de que ha relação entre Qi e opção política.
Os renomados editores, colunistas e articulistas das centenas de blogs e sites que repetiram festivamente o tal “estudo” nada mais fazem do que declarar que eles mesmos e seus seguidores são menos inteligentes do que seus opositores. Se a disposição em sair da zona de conforto e enfrentar a oposição da maioria indica um grau de inteligência maior, a mente da esquerda brasileira é menor que a dos crustáceos.
Ou será que se fazem ainda de coitadinhos? Provavelmente. Querem fazer parecer que ser de esquerda é ser oprimido, perseguido...  Pura mentira, a esquerda tem a hegemonía por aqui. Eles sabem disso, e lutam para manté-la. 
Está absolutamente obvio que a zona de conforto nos dias de hoje está em se declarar simpatizante de Marx, Fidel e companhia. Ser politicamente correto significa abraçar as teorias da esquerda, exaltadas e impostas como verdade absoluta na maioria das universidades e meios de comunicação. Qualquer estudante que hoje se atreva a rechacar a teoria pseudocientífica de Marx, dizer que Chê Guevara foi um assassino sádico, ou que Nicolás Maduro é um idiota, terá pulado fora da zona de conforto e, longe de estar seguro, será socialmente linchado. Se for aluno de geografia ou ciências sociais, pior ainda, provavelmente será isolado, estigmatizado pelo resto de sua vida acadêmica.
Os esquerdistas na verdade deram um tiro no próprio pé. Tiraram do baú da vovó um estudo canadense, que usou dados da Inglaterra de mais de quarenta anos atrás, para tentar provar sua inteligência, e ainda fazem cagada!
A grande verdade é que o debate filosófico está crescendo no país, grande parte das pessoas de bem que preferiam ficar em casa quietos, gozando seu descanso merecido, junto de suas famílias, resolveu peitar a manada de gente manipulável que prefere morrer a ser considerados politicamente incorretos. Com isso a esquerda está cada vez mais acuada. Sem base intelectual é mesmo difícil discutir, principalmente no meio virtual, onde gritos e cusparadas não surtem nenhum efeito.
Nós não precisamos de ninguém que nos diga que somos mais inteligentes ou melhores. Aliás, nós não desejamos ser melhores do que ninguém, desejamos simplesmente que não destruam o nosso país, nossa sociedade e o futuro de nossos filhos.
Robson A.K.S.

4 de março de 2014

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO e mais três ex-presidentes, incluindo um Nobel da paz, condenam publicamente a violação de direitos humanos na Venezuela.


Na mesma data em que o presidente da OEA disse que uma delegação deve visitar a Venezuela, vários ex-presidentes sul americanos se declaram contra as ações de Maduro contra os protestos de estudantes na Venezuela.

DECLARAÇÃO CONJUNTA. Os abaixo assinados, Oscar Arias Sánchez (Nobel da paz), Fernando Henrique Cardoso, Alejandro Toledo e Ricardo Lagos, concordaram em emitir o seguinte comunicado:

Vemos com preocupação e alarme os acontecimentos que tiveram lugar na Venezuela nas últimas semanas. Manifestações estudantis de protesto pacífico contra as políticas do governo, que são normais em qualquer sociedade democrática, tem sofrido repressão desproporcionada por parte das forças de segurança e ataques de grupos armados ligados a partidos políticos do governo. 

A partir desses fatos vem se produzindo uma escalada alarmante da violência e uma rápida deterioração da situação dos direitos humanos no país. A violência já custou várias vidas por conta de ferimentos de bala; estudantes presos declararam publicamente que sofreram tortura e tratamento desumano e degradante por parte das autoridades, a mídia independente foi reprimida e os meios de comunicação tem sentido dificuldade para informar sobre os acontecimentos, incluindo a eliminação de um canal de televisão internacional e a ameaça de fazer o mesmo com outros, ataques físicos a jornalistas ea falta de papel para imprimir mídia. Além disso, o protesto cívico e democrático da oposição foi criminalizado. Muitos estudantes presos são ameaçados de processo penal, o Sr. Leopoldo López, líder de um partido da oposição, foi abruptamente privado de sua liberdade e acusado de vários crimes, com um viés notoriamente político, e outros líderes democráticos são processados criminalmente por razões políticas. Condenamos esses atos e instamos o governo venezuelano e todos os partidos políticos e as partes interessadas a estabelecer um debate construtivo, de acordo com os cânones da democracia universalmente reconhecidos e consagrados na Carta Democrática Interamericana.


Particularmente apelo ao Governo para ajudar a criar, sem demora as condições para este debate, com uma agenda comum e inclusiva. Portanto, é essencial para interromper imediatamente a perseguição de estudantes e dirigentes da oposição, incluindo Mr. Leopoldo López e todos presos ou perseguidos por razões políticas. 

É também imperativo que se encaminhe uma investigação independente e transparente sobre as alegações de tortura e outras violações dos direitos humanos, e parar com o assédio da imprensa independente, incluindo a restauração do sinal do canal de TV internacional abolido por governo. Como amigos que somos da democracia venezuelana, estamos confiantes de que o país vai superar a extrema polarização ea intolerância que têm dominado a cena política nos últimos anos, os males que foram corroendo a eficácia de vários órgãos internos para o debate democrático e a confiança na independência e imparcialidade dos inúmeros e relevantes instituições. Ao mesmo tempo, apelamos à comunidade internacional para se juntar em um esforço conjunto para o fortalecimento da democracia e para a preservação da paz na Venezuela.
04 de março de 2014

Assinado: Oscar Arias Sánchez, Fernando Henrique Cardoso, Alejandro Toledo e Ricardo Lagos

http://sociedademilitar.com.br 

3 de março de 2014

Sites esquerdistas em histeria coletiva por conta da Marcha da Família. Temos que ser politicamente corretos?

Sites esquerdistas em histeria coletiva por conta da Marcha da Família. Temos que ser politicamente corretos?
Como já era de se esperar, em um país onde só é considerado politicamente correto quem fala (ou escreve) o que a esquerda quer ouvir, o artigo sobre a manifestação marcada para o dia 22 de março provocou histeria nos colunistas e blogueiros comprometidos e, quem sabe? Financiados, pela esquerda. Afinal, o título, “A democracia fracassou no Brasil? Regime militar pode voltar?”, leva o leitor a questionar-se sobre o fracasso da democracia em nosso país. Será medo da resposta? Esse é um assunto intocável?


   Um dos sites chega a dizer que páginas da internet que falam sobre o assunto deveriam ser censuradas. Como sempre a esquerda se perde nas próprias palavras e deixando sempre a mostra sua tendência autoritária. O absurdo dos absurdos vem da boca (teclado) de quem se diz democrático (veja a imagem). Como não poderia deixar de ser, fomos também chamados de fascistas. Que honra, na medida em que, na "mente" desse tipo de gente ser fascista significa se opor à perniciosa teoria pseudo-científica que o PT e aliados pretendem impor à sociedade brasileira.
  A segunda questão colocada foi: O regime militar pode voltar? E daí por diante o artigo trata das articulações realizadas pelo grupo que pretende se manifestar em vários lugares do Brasil pedindo aos militares que intervenham na política. Para os esquerdistas a gota d´água foram as palavras do General Paulo Chagas, publicadas um dia depois. O general convoca todos os cidadãos de bem, comprometidos com a verdadeira democracia, a se manifestar de alguma forma.
Alguém reclamou, dizendo que família nada tem que ver com essa manifestação. Pensamos diferente, todas as pessoas que tem se engajado no projeto parecem ter como meta um Brasil melhor para seus filhos, netos etc. Eles são contra a idiotização da juventude e fim da meritocracia. Como é colocado no texto, eles marcharão em memória dos 50 anos da Intervenção Militar que livrou o país do comunismo, e pedirão que seja realizada ação similar. Segundo eles, sua proposta é baseada na CF1988. Em sua opinião a situação atual do Brasil demanda uma ação para restabelecimento da lei e da ordem, o que está previsto no Artigo 142. Segundo o artigo da CF, um dos poderes constituídos precisa convocar os militares. Quem faria isso? A sociedade esclarecida seria capaz de forçar isso? Contudo, independente da possibilidade de alcançar o objetivo almejado, todos no Brasil tem direito de manifestar sua opinião. Um site esquerdista, disse que a realização da manifestação é um crime.


Só pra refrescar a memória de quem anda falando por aí. Alguém se lembra da marcha da maconha? Lembram que a esquerda caviar fez de tudo para que as manifestações não fossem impedidas, até que um juiz autorizou os atos, Sua fundamentação foi o art.220 da CF1988. “...manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição". Assim também foi com a marcha pedindo a descriminalização do aborto.
A histeria é compreensível, uma grande manifestação pedindo uma intervenção militar impactaria de forma devastadora o partido hegemônico da atualidade com um prejuízo político enorme, talvez colocasse por terra as esperanças de reeleição de Dilma Roussef. Afinal, milhares de pessoas estarão endossando a afirmativa de que a Democracia fracassou no Brasil.

2 de março de 2014

Oposição se recupera na Venezuela. Seu ditado, “quem se cansa perde”.

Oposição se recupera na Venezuela. Seu ditado, “quem se cansa perde”.

No início da semana a oposição venezuelana parecia estar cansada, na verdade foi só um reagrupamento, pela estatística de participações no TWITTER podemos ver que a sociedade se agrupa novamente. O estado de Tachira resiste bravamente ao assedio da GNV.


Veja uma foto de hoje as 15:00 na cidade de San Cristobal – Tachira.

http://sociedademilitar.com.br 

General de Brigada vê na marcha da família uma contribuição importante e convoca toda a sociedade esclarecida para ostentar publicamente sua posição.


Por conta do elevado número de acessos no site http://sociedademilitar.com.br você foi redirecionado para essa página alternativa.
O conteúdo é o mesmo do site original.
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Caros amigos
A debacle da Suprema Corte, desmoralizada por arranjos tortuosos que transformaram criminosos em vítimas da própria justiça, compromete a crença dos brasileiros nas instituições republicanas e se soma às muitas razões que fazem com que, com frequência e veemência cada vez maior, os Generais sejam instados a intervir na vida nacional para dar outro rumo ao movimento que, cristalinamente, está comprometendo o futuro do Brasil.
Os militares em reserva se têm somados aos civis que enxergam em uma atitude das Forças Armadas a tábua da salvação para a Pátria ameaçada, quando não são eles próprios os alvos do clamor daqueles que já identificam nas imagens dramáticas da capital venezuelana a cor fúnebre do nosso destino.
Ao exercerem seu direito legal de opinar e criticar, os militares da reserva diferem entre si na forma, na intensidade e na oportunidade de uma eventual intervenção militar que venha a dissuadir as pretensões mais ousadas dos dissimulados adeptos da versão “bolivariana” do comunismo de sempre, todavia, são coincidentes e uníssonos no rebatimento de acusações mentirosas que, divulgadas de forma criminosa, visam a criar na sociedade o receio de ter os militares como fiadores da democracia.
Entre os civis esclarecidos é fácil perceber a confiança no discernimento e no patriotismo dos soldados. Todos querem que os Generais “façam alguma coisa”, mas, ainda são poucos os que se dispõem a fazer o que está ao seu alcance. Poucos são os que adotam atitudes concretas e manifestam-se pública, individual e coletivamente, em defesa dos governos militares, escrevendo para os jornais ou protestando contra a hipocrisia e as más intensões das “comissões da verdade”.
No momento atual, a causa da democracia não dispensa o concurso de ninguém. Seria portanto uma importante contribuição se todos os civis que têm as Forças Armadas como última razão da liberdade e a garantia dos fundamentos constitucionais pusessem suas opiniões a público, em artigos, manifestações, textos, “cartas do leitor” e outros recursos do gênero e não apenas em comentários restritos à leitura dos poucos profissionais da mídia que ainda ousam remar contra a correnteza ou dos escribas de mídias sociais que, mesmo comprometidos com a causa, têm apenas seu limitado e débil sopro para tentar enfunar as velas da embarcação.
A opinião pública está dispersa, contudo não é difícil identificar o que rejeita. Também não é fácil definir com quem está e o que quer. Falta-lhe um "norte confiável". As pessoas de bem, informadas, estão com medo do futuro, acuadas até para reagir e para manifestarem-se pacificamente. Não basta, portanto, pedir uma atitude dos militares, é preciso que os civis esclarecidos e convencidos do perigo ostentem massivamente suas posições e opiniões e que contribuam para magnetizar a agulha que definirá o novo rumo a ser tomado.
As “Marchas da Família com Deus Pela Liberdade”, programadas para o mês que inicia, são um bom começo para esta soma de esforços e para reafirmar o que, há cinquenta anos, fez com que o Brasil fosse visto e admirado como a “Nação que salvou a si própria”!
Gen Bda Paulo Chagas
http://sociedademilitar.com.br