13 de março de 2014

PORTE DE ARMA sem burocracia para todos os MILITARES inativos já está no Congresso.

PORTE DE ARMA sem burocracia para todos os MILITARES inativos já está no Congresso.

Militares das forças armadas, estaduais e funcionários da segurança pública poderão ter o direito de forma automática, sem depender de autorização de suas respectivas forças.

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 6089/13, do deputado Francisco Tenório (PMN-AL), que altera o Estatuto do Desarmamento (Lei10.826/03) para permitir o porte de arma de fogo a servidores inativos das áreas militar e de segurança pública.


Pelo texto, terão direito ao porte de arma após a aposentadoria os servidores das Forças Armadas, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, polícia ferroviária federal (prevista na Constituição, mas ainda não criada), polícias civis, polícias militares, corpos de bombeiros militares, guardas municipais das capitais de estados e de municípios com mais de 50 mil habitantes, agentes e guardas prisionais do quadro efetivo e ainda integrantes das escoltas de presos e das guardas portuárias.

O projeto estabelece que, para aquisição de arma de fogo e para o registro e concessão de porte, os aposentados integrantes desses órgãos deverão apresentar comprovante da situação de inativo e atestado de sanidade física e mental.

Dispensa de exigências. O texto, no entanto, dispensa esses servidores da exigência de documento comprobatório de aptidão psicológica e de capacidade técnica para o manuseio de arma de fogo, que está prevista como regra geral no estatuto.

“É óbvio não restar nenhuma razão para essas exigências, visto que esses profissionais, durante longos anos no combate incessante ao crime, utilizavam a arma de fogo como seu principal instrumento de trabalho, sendo transferidos para inatividade quase como verdadeiros peritos em arma de fogo”, justifica o autor.

A proposta também elimina a necessidade de autorização do órgão a que o servidor esteve vinculado. Segundo o autor, as superintendências regionais da Polícia Federal, responsáveis pela expedição do porte, registro e renovação do certificado de registro de arma de fogo, vêm exigindo dos servidores inativos documento de autorização do chefe do órgão de origem do aposentado. “O projeto exige apenas que o servidor inativo apresente o comprovante do ato de aposentadoria para satisfazer essa exigência do órgão federal”, completou.

Tramitação - O texto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Robson – http://sociedademilitar.com.br

Veja aqui o texto completo da lei.

Atenção, A Cidade de Rubio está sendo atacada pela Guarda Nacional Bolivariana. Recebemos informação proveniente do General Vivas as 14:00 hs/Brasil, informando. Veja imagens.

UNASUL e seu apoio descarado ao Bolivarianismo assassino de Maduro
Hoje os ataques aos manifestantes da Tachira se intensificaram, a população se defende como pode. Alguns dizem que por lá já falta alimento, o General Angel Vivas dispara seus e-mails e twitters tentando fazer com que a imprensa internacional tenah dó dos venezuelanos, é o que ele pode fazer.
Em grande parte esse novo fôlego do governo de Nicolás Maduro se deve a reunião de ontem da UNASUL, onde, lógicamente, emitiu-se um belo documento aprovando as ações do governo bolivariano da Venezuela. O texto foi endossado pelo Brasil, mas não por mim e por você. Essas pessoas falam em nosso nome, infelizmente Luiz Alberto Figueiredo, o representante do Brasil, fala em nome de Dilma, e talvez do PT e seus satélites, não em nome do Brasil.

Como não poderia deixar de ser, o documento expressa as condolências às vítimas dos embates e logo de cara manda um recado, diz que o governo de Maduro foi eleito democraticamente, há quem conteste essa afirmativa.

A esquerda brasileira exultou com a reunião, e com o pífio e documento documento gerado pelos representantes dos países participantes.

O documento também diz que as demandas deves ser encaminhadas por vias democráticas. Mas como encaminhar demandas por meio da burocracia em um país onde o judiciário é quase que totalmente chavista? Em um país onde os jornais são proibidos de comprar papel? Em um país onde pessoas, inclusive jornalistas, são presas por expressar sua opinião?
Disseram também que a UNASUL apoia os “esforços” para manter um diálogo com a oposição. Ora bolas, eles só podem estar de sacanagem. Mandaram prender em plena manifestação o líder Leopoldo López, e ele tinha em mãos uma lista de reivindicações.
Em seguida vem a afirmativa que criminaliza qualquer ação dos oposicionistas venezuelanos, o documento diz que há perigo em relação a independência da Venezuela, jogando os manifestantes na condição de traidores da pátria, e de tabela dizendo que qualquer ação punitiva por parte de organismos internacionais, leia-se OEA, pode ser enquadrada como intromissão em assuntos internos. Veja: “Expressar nossa preocupação diante de qualquer ameaça à independência e á soberania da República Bolivariana da Venezuela.”
Abaixo, o texto gerado na reunião.

Conselho de Ministros de Relações Exteriores da Unasul, em sessão especial em Santiago de Chile:
Reiterando a Declaração da Unasul de 16 de fevereiro de 2014 sobre a situação na República Bolivariana da Venezuela, em que manifesta a sua forte oposição à recente onda de violência e expressa as suas condolências e solidariedade às famílias das vítimas, ao povo e ao governo democraticamente eleito dessa nação irmã.;
afirmando respeito ao Direitos Humanos e liberdades fundamentais — incluindo a liberdade de expressão, de reunião pacífica e de ir e vir, saúde e educação — como essencial para o processo de condições de integração sul-americana;
exortando todas as forças políticas e sociais do país a privilegiar o diálogo democrático e constitucional e a concórdia, reafirmando que qualquer demanda deve ser encaminhada de forma pacífica, pela via democrática, respeitando-se o Estado de Direito e as suas instituições,
Resolve:
1. Respaldar os esforços do governo da República Bolivariana da Venezuela para promover um diálogo entre o governo, todas as forças políticas e atores sociais com a finalidade de chegar a um acordo que contribua para o entendimento e a paz social;
2. Nomear, a pedido do governo da República Bolivariana da Venezuela, uma comissão, integrada por ministros da Relações Exteriores dos países da Unsaul, para que, em seu nome, acompanhe, apoie e assessore um diálogo político amplo e construtivo, orientado para a recuperar a convivência pacífica na Venezuela, considerando a Conferência Nacional de Paz;
3. instruir a presidência pro tempore da Unasul para organizar, em coordenação com os estados-membros, os trabalhos da Comissão de Ministros das Relações Exteriores, cujo primeiro encontro deverá ocorre, no máximo, até a primeira semana de abril;
4. Solicitar á Comissão de Ministros das Relações Exteriores que informe suas atividade ao Conselho de Ministros da Unasul,por intermédio da presidência pro tempore, o mais rapidamente possível;
5. Expressar nossa preocupação diante de qualquer ameaça à independência e á soberania da República Bolivariana da Venezuela.
Santiago de Chile, 12 de março de 2014
Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru Suriname, Uruguai e Venezuela


Robson – http://sociedademilitar.com.br
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Atenção, A Cidade de Rubio está sendo atacada pela Guarda Nacional Bolivariana. Recebemos informação proveniente do General Vivas as 14:00 hs/Brasil, informando. Veja imagens.

A região é um dos centros de oposição ao governo de Nicolás maduro, há informações de que o governo tem proibido caminhões de alimentos de entrar na cidade, o que já gera falta de alguns itens básicos. A guarda nacional junto com coletivos pró-governo já iniciou sua entrada na cidade e a população desde ontem tem criado obstáculos, bloqueando ruas com madeira, lixo e montes de pedras. Na fotografia abaixo pode ser ver uma proteção onde manifestante pretendem ficar entrincheirados enquanto atiram pedras e objetos nas forças Chavistas. 

É uma lástima que um governo incompetente tenha atirado o próprio país no caos, onde forças de segurança atiram contra seus próprios compatriotas.

Abaixo, imagens de conflitos durante os últimos dias. 



Em breve mais atualizações.


Jornalista, cuidado, não seja verdadeiro, ou politicamente incorreto, sua emissora pode perder a verba publicitária.

Jornalista, cuidado, não seja verdadeiro, ou politicamente incorreto, sua emissora pode perder a verba publicitária.

Depois que Rachel Sheherazade resolver dizer, em pleno horário nobre, que compreende a ação dos cariocas que deram uma surra e acorrentaram a um poste um delinquente conhecido nas redondezas, menor de idade, mas não menos perigoso por isso, o SBT tem sido ameaçado de perder a concessão e verbas publicitárias. Ora bolas, TODA a sociedade brasileira esclarecida compreende o que aconteceu ali, foi indignação misturada com insegurança e falta de eficácia do estado em cumprir com suas obrigações para com o contribuinte. É obvio que compreender não significa aprovar.

Notem que no parágrafo anterior usamos as palavras delinquente, perigoso e nocivo, e não os termos usados pela imprensa politicamente correta, que são: jovem, adolescente, coitadinho, menor desamparado etc. Lembramos que poucos dias depois de ser medicado e virar o coitadinho da semana o cara foi notícia novamente, ele tentava assaltar uma turista canadense. Quando foi preso usou sua fama pra se defender, "Você sabe quem sou eu? Sou o menor da tranca"

 Antes que alguém nos acuse de chamar o cara de delinquente gostaríamos de dizer que delinquente, segundo o dicionário, é quem infringe uma lei e/ou certas normas morais pré-estabelecidas.

Agora, voltando a questão da verba publicitária. Ao longo dos últimos anos percebe-se claramente que o jornalismo brasileiro, principalmente o televisivo, não possui nem um pouco da neutralidade esperada para esse segmento, e isso pode ser claramente explicado pelo simples facto do governo federal ser o grande cliente das empresas de publicidade. Se as empresas de comunicação sobrevivem por conta da publicidade, como poderia-se esperar que houvesse neutralidade, como falariam qualquer coisa que desabonasse seu principal cliente? Lembram que há alguns anos a rede Globo ousava falar mal de Hugo Chávez e criticar as ações que realizou contra as emissoras de TV da Venezuela? Perceberam que hoje a coisa se inverteu? Pois é, culpa da maldita verba publicitária.

O SBT realmente tem surpreendido nessa questão. Ao manter Sheherazade em seus quadros, realizar uma cobertura razoável das revoltas na Venezuela e agora, contratar o polêmico e odiado pela esquerda, Danilo Gentili e sua equipe, a emissora mostra que não está muito impressionada com as ameaças de censura feitas pelo PCdoB, que representou na Procuradoria Geral da república contra o SBT.

Por que será que Partido Comunista quer que Dilma deixe de gastar dinheiro com publicidade na emissora de Sílvio Santos? Na verdade o PCdoB é mais um satélite do PT, e como este não quer receber sobre si mais uma acusação de tentar censurar a imprensa, deixou essa tarefa a cargo de Jandira Feghali, que pode até aproveitar pra aparecer um pouco, afinal, ela pretende ser governadora do Rio de Janeiro, local onde ocorreu o fato que gerou toda essa discussão.


Já deu pra todos nós percebermos que o que se pretende é calar a boca da apresentadora, âncora do jornal, e de quebra intimidar qualquer um que ouse ir contra a política de tratar os marginais como os pobre coitados, as vítimas da sociedade. Afinal, esse ano teremos eleições, e nada seria mais nocivo para o PT do que pessoas falando a verdade em horário nobre.

Se o SBT continuar com sua isenção de ânimo poderemos até fingir que não percebemos a propaganda subliminar da Jequití que pisca vez por outra no meio da programação.
Você acha que Sheherazade exagerou?


Robson A.K.S.– http://sociedademilitar.com.br

12 de março de 2014

Esclarecimentos Sobre “Dilma manda punir GENERAIS.”

Esclarecimentos Sobre “Dilma manda punir GENERAIS.”

Depois de responder dezenas de e-mails, uns questionando e outros nos informando sobre uma suposta punição contra oficiais generais que assinaram o “MANIFESTO À NAÇÃO” decidimos, em nome da verdade, postar abaixo uma nota sobre o assunto.


No google encontra-se mais de 19.000 resultados em resposta à busca "militares reagem à punição de Dilma e clima piora", ocorre que essa notícia foi originalmente publicada no Estadão em 3 de março de 2012. A nota do jornal informava sobre punição imposta a oficiais generais que manifestaram sua opinião em relação à recusa da Presidente em advertir ministras sobre declarações provocativas contra as forças armadas e contra a “despublicação” do manifesto interclubes, que versava sobre essa questão.

Na época Dilma tomou a decisão de puni-los depois de entender que os militares a criticaram publicamente por não censurar as ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Secretaria de Políticas para as Mulheres). Inicialmente, o manifesto tinha 98 assinaturas. Logo em seguida, na manhã do dia da divulgação da decisão de punir os militares, o número subiu para 235, a tarde o número chegou a 386 adesões, entre eles 42 oficiais-generais, sendo dois deles ex-ministros do Superior Tribunal Militar.

O manifesto, a partir daí, engrossou rapidamente, pois todos os militares que desejavam aderir eram aceitos como signatários. Algumas semanas depois, a administração do site www.averdadesufocada.com, ligado ao coronel Brilhante Ustra, resolveu vetar a assinatura de de suboficiais, sargentos e soldados. Segundo informações prestadas à Revista Sociedade Militar, estes não faziam parte do clube militar, por isso não tinham legitimidade para endossar uma crítica baseada no Manifesto Interclubes, pivot inicial da polêmica.

Depois da nota do Estadão o documento continuou engordando, mesmo sem as praças, hoje está novamente aberto para assinaturas e conta com mais de 120 nomes de oficiais generais da reserva e milhares de outras assinaturas, de oficiais de patentes inferiores, desembargadores, deputados etc.
Portanto, essa questão já tem dois anos e não tem mais cabimento ressuscitá-la à título de engrossar a quantidade de insatisfeitos com o governo. Corrupção generalizada, investimentos descabidos em outros países e assistencialismo eleitoreiro são motivos mais do que suficiente para gerar indignação na sociedade esclarecida desse país.



Maduro CAI em no máximo OITO SEMANAS.

MADURO CAI em no máximo OITO SEMANAS.

Governos Sul-americanos se mostram assustados com a possibilidade de derrocada da experiência socialista na Venezuela. Heinz Dietrich é o sociólogo alemão que criou o termo Socialismo do Séc. XXI, que designa o regime comunista que tenta maquiar suas práticas por meio de uso de algumas instituições democráticas. Dietrich é o papa de Hugo Chávez, foi protegido pelo falecido, que agora é anjo, pelo menos para seu sucessor Nicolás Maduro. Acontece que agora, em plena crise Venezuelana, em parte causada por sua própria culpa, o sociólogo dá uma declaração contundente, que aterroriza todos que defendem o socialismo bolivariano. Leia abaixo um trecho (tradução livre) de sua entrevista ao site Der Spiegel.

Der Spiegel: Senhor. Dieterich, temos a impressão de que na Venezuela acontece a mesma coisa que na Ucrânia …

Heinz Dieterich : Em quase todos os sentidos, o cenário é comparável à situação na Ucrânia.

Der Spiegel: O que aconteceu para que as pessoas estejam prontos para arriscar a vida nas ruas ?

Heinz Dieterich: É uma mistura de fatores: primeiro, a falência retórica imensurável do presidente Nicolas Maduro, separa os "fascistas" e " leais ao governo " . A isto se soma a prisão do líder da oposição Leopoldo López e os graves problemas que o país enfrenta , o que permitiu que os setores radicais mobilizassem a frustração.

Der Spiegel: Qual é a questão principal do problema na Venezuela?

Heinz Dieterich: Objetivamente, a ameaça de morte, o problema subjacente é o crime violento que faz Caracas, a capital, uma das cidades com maior taxa de homicídios do mundo. O papel higiênico falta e farinha, mas não é uma ameaça à vida. Também conta a desvalorização do Bolívar, viagens ao exterior tornão-se tão complicadas que isso incomoda as pessoas . Se tudo isso é colocado junto, há uma profunda frustração. Há também reações muito pouco inteligentes do governo, em vez de entendimento ele impõe a repressão, e faz ferver a cabeça da populaão, que é o que vemos agora .

Der Spiegel: Por que isso ocorreu de repente?

Heinz Dieterich: Eu disse em dezembro que Maduro tinha que dar resultados imediatos para que a agitação no país não aumentasse. Mas isso não aconteceu. A Indolência é grande no governo. Maduro perdeu quase um ano em que governou desde a morte de Chávez. Além do mais, a crise é acompanhada por interesses externos. Presidente dos EUA, Barak Obama tem mandando intensificar uma política externa expansiva. Ela desempenha um papel importante no desenvolvimento do conflito .

Der Spiegel: Quais são as medidas mais urgentes a serem tomadas pelo governo ?

Heinz Dieterich: É essencial que Maduro e seus ministros controlem a inflação de 55%. A escassez deverá ser alterada e violência deve ser abordada.

Der Spiegel: Quem são aqueles que estão nas ruas da Venezuela?

Heinz Dieterich: Eu vejo três grupos: o forte núcleo de direitos, eles são treinados e são paramilitares armados. Em seguida, os estudantes, muitos deles acreditam que eles vivem em uma ditadura. E, finalmente, muitos que eram simpatizantes de Chávez , mas discordam de Maduro epor causa do agravamento das condições de vida . Se Maduro segue como está, aumentando a oposição dos últimso grupos, o governo vai ter que abrir mão do poder, como aconteceu na Ucrânia.

Der Spiegel: É provável que o presidente seja derrubado?

Heinz Dieterich: O grupo irá ainda discutir nas linhas de Chávez sobre uma solução eficaz para a crise sem que isso seja visto como uma derrota . Enquanto isso, é claro para todos que Maduro não tem nem base nem instrumentos para modernizar o país. Ele pensou que bastava simplesmente emular seu antecessor, Hugo Chávez, a retórica e a coreografia e sustentar o modelo econômico.

Der Spiegel: Então os dias do Presidente Maduro estão contados ?

Heinz Dieterich: Não próximas oito semanas o governo provavelmente será suplantado por um Conselho de Administração. Para governadores chavistas militares e sua política é claro que certamente isso significa o fim da era bolivariana. A política deve dar uma virada de180° ou tudo está perdido.

Der Spiegel: Mas a oposição realmente não tem um plano construtivo …

Heinz Dieterich: Não. Os porta-vozes não procuram um acordo que é saudável para todos. Eles querem que o governo saia. Isso é antiético e criminal, e as pessoas na rua vão pagar com seu sangue, mas isso não vai permitir que a força armada.

Der Spiegel: Qual é a saída para a Venezuela?

Heinz Dieterich: Provavelmente uma mediação sob a direção de um órgão regional, como a Organização dos Estados Americanos e da União das Nações Sul-Americanas e do Caribe. Mas também é possível uma grande coalizão se surgirem vozes moderadas dentro da oposição.


http://www.spiegel.de/politik/ausland/venezuela-sozialwissenschaftler-dieterich-ueber-die-proteste-a-956176.html

11 de março de 2014

Golpismo. Militares preparam legalização de partido próprio.

Golpismo. Militares preparam legalização de partido próprio.

É com esse título que novamente o Partido da Causa Operária tenta chamar a atenção para a mobilização política dos militares brasileiros. É bastante interessante comentar publicações de radicais de esquerda, principalmente quando se referem aos militares brasileiros, federais ou estaduais. Por incrível que pareça, a verdade é que esses partidos desejam a extinção das forças armadas e auxilares. 



Lembram daquele grupo que no final do ano passado invadiu um supermercado em Belo Horizonte? Os “militantes” que exigiram um “resgate” em cestas básicas para abandonar o local? Eles são membros do Movimento Luta nos Bairros, ligado ao Partido Comunista Revolucionário. Citamos o PCR aqui por que se trata de um exemplo clássico do que os comunistas pretendem fazer com as Forças Armadas. Como alguém muito sábio já disse, os partidos socialistas só diferem entre si na velocidade com que implementam sua filosofia. Já sei, alguém vai dizer que isso é um exagero, que não é verdade essa coisa de comunismo, não é mais tempo dessa discussão etc. Ok, então veja abaixo.



Extrato de um texto interno do PCR. “Existe, em muitos companheiros e também no seio do povo, medo do exército burguês. Muitos acham impossível vencê-lo e veem o exército exatamente como a ditadura quer: como uma coisa que está acima de nós. Companheiros, antes de tudo, devemos pensar direitinho no que é o exército burguês. Esse exército (da burguesia) defende os interesses dos capitalistas, defende a propriedade privada (dos capitalistas) e oprime o povo contra qualquer revolta, pois nada temos para ser defendido pelo exército (da burguesia); apesar de a gente sempre ouvir dizer que o exército é o defensor da nação, O QUE VEMOS DE VERDADE É O EXÉRCITO DEFENDER OS INTERESSES DOS RICOS PARASITAS CONTRA O POVO TRABALHADOR.”

Veja agora um extrato do texto, intitulado O Trabalho entre as Forças Armadas da Burguesia, estudado e distribuído pela Internacional Comunista desde a década de 60 no Brasil no seio dos partidos comunistas. “As forças armadas da burguesia são a parte mais importante do organismo de Estado Burguês. Do grau de solidez das forças armadas da burguesia e de sua situação, depende, em larga medida, o grau de firmeza do aparato do Estado Burguês como um todo. Do grau de desintegração das forças armadas da burguesia dependerá, pois, em grande medida, a questão da derrubada da burguesia e do despedaçamento do Estado Burguês pelo proletariado revolucionário que se desenvolverá no momento de uma situação diretamente revolucionária, quando a direção revolucionária do proletariado será forçado a levantar a questão do esmagamento da classe dominante enquanto tarefa do dia.”

É notório que as forças armadas e auxiliares são um elemento dissuasivo, que muito amedronta e atrasa a implementação de medidas que jogariam nosso país no caos total. Como já ocorreu na Venezuela e em Cuba. Por isso percebe-se o ódio aparentemente gratuito contra militares em geral, das polícias estaduais ou das Forças Armadas. Esse ódio e mais demonstrado por aqueles que representam seu papel de extrema-esquerda. Mas, como dissemos, estão todos do mesmo lado.

Felizmente observa-se que, independente de todo o gigantesco esforço que se faça para diminuir a credibilidade das forças armadas frente à sociedade, o que tem se conseguido é somente aumentá-la. Diante do que fizeram nos anos 60 e da linha séria que os militares vêm mantendo desde então, é impossível para a sociedade esclarecida não perceber que os militares brasileiros estão a serviço do povo, e que continuam realizando suas tarefas da mesma maneira que no passado, sempre bem, a despeito das crescentes restrições orçamentárias. A recente atuação no combate ao crime no Rio de Janeiro e as obras no aeroporto de Guarulhos são um claro exemplo de que os soldados sempre cumprem a missão, de maneira rápida e com menor custo possível, diferente do que certamente aconteceria se as tarefas fossem colocadas nas mãos de outras instituições.

Tentar dissociar os militares da política é outro erro que comumente se comete. Militares são politizados sim, é obvio. Como não seriam? Afinal, conhecem o país como ninguém, conhecem os brasileiros como ninguém. Nos lugares mais inacessíveis do país, onde os políticos e seus assessores, com seus ternos de linho e implantes dentários milionários nunca ousarão pisar, os militares já estiveram. Nos rios mais fundos, ou mais rasos, nas águas mais turbulentas, claras ou barrentas, os militares já navegaram. Em meio à árvores gigantescas, ou em pistas de pouso totalmente esburacadas, seus aviões ou helicópteros já aterrizaram.

Sim, os militares conhecem mesmo o Brasil, e o Brasil conhece os militares. Todas as famílias do país possuem um filho, um primo que foi soldado, ou marinheiro. Há sempre alguém que conhece a seriedade e honestidade características das instituições militares. Podem até tentar, mas vai ser impossível destruir o status das forças armadas frente à sociedade.

Militares tem sim cheiro de povo. O efetivo das forças armadas é formado majoritariamente por filhos de trabalhadores. Engana-se redondamente quem diz que o oficialato é oriundo da elite brasileira. Basta um pouquinho de pesquisa para se atestar isso.

Na semana que passou estivemos, a convite, numa formatura de incorporação de soldados – conscritos - aqueles que têm a menor graduação possível dentro do Exército Brasileiro. Haviam passado apenas duas semanas aprendendo a marchar, não sabiam ainda nem o que significavam os toques de corneta. Mas era já visível o sentimento de patriotismo, o amor acentuado pelo Brasil, e pela missão que agora tinham. Parece que isso irradia dentro dos quartéis. Quando desfilaram na nossa frente notava-se, que já desde cedo são cultivados valores, como o orgulho em ostentar a farda verde oliva com a bandeira do Brasil no braço. Nas atitudes dos outros soldados, mais antigos apenas um ano, podia-se perceber a responsabilidade, a clara preocupação em fazer deles bons militares.

Nas faces das centenas de familiares que assistiam o evento, na praça Presidente Médici, podia-se notar a felicidade, o orgulho em ver seus filhos vestindo uma farda do Exército. O comandante disse poucas palavras: Vocês podem visitar os alojamentos, os banheiros e as instalações onde seus filhos vão passar os próximos meses... Aqui não temos luxo, as instalações são simples. Mas, cuidaremos de seus filhos... Elogiaremos quando acertarem e corrigiremos quando errarem, seremos justos com eles. Ao final do evento comemos um cachorro quente com refresco. Como estava saboroso aquele lanche que fizemos com os nossos filhos, com sabor de honestidade, seriedade, respeito pelo dinheiro público.

Naquele evento nenhum dos militares estava interessado em política, mas sem querer estavam fazendo política da melhor maneira possível. Aqueles jovens vão desenvolver um amor enorme pelo país em que vivem, vão jurar de bom grado que darão a vida em prol da nação, e se for necessário farão isso. O comandante, em seu discurso, não prometeu que daria prêmios para os soldados, ou que o salário ia aumentar. Ele simplesmente foi honesto, sucinto, e bem verdadeiro. Demonstrando que administra com seriedade aquilo que lhe é confiado. Só isso bastou para inspirar confiança e admiração por parte do público e de seus comandados.

Quase ia esquecendo que o texto é em resposta à acusação de golpismo, só porque os militares fundaram um partido. Pois é. Como disse, militares conhecem o Brasil, conhecem nossa sociedade. Tem a confiança da sociedade. Portanto, se têm esse direito, que fundem mesmo um partido, legalizem e se candidatem à tantos cargos quanto for possível. Eles já têm o meu voto. E não vão ser partidos políticos, grandes, pequenos ou microscópicos, temendo uma disputa realmente democrática, que vão impedir isso. Esse ano, assim como temos militares eleitores, teremos militares candidatos, da ativa e da reserva. Receberão uma votação expressiva, a sociedade somente aguarda seus nomes.

Ainda que se tente, agora ou mais tarde, destruir a prerrogativa que os militares têm de participar do processo político brasileiro, quando estes estiverem no congresso, e quem sabem no Palácio do Planalto, eleitos pelo povo que neles confia, farão o possível para garantir o direito que você possui de continuar escrevendo seus textos anti-democráticos.

GLOBO diz que “Rua será palco de DUELO de extremos”.

GLOBO diz que “Rua será palco de DUELO de extremos”.

Pode-se dizer que o artigo de Tatiana Farah, publicado no Globo online de 8 de março é imparcial? Que aborda todos os aspectos da questão de forma a não privilegiar uma ou outra opinião?

Ela inicia seu texto dizendo que os apologistas da Marcha da Família com Deus são extremistas de direita. E mais, ela diz que eles prometem um confronto nas ruas de São Paulo. Outra palavra interessante foi citada para adjetivar o grupo que organiza o movimento, ultrarreacionários.

A repórter faz questão de lembrar em seu texto que uma das organizadoras da marcha, Cristina Peviani, foi advertida há algum tempo por lixar ruidosamente as unhas enquanto uma mulher prestava um depoimento em audiência sobre a ação do coronel Ustra.

O artigo termina com a convocação feita pela reação da esquerda à manifestação marcada para o dia 22 próximo: “Já que eles querem tanto a ordem, vamos trazer para a burguesia a verdadeira ‘baderna do povão’ já que, como disse o ilustre ditador Figueiredo, ‘prefiro o cheiro de cavalos ao do povo”.

10 de março de 2014

Psol apoia intervenção militar!

PSOL apoia Intervenção Militar no Brasil e manifestações na Ucrânia. Confusão e insegurança.

Fomos surpreendidos essa semana quando recebemos alguns cartazes com o logo do PSOL, eles incentivavam uma intervenção militar. Em um dos panfletos constava que o PSTU também apoia uma intervenção.
Depois da crise no PSOL, quando a Luciana Genro manifestou seu apoio aos manifestantes da Ucrânia, aparece agora esse cartaz, apenas amostras de que a suposta unanimidade filosófica dentro dos partidecos de esquerda é só mais uma falácia
A princípio parecia uma espécie de brincadeira, mas não era. Após alguns dias o PSOL emitiu uma nota sobre a questão, veja abaixo. A verdade é que nem eles mesmos estão convencidos de suas posições, basta ler um pouquinho mais, ou conversar com pessoas sensatas que logo, diante dos antecedentes de suas doutrinas, percebem que estão colaborando para por fim às liberdades individuais, democracia, família e honestidade.


9 de março de 2014

Cade o DINHEIRO do Amarildo? ONG fica com a maior parte do dinheiro arrecadado para a família do Amarildo.


A denúncia foi feita pela VEJA. O ajudante de pedreiro Amarildo, que se tornou bandeira de quase todas as lutas de ONGS do Rio, foi morto, acredita-se, por policiais militares. Como a família do falecido passou por dificuldades após a sua morte, algumas personalidades conhecidas resolveram iniciar uma campanha que, dizia-se, era para ajudar a família. O troço deu certo, arrecadaram mais de 300 mil reais.

O que deveria ter sido feito em seguida era algo muito simples e prático. Compraria-se uma casa para a família, compraria-se moveis decentes e talvez uma forma de sustento, montar uma pequena loja etc.

Porém, por aqui as coisas não são tão simples assim. A grana arrecadada na campanha “Somos todos Amarildo”, comandada pela Paula Lavigne, foi dividida de uma forma não muito solidária, para a família de Amarildo foi comprada uma casa no valor de 50 mil reais, mais 10 mil foram usados para adquirir alguns moveis O restante do dinheiro arrecadado na campanha permanece nas mãos da ONG Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (DDH), aquela que costuma defender os Black Blocs do RIO.
Aqui no Rio uma casa de um quarto, legalizada e em um local com saneamento básico, está no mínimo, usada, em torno de 150 mil reais. Se tinham dinheiro para isso por que não compraram uma casa legalizada? Por que não usaram todo o dinheiro para beneficiar a família? Isso nos faz “suspeitar” que, como abutres, os administradores da ONG, usaram o defunto para satisfazer seus anseios particulares, arrancando dinheiro das mãos de pessoas bem intencionadas que compareceram aos eventos da campanha “somos todos Amarildo”.
Como sempre, pela ótica socialista, os fins justificam os meios. A sociedade estava sensibilizada com a questão do Amarildo, a Ong precisava de dinheiro. Então, una-se o útil ao agradável. Pronto, forra-se os bolsos com duzentos e noventa mil reais.
Segundo a reportagem da VEJA, dona Elizabeth, esposa do falecido, conta que a casa está cheia de problemas e que por isso tenta conseguir mais algum dinheirinho com a ONG, que é comandada por assessores do Marcelo Freixo, aquele acusado de comandar os Black Blocs. Dona Elizabeth diz que sabia que não receberia tudo, seria só a metade, mas agora que sabe que o montante ultrapassa os 300 mil, acha que merece pelo menos mais alguma coisa para reformar a casa.
O advogado da Ong já avisou que o dinheiro será usado pela entidade, em um “projeto ainda indefinido”.

8 de março de 2014

RACHEL SHEHERZADE mora em Alphaville. Isso é um escândalo!!!

RACHEL SHEHERZADE mora em Alphaville. Isso é um escândalo!!! A liderança da esquerda mora em Copacabana e frequenta os melhores hotéis, a direita tem que viver na merda e não pode expressar sua opinião sem ser chamada de reacionária, fascista, nazista e golpista.

Na semana passada a Revista Viva trouxe como seu artigo de capa um pouco da vida da âncora do SBT Rachel Sheherazade. Alguns, simpáticos às opiniões da Rachel, mas um pouco desatentos, reclamaram porque a revista, na capa, faz questão de dizer que ela mora em Alphaville, para eles parecia algum tipo de provocação. Outros logo gritaram. Viu, ela mora em Alphaville, é por isso que defende propriedade privada, é contra o aborto e apoia os policiais.

Aos primeiros, lembramos que a revista em questão é direcionada para o público que reside nesse tipo de condomínio, os comerciais veiculados na revista vão de carros de luxo à internet com super velocidades, o que é perfeitamente natural. Não podemos esconder o sucesso de ninguém simplesmente porque a esquerda demagoga, nas frentes das câmeras, diz que é bonitinho abraçar mendigos e fazer estardalhaço quando um menor infrator apanha. Ora bolas, Paula Lavigne, figurinha fácil de eventos da esquerda carioca residia até ha pouco tempo em um apartamento que vale a bagatela de 37 milhões de reais.

Quanto aos segundos, intelligentsia da esquerda e seus idiotas úteis, que usam como poleiro para atirar seus dejetos em nossa cabeça, o fato da repórter morar em Alphaville com sua família, ficam as perguntas: Por que ninguém criticou o fato de José Dirceu estar em um resort em Itacaré quando foi intimado a se apresentar na prisão, a média do preço das diárias por lá está entre as mais altas do Brasil? Por que ninguém critica a famosa esquerda caviar do Rio de janeiro, que ocupa camarotes de grandes empresas no Sambódromo?

Dizer que Sheherazade reside no condomínio de luxo não é nada de depreciativo, ao contrário disso, mostra que em uma sociedade em que se valoriza o esforço pode-se melhorar de vida. Ela conseguiu isso com trabalho e dedicação. Lembramos que a âncora há pouco tempo fez um concurso público - que todos nós poderíamos fazer - no qual foi aprovada por méritos próprios. Mas, como o SBT paga bem mais, ela preferiu ser âncora de telejornal. Isso é meritocracia. Por falar a verdade e fazer sucesso com isso, no horário nobre da TV brasileira, principal meio da manipulação governamental, Rachel Sheherazade é taxada de reacionária, fascista e, atualmente é um dos principais alvos da esquerdalhada brasileira.

Já surgem por aí propostas de cassar a concessão do SBT! Mais uma vez a esquerda coloca suas garras autoritárias de fora. Mas isso é outra história.

7 de março de 2014

Alto escalão das Forças Armadas envolvido em conspiração! É o que diz o Jornal do Partido da Causa Operária.


Alto escalão das Forças Armadas envolvido em conspiração! É o que diz o Jornal do Partido da Causa Operária.
O texto é pobre e mal redigido, mas como veio da página oficial de um partido político, deve ser considerado como importante, é seu ponto de vista. Ele no mínimo nos dá uma boa idéia do nível de radicalismo que ha nas mentes dos dirigentes da esquerda brasilera.
As acusações são gravíssimas, e o partido chega ao absurdo de sugerir sugere que se crie uma “FRENTE ÚNICA” da esquerda para enfrentar a situação. Desejam impor de qualquer maneira a tão sonhada luta de classes. Na verdade eles tem conseguido, a polarização da sociedade brasileira tem crescido rapidamente, por imposição de uma administração irrenponsável.
O jornaleco esquerdista diz que a marcha da família, marcada para o dia 22 desse mês, é uma tática para o fortalecimento de grupos de “extrema-direita”. Para o autor o movimento seria uma articulação pró-golpe. A publicação diz ainda que a marcha é apenas parte de um grande plano perpetrado por um “amplo setor das forças armadas”, ninguém se lembrou de dizer que amplo setor seria esse.
A notícia é apenas mais uma mostra do despreparo, covardia e desespero da esquerda, basta que militares ou sociedade conservadora se reunam para um churrasco de fim de semana que os esquerdistas tocam seus alarmes nos comitês partidários e ONGS patrocinadas pelo dinheiro público. Certamente é o medo de perdaer as tetas do governo.
A acusação do jornal, além de ridícula, é leviana e irresponsável. O texto diz ainda que o General Heleno será candidato à presidência do país, um dos sinais mais claros desse “golpe”. Ora, pelo que se sabe o general em questão não é filiado à nenhum partido político. Mesmo que fosse, e se candidatasse, isso seria algo perfeitamente democrático. Por acaso Militares estão impedidos de se candidatar a cargos político, se fizerem isso será um golpe?
O partido diz também que os militares tentarão intervir nas eleições de 2014, por meio do Partido militar... Ora, como assim? Então mais uma vez estão dizendo que um militar, ou um partido que tem militares em sua organização não tem o direito de participar do processo político? Isso pra eles é intervenção militar.
A mente prodigiosa que elaborou o texto não para por aí, ele extrapola o ridículo e diz que o alto escalão das Forças Armadas usa as esposas de militares para por em prática suas opiniões. Desafiamos qualquer um que lê jornal ou acessa a internet a mostrar uma esposa de militar que fala em nome do alto comando, as únicas que atualmente aparecem no cenário são a senhoras Kelma e Ivone Luzardo, e pelo que sabemos suas palavras tem sido sempre relacionadas à questões sociais dos militares, como salário e carreira.
Parece que para a esquerda brasileira a cidadania de todos os militares deveria ser cassada. Militares não podem se candidatar, militares não podem participar de um partido político. Talvez para eles os militares não devessem nem votar. Qual o motivo disso? Na sociedade de ignorantes que a esquerda pretende criar não ha lugar para pessoas sensatas e que têm uma visão racional e estratégica do país. Ainda que permaneçam quietos, os militares sabem muito bem qual é o plano. São o inimigo que mora ao lado, são a pedra no sapato, são a carta que pode virar o jogo.
Veja o texto:
A movimentação pró-golpe vem crescendo e a realização da segunda edição da “Marcha da Família” e o fortalecimento de grupos de extrema-direita são exemplos claros disso. No entanto, não é apenas entre os civis que esta política pró-golpe vem se desenvolvendo. Ela vem sendo executada e colocada em prática por um amplo setor das Forças Armadas.
Um dos aspectos mais importantes se manifesta na defesa da candidatura à presidente da República do general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, militar da reserva que esteve à frente da Minustah (missão militar da ONU no Haiti) e ex-comandante militar da Amazônia. Como os militares (assim como os juízes) podem se filiar a partidos seis meses antes do pleito, a data limite para a decisão de Heleno é o dia 5 de abril.
Esta não foi a única iniciativa de militares para intervir nas eleições de 2014. No ano passado, o Partido Militar Brasileiro (PMB) tentou, mas não consegui obter o registro necessário junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
As iniciativas que vêm da caserna tampouco (como é natural) ficam restritas às eleições.
Em julho do ano passado, o coronel do Exército (atualmente na reserva), Gélio Fregapani, afirmou que o Brasil está a três passos de uma guerra civil. Em seu artigo, “Os rumos que seguimos apontam para a possibilidade de guerra intestina”, Fregapani afirma: “O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançadas de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isso que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável”.    
No texto fica explícita a crítica ao MST e o pedido de mais repressão. A crítica ao governo do PT está implícita quando ele diz que as “invasões são toleradas”. Embora não conste no texto é impossível não imaginar o desfecho proposto. “Governo conivente com ações subversivas” e “ameaça de guerra civil” foram dois dos pretextos para o golpe de 1964.
Outro general da reserva, Luiz Eduardo Rocha Paiva, ex-secretário geral do Exército, foi mais claro em suas pretensões.  No início de fevereiro ele publicou o artigo “Questão de Consciência”, onde contesta o que é ensinado nas escolas sobre o golpe de 1964 e pede abertamente uma nova intervenção das Forças Armadas quando diz que “o tempo para os militares reagirem ao governo da esquerda totalitária está se esgotando”.  
É importante notar que a declaração parte do alto escalão das Forças Armadas e que este setor, via de regra, usa militares da reserva ou suas esposas para expressarem suas opiniões, uma vez que evitam quebrar a hierarquia da corporação. Uma declaração destas dada por um atual comandante das Forças Armadas, por exemplo, poderia acarretar em penalidades.
Neste sentido, as opiniões que citamos nesta matéria não podem ser vistas como algo isolado. Esta postura pró-golpe deve vir à tona no próximo período quando os Clubes Militares devem marcar comemorações em razão do aniversário de 50 anos do golpe de 1964.
Todas estas manifestações mostram que é preciso desde já iniciar uma ampla campanha contra a política golpista da direita. Algo que para o movimento operário deve ser feito com a realização de uma Frente Única de todas as organizações de esquerda (partidos, sindicatos, movimentos sociais etc.) para barrar as iniciativas golpistas por meio da luta, ou seja, com a mobilização revolucionária de todos que se opõe a direita.
Robson A.K.S.

6 de março de 2014

Intervenção militar. O que será isso para o BRASIL? Sabemos o que estamos pedindo?

Intervenção militar. O que será isso para o BRASIL?
Sabemos o que estamos pedindo?
*Nota do Autor: Por conta da liberdade de expressão que há nesse veículo, me permito publicar esse artigo. Simples e direto. Se você vai às ruas, saiba o que está pedindo. É o que penso. Esse espaço é frequentado por pessoas inteligentes, creio que compreenderão perfeitamente as colocações e as implicações da sua decisão. Afinal, todas as faces do problemas tem de ser abordadas.
Acredito realmente que o governo brasileiro é cada vez mais autoritário, que tem se aliado a gente má, de mau caráter, como Fidel Castro e Nicolás Maduro, e que se não for impedido pode mesmo jogar o Brasil no caos, social, moral, econômico etc.
No dia 22 de março próximo acredita-se que alguns milhares de pessoas marcharão em algumas capitais em memória da Marcha da Família com Deus, que antecedeu a intervenção militar de 31 de março de 1964, finalmente a sociedade esclarecida está se mobilizando. O movimento é benéfico, virtuoso, no sentido de que pode declarar ao mundo que a democracia brasileira fracassou de tal maneira que uma quantidade gigantesca de pessoas prefere um tipo de “RESET” no Brasil, um começar de novo. Em meio ao movimento há aqueles que desejam que algum dos Poderes, conforme prescreve a CF1988, convoque as Forças Armadas pra intervir, fechando o Congresso e destituindo a Presidente atual. Diz-se que uma famosa âncora de telejornal apóia a marcha, mas ela não fala em intervenção militar.
Será que essas pessoas que pedem uma Intervenção Militar sabem mesmo o que estão pedindo? Como seria essa “intervenção”, seria realizada legalmente, baseada em acusações formais contra membros do governo, como a Presidente e o Vice-presidente? Os militares conseguiriam intervir sem disparar um único tiro, ou o sangue de nossos compatriotas - de esquerda ou de direita - mas também brasileiros, seria derramado em nossa própria terra?
Sabe-se que as coisas chegaram ao nível em que estão, de uma forma gradual, por conta de nossa passividade. Ao longo desses anos permanecemos quietos em nossas casas, gozando de nosso conforto, merecido é verdade. Contudo, se houvêssemos nos mobilizado para que o país não fosse dominado pelas mesmas pessoas que tentaram destruí-lo no passado, não estaríamos agora discutindo uma questão tão grave. Creio que a maioria aqui concorda que permanecemos numa espécie de letargia enquanto os inimigos da liberdade agiam com todo vapor.
Imaginemos que o Supremo Tribunal Federal chegue a conclusão que os manifestantes do dia 22 de março têm razão, e convoque as Forças Armadas para intervir, fechando o Congresso e prendendo a Presidente, conforme essas pessoas solicitam. O que virá a seguir? Serão tempos de paz?
Sem entrar em muitos detalhes, abaixo há uma visão panorâmica apenas dos primeiros dias após a intervenção.
Uma tropa do Exército cercaria silenciosamente o palácio do Planalto e prenderia e Presidente Dilma, seria mantida em prisão domiciliar até que fosse julgada. Alguém avisaria a imprensa e a notícia se espalharia pela internet como um rastilho de pólvora. 
Instantaneamente a Força Nacional será acionada pelo Poder Legislativo, essa força cercaria o Congresso rapidamente e tentariam impedir que os militares federais assumissem o controle da instituição. Alguns estados que possuem governos fieis ao governo federal, como a Bahia por exemplo, acionarão suas polícias militares e estas serão colocadas de prontidão, guardando as instituições públicas, como palácio do governo e Assembleias Legislativas. Alguns comandantes de quartéis de polícia hesitarão, bem como alguns oficiais de menor patente, e certamente haverá quebra de hierarquia em várias instituições pelo Brasil afora. As associações de policiais também escolherão um ou outro lado e certamente haverá muita confusão entre oficiais e praças. Sindicatos fieis ao governo paralisarão meios de transporte, refinarias e sistemas de comunicação, e os militares não teriam gente suficiente para suprir essas lacunas nos primeiros dias do caos.
O Movimento dos Sem Terra, Sem Teto, CUT e partidos radicais como o PSTU, fieis ao governo, se levantarão e colocarão em prática suas táticas de guerrilha urbana há muito estudadas no manual de Mariguella e outros similares. Estudantes das universidades federais filiados aos Diretórios estudantis se aliarão a estes militantes de esquerda e marcharão nas grandes cidades, promovendo vandalismo e quebradeira.
As forças armadas reprimirão as manifestações, mas como certamente haverá policiais e agentes de segurança ainda fieis ao governo em meio aos insatisfeitos haveria mortes de ambos os lados. É quase certo que o Brasil enfrentaria um período de caos generalizado, talvez por muitos meses. Centenas, talvez milhares de pessoas morreriam nos primeiros embates entre forças armadas e aliados do governo destituído. Os manifestantes recuariam, mas não desistiriam. Se armariam melhor, e melhor organizados e com o apoio de militares desertores e países aliados do governo, como Cuba e Venezuela, reagiriam de forma sistemática, da mesma forma que no passado, se organizariam em grupos paramilitares, usariam até nomes de grupos do passado, como MR8 etc. Com ataques assassinos e ações do gênero essas pessoas espalhariam o terror nas noites das grandes cidades.
Paro por aqui, mas creio que deu pra ver que uma "intervenção" não é algo tão simples assim. Nosso país é enorme, complexo, pluripartidário e repleto de ONGS e Grupos de esquerda apoiados pelo governo federal.
Gente, eu não gostaria de ver milhares de brasileiros mortos em uma guerra civil. Sabemos que já salvamos o Brasil uma vez, indo para as ruas. Podemos sim tentar de novo, mas talvez haja tempo ainda para que isso seja realizado pela via democracia.
Vão mesmo para as ruas, peçam urnas convencionais na manifestação. Carreguem faixas dizendo Fora Dilma, abaixo o PT. Acampem na Avenida Paulista até que se aprove o retorno do voto convencional. Vocês tem muito poder. São pessoas lícitas, dignas e esclarecidas. Creio que as manifestações do dia 22 próximo serão muito válidas para mostrar que a situação está chegando no limite do suportável. Se forem inteligentes poderão salvar o futuro do nosso país.
Você já sabe o que vai pedir no dia 22?