22 de agosto de 2014

Hamas executa 14 pessoas a sangue frio. Chamam de tribunal revolucionário. O nome soa familiar?

Hamas executa 14 pessoas a sangue frio. Chamam de tribunal revolucionário. O nome soa familiar?
Pois é, o Hamas, que suscitou tantos manifestos e notas de repúdio dos politicamente corretos, decidiu executar 18 homens em via pública, pra dar o exemplo. Os “condenados” teriam fornecido informações ao governo de Israel. Alguns dos homens foram executados em frente a uma mesquita no momento em que os fieis saíram da celebração.

Segundo o Hamas: Todos os colaboracionistas serão julgados por tribunais revolucionários e receberão as penas previstas para este delito — afirmou esta fonte, referindo-se aos tribunais secretos criados pelos movimentos palestinos em Gaza.
As execuções ocorreram um dia depois de terem sido mortos três comandantes do braço armado do Hamas num ataque aéreo israelita a um edifício em Rafah (sul da faixa de Gaza).
Mas não ficou só nisso. O Hamas lançou novos morteiros contra Israel, um deles matou uma criança de apenas 4 anos de idade.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que o grupo terrorista pagará um preço alto pela morte.
Será que as entidades politicamente corretas daqui do Brasil vão emitir um manifesto anti-hamas?

20 de agosto de 2014

Sites esquerdistas atacam BONNER por ter questionado DILMA sobre os mensaleiros e a desonestidade de membros do governo. “TENTATIVA de MASSACRE” diz o site 247.


O site 247, enquanto nas abas laterais exibe anúncios da Petrobras e da Caixa, veste Bonner de presidente e o acusa de querer aparecer mais do que Dilma, além de tentar massacrá-la.
“um dia depois de interromper a presidente Dilma Rousseff 21 vezes em entrevista de 15 minutos, William Bonner é visto não como jornalista, mas como político”
A primeira pergunta de BONNER foi sobre os vários ministros demitidos por corrupção.  A questão que eu lhe faço é a seguinte: qual é a dificuldade de, desde o início, se cercar de pessoas honestas, que lhe permitam formar uma equipe de governo honesta e que evite esta situação que nós vimos de repetidos casos de corrupção? Não há uma sensação, não pode haver uma sensação no ar de que o PT descuida da questão ética ou da questão da corrupção?
Dilma não respondeu objetivamente, enrolou e ao final disse que nem todos eram corruptos. Se apenas um dos auxiliares escolhidos por Dilma fosse corrupto isso já seria intolerável. Afinal ela é a Presidente da República. Veja a conclusão de sua resposta.



“... nem todas as denúncias de escândalo, Bonner, resultaram em, realmente, a constatação que a pessoa tinha de ser punida e seria condenada. Pelo contrário. Muitos daqueles que foram identificados como tendo, pela mídia, como tendo praticado atos indevidos, foram posteriormente inocentados.”

Dilma também desconversou quando perguntada sobre as razões que levam o PT a tratar os mensaleiros como heróis.  Bonner sem nenhum pudor os chamou de corruptos.
“E o seu partido tratou esses condenados por corrupção como guerreiros, como vítimas, como pessoas que não mereciam esse tratamento, vítimas de injustiça. A pergunta que eu lhe faço: isso não é ser condescendente com a corrupção, candidata? “
Dilma não respondeu a pergunta, disse apenas que não discutiria decisões do STF. “ Eu não julgo ações do Supremo. Eu tenho as minhas opiniões pessoais.”
Artigos como o do 247 tentam fazer parecer que “as redes sociais” condenam entrevistadores que perguntam o que os candidatos não desejariam ouvir, tem o intuito de dissuadir questionamentos duros que possam vir em novos eventos do tipo.

17 de agosto de 2014

Candidata reclama da DESIGUALDADE gerada pela questão financeira nas CAMPANHAS. “como pode um candidato gastar 7 milhões !”


Para aqueles que não são políticos profissionais as campanhas eleitorais se tornam extremamente desgastantes e desiguais. É notório que esse ano ocorre certo reagrupamento da direita brasileira. Com isso surgira vários candidatos ligados aos militares e a grupos anti-esquerda. Temos três generais, vários coronéis e dezenas de sargentos concorrendo a cargos políticos, isso jamais havia sido registrado.

Em sua esmagadora maioria esses candidatos são pessoas comuns, apenas acreditam que o legislativo brasileiro deve ser renovado, e se dispuseram a lutar por esse ideal. Mas como fazer isso se grande parte dos candidatos “investem” quantias exorbitantes em suas campanhas, enquanto outros, embora bem preparados e com bons projetos em mãos, não tem mais do que o próprio salário para gastar?
No ano de 2012, LUIS PITTIMAN, um dos candidatos eleitos com menor número de votos no Distrito Federal, gastou R$ 1.989.700,05 para obter pouco mais de 51 mil votos. Cada voto custou a ele R$ 38 reais.  A candidata menos votada, e eleita, para deputada distrital foi CELINA LEAO. Ela recebeu 7,7 mil votos tendo investido R$ 390.000 em sua campanha. Cada voto recebido custou cerca de 50 reais.

Para receber 50 mil votos, um candidato precisaria convencer, em apenas três meses de campanha, cerca de 555 pessoas por dia. Isso é humanamente impossível para quem vive de salário, e não tem recursos suficientes para contratar pessoas, contratar automóveis, alugar prédios para comitês etc.
Notem que é importante também lutar pelo legislativo estadual, para que em outros pleitos não venha-se padecer com a falta de estrutura, como ocorre agora.
A candidata Mirian, do Distrito Federal, faz um desabafo interessante e que serve de alerta para todos que acham que é hora de mudar. Os nos engajamos nas campanhas de nossos representantes, ou tudo ficará do mesmo jeito.
A candidata disse que recentemente foi acusada de ter um único defeito, que seria: “não ter dinheiro pra campanha”.
A não ser que a categoria que represente realmente resolva se engajar nas campanhas, a batalha está cada vez mais árdua para aqueles que se colocam na linha de frente na guerra pela moralização dos legislativos nacional e estadual.


16 de agosto de 2014

Monitorando os MOVIMENTOS. MTST ganha moradias de Haddad.


Os chamados “movimentos sociais” ganharam destaque nos governos do PT. Puderá, é uma contrapartida que o partidão dá para seu exército, que todas as vezes que é convocado comparece em peso com disposição para a luta, e mais do que isso, serve também como uma grande arma de dissuasão, como todo grande exército. Qualquer um que pense em combater a esquerda brasileira tem que levar em consideração a possibilidade de ter que enfrentar algum ataque por parte de “movimentos sociais” ligados à esquerda.


Essa semana o MTST foi presenteado com moradias, uma espécie de incentivo para que continuem sua lealdade à esquerda atual. A Prefeitura de São Paulo aprovou a proposta que regulariza a construção de moradias na invasão conhecida como Copa do Povo, em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo. Obviamente a administração pública nega favorecimento aos sem-teto. O prefeito paulista ainda retirou da lei uma cláusula que determinava que a fila de cadastrados nos programas fosse respeitada, abrindo mais uma brecha para que os membros do MTST sejam favorecidos.
O autor da lei, o vereador Police Neto (PSD), afirma que foi procurado pela prefeitura para que incluísse no projeto o item que permitia a construção de moradia na invasão acima referida. O acréscimo visava a atender as reivindicações do MTST, que pressionou os vereadores com um acampamento montado em frente à Câmara Municipal de SP. Na ocasião, o Ministério Público do Estado havia alertado sobre a ilegalidade da proposta caso ela fosse incorporada ao PDE, que estipula as diretrizes para o crescimento da cidade nos próximos dezesseis anos.
No site do MTST percebe-se que o movimento é cada vez mais organizado e pretende ampliar “seus horizontes”. Percebe-se que combate tenazmente contra as tentativas de esclarecer a sociedade sobre os riscos de se ter um grupo organizado de forma paramilitar. Nos últimos dias eles tem promovido debates públicos para discutir forma de combater o que chama de “criminalização de movimentos sociais”.

11 de agosto de 2014

Governo do PT investe 4,1 milhões em LUAN SANTANA.

Governo do PT investe 4,1 milhões em LUAN SANTANA.
O governo federal age como se houvesse dinheiro sobrando, como se houvesse saúde muito boa para todos. Dinheiro gasto com shows em época de eleição é algo que soa muito estranho.
Cultura inútil? Desculpa é “difundir as raízes sertanejas enquanto manifestação cultural e artística”.
A turnê para divulgar o DVD "Nosso tempo é hoje", que foi lançado no final de 2013 por Luan Santana custará aos cofres públicos a bagatela de 4,1 milhões de reais. Entre os objetivos do projeto proposto ao MinC pela empresa LS Music Produções, que gerencia a carreira de Luan, estão "difundir as raízes sertanejas enquanto manifestação cultural e artística a partir da música romântica, além de sua história e influência na formação da sociedade contemporânea", e "promover acesso a entretenimento musical de qualidade", diz o texto da proposta feita pela produtora de Luan.
O governo deverá bancar até as passagens aéreas usadas pela equipe de 40 pessoas do cantor.

A empresa diz ainda que haverá uma percentagem gratuita de ingressos que será distribuída em associações assistenciais e instituições responsáveis por jovens e adultos em áreas periféricas das cidades onde ocorrerão os shows.


9 de agosto de 2014

Ratos valem muito na Câmara do Rio de Janeiro. Ratos mesmo.


Dentro ainda da lista de escândalos que afloram todos os dias depois das denuncias de que uma ONG espírita, responsável pelo cadastramento em programas sociais, pagava “mesada” de R$ 74 mil para o deputado federal Rodrigo Bethelem, do PMDB, surge um que ainda foi pouco explorado pela mídia carioca. Cumpre questionar o motivo de uma ONG espírita ser contratada para um serviço de tal importância. Programas sociais, se administrados incorretamente, podem ser utilizados para diversos fins, inclusive eleitoreiros.
Uma empresa foi contratada para administrar a TV da Câmara. Se chama SCMM. O contrato foi de 10 milhões de reais. Foi celebrado em maio de 2010 pelo presidente da Câmara, vereador Jorge Felipe (PMDB), que é ex-sogro de Rodrigo Bethlem. A empresa doou R$ 50 mil pra a campanha de Rodrigo Bethlem apenas dois meses depois do contrato ser assinado.

Durante a vigência do contrato a empresa mudou de diretoria, passou a ser gerida pela Locanty, mas o contrato com a câmara foi mantido. Nessa terça (06/08) jornais cariocas informaram que a SCMM recebeu uma transferência financeira no valor de R$ 84 mil da ONG Tesloo, citada no inicio desse texto, que prestava serviços para a Secretaria Municipal de Assistência social para cadastramento em programas sociais, a ONG é acusada de pagar a tal mesada, de R$ 74 mil para o deputado Bethlem.

Depois de algum tempo o contrato foi rescindido com a empresa, mas curiosamente uma das administradoras da nova empresa contratada, chamada SPACE, fazia parte da SCMM. Ou seja, há indícios de que tudo permanece nas mesmas mãos, apenas com nomes de firmas diferentes.
A mesma empresa venceu  outra licitação na Câmara para desratização do ambiente. O valor deste contrato foi de R$ 4,5 milhões (Isso mesmo, 4,5 milhões) e o prazo para execução do serviço foi de 180 dias a contar de 1/06/2014.

Vamos especular um pouco. Já que o dinheiro é proveniente de nossos impostos será interessante ver a lógica desses contratos, muitas vezes esdrúxulos. Se a Câmara Municipal tiver 50 ratos para cada um dos 51 vereadores o número de roedores chegará a 2.550. Contudo, uma infestação desse tamanho é muito improvável. Mas, mesmo assim façamos a conta. Se o objeto principal do contrato é a realmente a desratização, conforme diz o jornal O Globo de 07/08, ao valor de R$ 4.499.272,86 a morte de cada rato, na proporção colocada acima, custará aos bolsos dos cariocas a quantia de R$ 1.764,42.

Em 2012 o Ministério da Justiça contratou uma empresa para realizar serviços similares aos realizados na Câmara do Rio de Janeiro. A higienização e desratização foi realizada em 11 edifícios e quartéis da Força Nacional, o valor estipulado foi de pouco mais de R$ 80 mil. Veja extrato do contrato, ao lado. Ou no link:

5 de agosto de 2014

Direita Volver. Presidente do Foro do Brasil é candidato à Deputado Federal. Luta contra o “Enfraquecimento das Forças Armadas”.


O médico Ronaldo Fontes, presidente do Instituto Foro do Brasil, presidente do Partido Ordem e Progresso e diretor da ADESG – SP, se apresenta à sociedade como candidato para deputado federal. Como o Partido Ordem e Progresso não obteve ainda a regularização o médico se candidata pelo PTC do Estado de São Paulo.


Em entrevista recente (maio de 2014), conduzida pelo Dr. Ives Gandra Martins, Ronaldo Fontes se declarou como “patriota, não nacionalista” e contrário aos ideais comunistas. Uma das frases mais importantes ditas por fontes na entrevista foi: “... a população está sendo levada a se jogar um contra os outros, mediante essas diferenças de classe, cor, sexo... O que é na realidade um erro muito grande. Nossos inimigos não somos nós mesmos, nossos inimigos estão em outros locais.
O médico disse ainda que o Partido Ordem e Progresso dispõe de um planejamento detalhado para ascensão da sociedade brasileira, que já foi experimentado no interior de São Paulo, triplicando a renda média per – capta dos cidadãos em poucos anos. Segundo ele, gastamos 90% do tempo pensando somente na expressão econômica, que é ligada a taxas e índices. Contudo, as outras expressões, cientifico - tecnológica, militar, psicossocial e ambiental, que são bastante ligadas à ética, e que promovem realmente o desenvolvimento, são deixadas de lado.
Há algum tempo, em entrevista a Jorge Serrão, Ronaldo Fontes discorreu sobre o “enfraquecimento das Forças Armadas Brasileiras”. Para ele, “após a abertura política em 1984, elementos de antigos grupos terroristas retornaram ao país, perceberam a fragilidade da democracia, na época, e através do uso da filosofia Gramscista e do Fabianismo, infiltraram-se nas escolas, universidades, igrejas e instituições, promovendo o marxismo, a exacerbação dos conceitos sobre direitos humanos e procurando enfraquecer aquela que seria a única força capaz de deter os objetivos desses grupos em transformar o Brasil numa nação socialista que é em verdade o pré-comunismo: As Forças Armadas.”
Na mesma Entrevista Fontes criticou o atual processo de promoção de oficiais generais. Para ele o critério político causa grande prejuízo ao país.
Os Oficiais Generais são escolhidos pelo presidente da república, ao contrário do restante dos oficiais que são escolhidos por antiguidade ou merecimento. Veja bem professor Serrão, o sr. acredita que um afilhado contestaria o padrinho? Contestaria o sistema que o promoveu? Por aí se explica o cerne que contribui para a redução do poder dissuasório das FAA, assim como as tentativas para acabar com o ensino militar, fechamento dos colégios militares, a desmilitarização das Polícias Militares, que são reservas do Exército na garantia da lei e da ordem. Isso enfraquece nosso poder dissuasório, garantidor de nossa soberania.”
DR. RONALDO FONTES é candidato a Deputado Federal pelo Estado de São Paulo pelo PTC, com o número 3663. Site http://www.politicacomconfianca.com.br/ Facebook https://www.facebook.com/politicacomconfianca
A Revista Sociedade Militar é um empreendimento particular, não vinculado a qualquer partido político ou instituição, governamental ou não governamental. O único compromisso é com a verdade, liberdade, ordem e progresso.

Revista Sociedade Militar. socmilitar@gmail.com


4 de agosto de 2014

Inteligência. Presidente DEPOSTO por militares no EGITO, Mohamed Morsi, foi o grande responsável pela construção dos túneis na Faixa de Gaza. Militantes da Al-quaeda executados sem dó na Somália.


Não fique só com o que a imprensa diz. A irmandade Muçulmana, que tem por objetivo final a destruição de Israel, é a grande responsável pela guerra hoje na faixa de Gaza. O presidente Morsi, deposto por militares do Egito, em ação criticada e taxada de autoritária, foi um grande risco a manutenção da paz no Oriente Médio.


Nesta sexta-feira 25 de julho de 2014 foto, um oficial do exército israelense dá a jornalistas uma turnê em um túnel usado por militantes palestinos para ataques transfronteiriços, na fronteira Israel-Gaza. Muitos analistas disse que a rede de túneis escavados pelos terroristas palestinos da Faixa de Gaza para as comunidades israelenses perto da fronteira foram o estopim para a mais recente guerra entre o Hamas e Israel. 
 "A rede de túneis que permitem que combatentes do Hamas resistam a Operação do Exército israelense foram majoritariamente construídos entre Junho de 2012 e Julho de 2013, durante a presidência de líder da Irmandade Muçulmana, Mohamed Morsi no Egito", disse o site Intelligence on-line em sua última edição datada de 30 de julho de 2014. Morsi também permitiu que o Hamas importasse o cimento necessário para fortalecer os túneis mais profundos, inclusive uma unidade de engenharia egípcia foi enviada para Gaza por um ano para ajudar o Hamas a supervisionar a construção das redes de túneis mais complexas, diz o relatório, acrescentando que os construtores do túnel do Hamas também se beneficiaram do apoio do corpo de engenheiros Hezbollah.

Três homens somalis condenados por assassinatos e facilitando os ataques para a Al-Qaeda ligado grupo Al-Shabab em Mogadíscio aguardam execução por fuzilamento no domingo, 3 de agosto, 2014. Os três homens que foram condenados por um tribunal de Mogadíscio foram executados como parte de um série de execuções contra membros da Al-Qaeda ligados grupos militantes, a AP relatou . As execuções veio uma semana após uma execução semelhante de quatro militantes também condenado por realizar ataques e assassinatos na capital da Somália. Grupos de direitos humanos frequentemente criticam o governo por execuções públicas. No entanto, o governo da Somália considera as execuções de ser impedimentos contra campanha mortal dos militantes. (Crédito Foto: Farah Abdi Warsameh / AP Photo ) 

1 de agosto de 2014

CESAR MAIA, do DEM busca apoio dos MILITARES do Rio de Janeiro.

Alianças, coligações e apoios. No Rio de Janeiro um dos partidos que faz oposição declarada contra Dilma Roussef e o PT é o DEM (democratas), por onde Cezar Maia se candidata ao SENADO e participa do movimento chamado “AEZÃO”,     que visa também eleger Aécio Neves como presidente do Brasil. O movimento já conseguiu enfraquecer bastante a campanha de Dilma no Rio de Janeiro.


Grande parte dos candidatos militares cariocas participou de um evento presidido por Cesar Maia. Ao lado do ex-prefeito e atual candidato do DEM ao Senado destaca-se, na fotografia abaixo, o comandante Brunet, chefe da Assessoria Militar do governador carioca Pezão.
A Revista Sociedade Militar ainda não conseguiu ter acesso completo aos acordos que foram fechados, mas já e de conhecimento de todos os cariocas que Pezão e Cezar Maia têm promovido esses eventos de “lançamentos de candidaturas” no intuito de obter apoio dos candidatos a deputados federais e estaduais, que em nível local são capazes de movimentar e angariar grande número de votos. Por sua vez, a estrutura política da coligação entre Pezão e Cezar Maia – que está em segundo lugar na corrida pelo Senado - pode auxiliar muito os militares cariocas na consecução de seus objetivos.

Lembramos aqui que só o número de votos que Jair Bolsonaro recebeu no último pleito seriam suficientes para levar três ou quatro militares do Rio para o congresso. Contudo, sabe-se que o eleitorado ligado aos militares cariocas é muito maior do que os 120 mil votos recebidos por Bolsonaro. Estima-se que o número ultrapasse em muito 1 milhão de eleitores, que seriam militares da ativa, reserva, familiares e círculos de influencia dos militares residentes no Rio de Janeiro. Se as candidaturas forem trabalhadas com inteligência só o Rio de Janeiro será capaz de enviar pelo menos cinco militares para o Congresso Nacional e outros cinco para o legislativo estadual.
Ninguém seria inocente o bastante para acreditar que é fácil fazer uma campanha eficaz sem bastante dinheiro investido. Só para ilustrar, a última campanha de Bolsonaro custou mais de 120 mil reais, e ele já era um nome amplamente conhecido. Se a própria sociedade militar não se engajar politicamente em prol de seus companheiros de farda e futuros representantes políticos, o esforço empreendido para a formação da Bancada Militar pode não ser tão bem sucedido quanto de espera.
Estiveram presentes no evento ontem 31/07 no clube de ST e Sargentos no Rocha, 20  candidatos ligados aos militares, entre eles estavam: Comandante Ribeiro Afonso, Gerson Paulo, sargento Feliciano, Sargento Luis, Coronel Edson, Bruno Nascimento, Capitão Tobias e outros. 
Veja aqui candidatos militares em seu estado.
Robson A.D.Silva – em Revista Sociedade Militar.

31 de julho de 2014

Enfim alguém ousou enfrentar o MTST. Ministério público quer saber por que a patota de Guilherme Boulos tem o direito de furar as filas da casa própria e MTST está preocupado com monitoramento feito pelo Exército.


Qual a sua posição na fila da casa própria? Para um inscrito nos programas habitacionais de São Paulo essa é uma pergunta sem resposta. A única coisa que um inscrito sabe é que ainda não chegou sua vez, e mais nada. Porém, para os militantes do MTST, que invadem edifícios, terrenos e até empresas de telefonia, e tem tempo livre para passar as noites acampados em invasões e os dias atrapalhando o transito daqueles que trabalham, não funciona assim, já que o governo de São Paulo destinou uma percentagem das casas construídas pelos programas habitacionais para os militantes do Movimento liderado por Guilherme Boulos, eles terão direito a furar uma fila que leva anos para andar simplesmente por que fazem parte do MTST.


O site do MTST anuncia em alto e bom tom que já conseguiu do governo a concessão de pelo menos 2 mil casas para seus militantes e que seja criada uma comissão para evitar que sejam forçados a desocupar invasões de propriedade alheia. Veja o texto abaixo.


É inegável, basta se falar em Forças Armadas para que os esquerdistas de plantão comecem a se tremer. O MTST parece se sentir ameaçado pela iniciativa do exército brasileiro em se reestruturar para realizar um monitoramento mais eficaz dos movimentos sociais. Hoje no site do MTST percebe-se uma pequena nota de enfrentamento, acima da notícia sobre o CIE foi escrita a frase “A LUTA NAS CIDADES SÓ VAI CRESCER! NÃO PASSARÃO!”, em clara alusão à frase bastante usada pelos militares, “por aqui não passarão”.


O Ministério Público de São Paulo também não acha justo que pessoas furem a fila simplesmente por fazer parte do MTST. O Ministério Público entrou com uma ação na Justiça para proibir convênios ou parcerias entre a Prefeitura e o MTST. A ação coloca como réu o líder da entidade, o filósofo Guilherme Boulos. Para a Promotoria, as invasões arquitetadas por Boulos são ilegais e podem atrapalhar o andamento da fila de pessoas cadastradas nos programas habitacionais.
Segundo o promotor Maurício Ribeiro Lopes, as tentativas de Boulos violam o princípio da moralidade administrativa.
“As tentativas encetadas pelo réu Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto de burlar as expectativas sociais dos que aguardam há anos financiamento para aquisição de imóvel próprio, se conestadas com atuação do Poder Público de modo expresso ou velado, violam o princípio da moralidade administrativa que se visa a resguardar com esta ação.”

http://sociedademilitar.com.br

30 de julho de 2014

35 anos de serviço para os MILITARES das Forças Armadas. Lenda ou realidade?


Temos recebido um número significativo de questionamentos sobre um suposto pronunciamento da presidente Dilma a ser realizado nos próximos dias. Segundo os leitores, a Presidente deve anunciar que a partir de 2015 os militares terão que cumprir no mínimo 35 anos de carreira e não mais 30, como determinam as normas em vigor.
Notícias publicadas em vários jornais, que se contradizem, parecem ter a intenção de levara a opinião pública contra os militares. Em 2011 nota de capa do Estado de Minas diz que os militares gastam 4 bilhões por ano com pensões, apenas dois anos depois o Correio Brasiliense disse que os militares gastaram 10 bilhões!


Estamos em ano eleitoral e não se acredita que o executivo apresente mais alguma medida polêmica e geradora de insatisfação. Uma alteração desse tipo não pode ser considerada como de caráter emergencial, os estudos encomendados indicam que os militares pagam as próprias pensões e mantém o sistema como nenhuma outra categoria faz.
Notícias a respeito da prorrogação do tempo de serviço ativo são cíclicas e se antes já eram divulgadas rapidamente imagine agora, com a velocidade da internet e redes sociais. No ano passado o jornal O Dia, dado os boatos, em agosto de 2013 chegou a consultar o Ministério da Defesa sobre a existência de tal projeto,a resposta foi negativa. Veja abaixo.

A Medida Provisória Nº 2.215-10, de 31 de Agosto de 2001 transferiu para o próprio militar a responsabilidade de prover os recursos para a sua aposentadoria, mensalmente, importância, ainda que mantido o nome de Pensão Militar, que serve para sua aposentadoria e pagamento de pensão para seus dependentes instituídos. O Estado em nada contribui, as pensões devem ser pagas com o montante recolhido aos cofres pelos próprios militares. Militares servindo por 30 ou por 35 anos contribuem da mesma maneira, já que o valor permanece o mesmo.
Os Militares, que provém recursos para suas próprias aposentadorias e pensões, não são onerosos para a nação, como querem fazer crer seus opositores. 
Em 2013 foi realizado um estudo detalhado que visava determinar o gasto das forças armadas relacionado às pensões. O estudo causou surpresa e alívio. Surpresa para aqueles que insistiam em dizer que as forças armadas eram mais onerosas do que deveriam se na questão da previdência dos militares. O estudo é bastante completo, pode ser cisto aqui, e concluiu que as próprias contribuições dos militares são suficientes para o custeio de suas aposentadorias e pensões.
Para cada pensão existem 4,31 militares ativos e inativos das Forças Armadas. Relembrando, ambos contribuem. Esta proporção se comporta da seguinte forma para cada Força: Marinha do Brasil: 4,09; Exército Brasileiro: 4,09 e Força Aérea Brasileira: 5,36. Esta proporção é favorável ao equilíbrio do sistema quanto maior for o seu valor, pois significa que existem mais contribuintes do que pensões.
Segundo texto de Márnio José Signorelli Teixeira Pinto, oficial da reserva, os recursos descontados de cada militar para fim de Pensão, durante toda a vida, se fossem recolhidos a um Fundo renderiam o suficiente para honrar todos os benefícios – aposentadoria e pensão – até sem a participação de recursos do pouco justo Tesouro Nacional. 
O Tesouro Nacional dispõe dos mesmos por cerca de 52 anos, empregando-os em outros destinos sem contabilizar os rendimentos que seriam justos pelo empréstimo que recebeu e nem fazê-los render para promover a devida auto-sustentação dos benefícios objeto da sua destinação.


28 de julho de 2014

Fragilidade na GESTÃO de BOLSAS do GOVERNO é revelada por escândalo conjugal-político no Rio de Janeiro. Contrato de 9,6 milhões colocado em cheque.





A imprensa está se focando na questão conjugal e da propina recebida. Contudo, mais do que isso, percebe-se aí a fragilidade na gestão das bolsas assistencialistas do governo, que deixadas sob administração local dá oportunidade aos governantes de usá-las em proveito próprio, seja com fins eleitoreiros ou simplesmente financeiros.
Numa conversa tensa com sua ex-esposa, há dois anos, o deputado federal Rodrigo Bethlem, do PMDB do Rio de Janeiro, que é filho da atriz Maria Zilda, discutia detalhes do divórcio dos dois, entre eles estava o valor a ser pago como pensão.  O deputado Bethlem pedira licença da Câmara dos Deputados, naquele mesmo ano, para servir à prefeitura, assumiria como  secretário municipal de Assistência Social.
A discussão se estendeu horas na casa de Vanessa, num luxuoso condomínio da Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade. Isso tudo poderia ser apenas mais uma briga de casal, sem interesse público, se não fossem as revelações comprometedoras que Bethlem fez a Vanessa.
O deputado revelou que embolsava dezenas de milhares de reais mensalmente, além de seu salário como secretário. Na conversa, ele sugere que se tratava de propina oriunda de contratos da Secretaria, incluindo um convênio para cadastrar beneficiários do Programa Bolsa Família.
Bethlem foi eleito para ocupar vaga no Congresso, onde seus eleitores esperavam que permanecesse até o fim do mandato. O político resolve abandonar o cargo no Congresso e assumir cargo na Prefeitura do Rio, como secretário municipal, mas continuava recebendo salário do Congresso Nacional.
Agora o segundo ponto. Que deveria gerar uma investigação em nível nacional sobre a gestão dos programas assistencialistas.  
A revista ÉPOCA em artigo sobre o caso, publicou que na conversa com sua ex-esposa, Bethlem teria dito sua “principal fonte de renda” seria dinheiro proveniente de um dos contratos da Secretaria Municipal de Assistência Social do Rio de Janeiro. Tratava-se de um convênio para cadastrar famílias de baixa renda e criar um banco de dados com nomes e endereço de pessoas com direito a inclusão em programas sociais, como o Bolsa Família. Segundo as gravações, o deputado receberia mesada, de 15 mil reais, até da empresa que fornece a alimentação para a ONG que executa o serviço de cadastramento.
A revista fez uma pesquisa em contratos da Secretaria na gestão Bethlem. Com dispensa de licitação e pelo período de sete meses, o secretário Bethlem contratou, em agosto de 2011, a ONG Casa Espírita Tesloo, para cadastrar famílias de baixa renda, pelo valor de R$ 9,68 milhões. Comandada pelo major reformado da Polícia Militar Sérgio Pereira de Magalhães, a Tesloo já é alvo de diversas investigações sobre desvio de dinheiro em convênios com a prefeitura, incluindo o assinado por Bethlem,  hoje em análise no Tribunal de Contas do município.
Uma auditoria em nível nacional seria importante, para deixar bem claro à sociedade que os programas assistencialistas em todo o país não estão sob controle de ONGs destituídas do mínimo de honestidade e independência para gerir programas que envolvem bilhões de reais que saem dos bolsos dos contribuintes. Em nosso país a corrupção tem seus tentáculos infiltrados em inúmeras instituições, ONGs e órgãos públicos, por isso talvez fosse interessante que se fizesse o que recentemente fez a Cruz Vermelha, que contrate-se uma empresa internacional para realizar uma grande auditoria nesses programas assistencialistas, que muitos cidadão consideram como eleitoreiros.
Isso é muito grave, além dos próprios programas estarem, segundo revela a reportagem de época, sob administração de entidades que pagam propinas /subornos / mesadas para obter contratos com o governos, os próprios beneficiários estão em situação de fragilidade, tendo seus dados particulares, como CPF, filiação e endereço nas mãos de entidades que, segundo as denúncias, seriam ilícitas. Quem garante que entidades desse tipo, capazes de pagar propina para obter contratos, não fariam ligações telefônicas para idosos propondo empréstimos consignados, citando dados que já teriam em mãos para garantir sua suposta idoneidade?
O deputado em questão, Rodrigo Bethlem é candidato a re-eleição pelo PMDB carioca.

27 de julho de 2014

Anões da Diplomacia articulam nota conjunta contra ISRAEL.


O site esquerdista 257 publicou hoje que o governo pretende se unir a seus parceiros do MERCOSUL para a publicação de nota conjunta em repúdio aos bombardeios em GAZA e declaração do Ministro israelense, que qualificou a diplomacia brasileira como insignificante.
O texto do 247 é o seguinte, em vermelho, é claro. Depois voltamos.

247 – Após assumir dianteira na censura contra os abusos cometidos por Israel na Faixa de Gaza, o Brasil articula posição do Mercosul contra o país de Benjamin Netanyahu. O tema será discutido pelos líderes dos cinco países que compõem o Mercado Comum do Sul (Mercosul), na 46ª Cúpula do bloco, marcada para a próxima terça-feira (29), em Caracas, Venezuela.
O governo Dilma e o Itamaraty divulgaram notas condenando "energicamente o uso desproporcional da força" por Israel em conflito na Faixa de Gaza. O massacre já matou 700 palestinos em Gaza, a maioria civis. As declarações foram hostilizadas pelo país. Em resposta, o ministro Luiz Alberto Figueiredo rebateu comentário feito pela chancelaria de Israel de que o Brasil é um "anão diplomático": "Somos um dos 11 países do mundo que têm relações diplomáticas com todos os membros da ONU e temos um histórico de cooperação pela paz e ação pela paz internacional. Se há algum anão diplomático, o Brasil não é um deles", afirmou.
Retornamos. O Ministro Alberto Figueiredo tenta usar o histórico brasileiro para endossar as trapalhadas diplomáticas dos últimos anos. Todo o mundo tem visto o Brasil bajular líderes ligados ao terrorismo internacional, como Fidel Castro, Hugo Chaves e Mahmoud Ahmadinejad.
Repetimos aqui. Israel tem o dever de reprimir os ataques vindos de Gaza contra seu território. Em gaza qualquer um é soldado do Hamas, inclusive crianças. O Hamas desrespeita todas as convenções quando usa combatentes à paisana e esconde armas em hospitais e residências. Por que ninguém condena isso? Por que ninguém sequer menciona isso?